Sr. Ademar Lopes


Este é um Grande Parceiro, Sr. Ademar é o Gerente do Banco da Amazônia, sem dúvidas uma das instituições que mais apóia os agricultores daqui.

Foto da visita dele á Fazenda Sonora de propriedade do Sérgio Sonomura.

Lavoura dos Irmãos Andreguetto na Fazenda Corrente


Esta é uma das lavouras de soja dos Irmãos Andreguetto aqui na Região, na foto estão os Agricultores Cezar Andreguetto e Gilcemar Corassa.

Qualificação Profissional


Curso de Executores em Aviação Agrícola em MT
2/4/2007 14:06:38

Será realizado em Primavera do Leste/MT o XVIII Curso de Executores em Aviação Agrícola, destinado a técnicos em agropecuária. O evento acontece de 23 a 27 de abril no Auditório da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Primavera.A carga horária total é de 46 horas, sendo 31 teóricas e 15 horas práticas. A coordenação está a cargo do engenheiro agrônomo e piloto agrícola Marcos Villela Monteiro.

Informações adicionais e inscrições: CB Treinamento - 15 3228.6757 ou http://www.bioaeronautica.com.br/

Sede da Fazenda São João


Imagens aéreas da Sede da Fazenda São João de propriedade do nosso Amigo Paulo Librelotto. Ao fundo as ruas da pequena e receptiva cidade de Anapurus-MA (a 35 Km de Chapadinha)

"Heita Maranhão Bão de Chuva !"


"Heita Maranhão Bão de Chuva!"

Esta é uma expressão que agente usa muito aqui na Região, quando agente quer se referir a alguma das muitas coisas boas que agente encontra aqui.

Mas esta expressão (de autor desconhecido) não foi criada em vão.

O Índice Pluviométrico daqui da Região de Chapadinha é de 1.800 Melímetros por ano e isso é ótimo.

Implantação de uma Indústria de Ração Animal na Região de Chapadinha-MA


Cerrado quer agregar valor à soja com uma indústria de ração
Por Franci Monteles, da Gazeta Mercantil/Gazeta do Brasil
Diferente do sul do estado, o cerrado leste maranhense (Região de Chapadinha), conhecido como a nova fronteira agrícola, quer agregar valor à soja produzida na região. Produtores e poder público estão tentando colocar em prática um projeto piloto idealizado há mais de um ano. É a instalação de uma fábrica de ração animal a partir de soja e milho para atender ao setor avícola.
Orçada em R$ 4 milhões, a implantação da fábrica deverá ser custeada pelos grandes produtores de soja do cerrado leste visando fornecer aos pequenos produtores a ração animal para a criação de frangos. A capacidade instalada inicial seriam quatro mil toneladas de grãos beneficiados.
Aos pequenos produtores caberia montar as estruturas para a produção de frangos, além de abatedouro e sistemas de refrigeração - o que deve ser concretizado por meio de financiamento. "A idéia é fazer com que os produtores que não conseguem entrar no processo de produção de grãos em larga escala comecem a aproveitar as matérias-primas produzidas na região", ressalta o presidente da Associação dos Produtores Agrícolas do Cerrado Leste Maranhense, Wilson Ambrozi.
O projeto está sendo articulado pelas secretarias estaduais de Indústria e Comércio e da Agricultura do Maranhão, em parceria com o Instituto do Agronegócio do Maranhão (Inagro) e a associação dos produtores. "A intenção é fazer com que a soja produzida na região tenha valor agregado", diz o superintendente de Promoção do Agronegócio da Secretaria de Indústria e Comércio (Sinc), Marco Moura. No momento, os articuladores do projeto piloto finalizam detalhes como cronograma e outras questões como tecnologia da fábrica e capacitação. A versão final, segundo Moura, deve ser concluída até início de abril.
O cerrado leste do Maranhão compreende o município de Chapadinha, a 252 quilômetros de São Luís, e cidades adjacentes que passaram a plantar soja a partir do ano 2000. A produção ainda é pequena, comparada à da região Sul - responde por menos de 10% da soja produzida no estado.
A produção prevista para este ano é de cerca de 100 mil toneladas de soja. Foram plantados 33 mil hectares, três mil a mais do que na safra passada. A produção é exportada, mas se houver demanda local os produtores vão atender.
O milho está em fase inicial como opção de rotação de cultura. No momento são dois mil hectares plantados de milho. A expectativa é que na próxima safra a área plantada alcance 10 mil hectares, de acordo com a associação.
Wilson Ambrozi afirma que a região já tem produção de soja e de milho suficiente para atender a criação de aves. "Só falta o engajamento dos empresários do setor avícola." Caso não surjam grupos interessados em apostar na produção de aves, os sojicultores não descartam a possibilidade de dar o pontapé inicial para, em seguida, fornecer pintinhos aos pequenos produtores visando mostrar que o negócio é viável para a região. O presidente da entidade aposta ainda na atração de pequenas usinas de biodiesel, anexas a fábricas de óleo de soja.
Além de agregar valor à soja em especial, Moura destaca que a fábrica de ração animal também preencheria uma lacuna no estado, atendendo o setor avícola, que andou retraído nos últimos anos e levou o Maranhão a comprar boa parte de frango de outros estados. Dos 600 mil frangos consumidos por mês no estado, apenas 30% correspondem à produção local (dados do governo).
Fonte: http://www.investnews.com.br/integraNoticia.aspx?Param=11%2C0%2C1%2C498865%2CUIOU
OBS.: A imagem acima é meramente ilustrativa.

Embrapa Lança Cultivar de Arroz


Agricultores de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Roraima, Pará, Tocantins, Maranhão e Piauí podem contar a partir da safra 2007/08 com a BRS Sertaneja, a nova cultivar de arroz de terras altas (sequeiro) da Embrapa Arroz e Feijão (Santo Antônio de Goiás/GO). Devido à qualidade de grãos, o lançamento rivaliza com a variedade BRS Primavera, considerada pelo mercado como padrão de excelência.De acordo com o melhorista Emílio da Maia Castro, ambas cultivares foram comparadas em uma série de experimentos. Em 115 ensaios a campo, ao longo dos últimos quatro anos, as duas tiveram produtividades bastante próximas, médias de 3,6 mil quilos por hectare. No entanto, foram nos testes de colheita e pós-colheita que a BRS Sertaneja se sobressaiu, demonstrando superioridade quanto à qualidade de grãos.Semelhante à BRS Primavera, Emílio afirma que os grãos da nova cultivar são classificados confortavelmente como arroz longo-fino. Da mesma forma, o comportamento de cocção é bem similar. Isto é, após 60 dias de colhido, o produto pode ser beneficiado, comercializado e levado à panela que os grãos apresentam cozimento plenamente soltos. O diferencial destacado pelo pesquisador consiste exatamente no seguinte aspecto: o rendimento industrial de grãos inteiros.“A BRS Sertaneja alcançou entre 60% e 70% de grãos inteiros, enquanto que a BRS Primavera obteve apenas 50%. Isso significa mais arroz agulhinha tipo 1 e menos quirera (arroz quebrado) para as empacotadoras”, diz Emílio. Essa característica atrativa para as indústrias é importante também para o agricultor, que tem a oportunidade de negociar um produto de melhor qualidade na hora de vendê-lo às beneficiadoras.Um outro aspecto ligado a essa propriedade e ressaltado por Emílio é que o rendimento de grãos inteiros da BRS Sertaneja é estável, ao contrário do que acontece com a BRS Primavera. O pesquisador mostra um estudo que correlacionou diferentes épocas de colheita após a floração do arroz e o rendimento de grãos inteiros para reforçar seu argumento.Quando a colheita da nova cultivar é realizada entre 30 e 45 dias após a floração, não há perdas expressivas no rendimento de grãos inteiros. Porém, o rendimento de grãos inteiros da BRS Primavera cai para 40%, quando a colheita é feita depois dos 40 dias do período de floração. Conforme Emílio, isso quer dizer que o ponto de colheita da BRS Sertaneja é mais flexível que o da BRS Primavera, o que dá ao produtor maior margem de segurança, caso haja algum previsto no campo.Quanto às características agronômicas, Emílio informa que a BRS Sertaneja é moderadamente resistente às doenças mais comuns, a não ser a brusone, que exige medidas de controle mais rigorosas. Ele afirma também que a cultivar se adapta a diversas condições de cultivo, inclusive em rotação de culturas, renovação de pastagens, abertura de áreas e integração lavoura-pecuária. “Até nos sistemas menos mecanizados, a BRS Sertaneja se saiu bem, pois suas plantas altas, com colmos grossos e panículas grandes facilitam o corte e a trilha manuais”, complementa Emílio.

O contato para os interessados em adquirir sementes da BRS Sertaneja é: (62) 3202-6000.

Informações adicionais: Embrapa Arroz e Feijão - (62) 533-2108

Fonte da Foto: Pires...
Fazenda Stéfano (Italiano)

De olho na Lavoura


Aqui está o Produtor Rural Sérgio Strobel monitorando sua lavoura acompanhado pela equipe da Noragro (Engenheiro Agrônomo Délio Attem e Rogério Loro).

Foto tirada na Fazenda Europa, uma das fazendas mais bonitas da Região de Chapadinha que por ser tão bem organizada e estruturada, esta já se destaca como a única fazenda produtora de semetes de soja no Norte do Maranhão.

Ferrugem - Esta Doença nunca atacou as nossas lavouras


Graças a Deus ou às correntes de ar como dizem alguns pesquisadores, aqui na Região de Chapadinha-MA nunca foi constatado nenhum caso de Ferrugem nas lavouras.

Até temos um outro problema de fungo conhecido como "Mela" (Rhizoctonia solani), mas este tem sido controlado preventivamente com fungicidas a base de "Triazol com Strubilurina".

Esperamos que a Ferrugem não chegue por aqui, pois, sabemos da severidade desta doênça e dos danos econômicos que ela causa as lavouras.

Aqui se Faz Plantio Direto


O Plantio Direto já é uma prática bastante difundida nas fazendas do Baixo Parnaíba, apesar de serem em sua grande maioria áreas novas (menos de 5 anos de cultivo), muitas fazendas já descobriram que para se ter uma boa produtividade neste solo arenoso a saída é o Plantio Direto, seja ele feito com palhada de milheto, palhada de Brachiária e até mesmo palhada de ervas daninhas. As vantagens do Plantio Direto são inúmeras em relação ao Plantio Convencional, mas vale destacar que a conservação do solo evitando erosão, drenagem, retenção de umidade no solo, equilíbrio no controle de fungos são fatores significativos para o aumento da produtividade.

Pioneirismo tem Seu Preço



Esta foto mostra claramente uma das dificuldades que o agricultor enfrenta quando se é Pioneiro e Desbravador numa região de Fronteira Agrícola.


Trata-se do nosso companheiro Augusto Valdemar Bilibio (Guto) proprietário da Fazenda Quarta Estância na cidade de Afonso Cunha-MA a 65 Km de Chapadinha atravessando Rio Munin sobre a ponte encoberta pela agua. Desde que chegou no Maranhão, um dos desafios enfrentados pelo Guto tem sido a má condições das estradas entre as cidades de Afonso Cunha e Chapadinha e olha que este agricultor vem tentando melhorar a estrada de acesso entre essas duas cidades investindo recursos próprios, já que os prefeitos destas duas cidades alegam que os recursos dos municípios são insuficientes para manter a conservação dessa estrada.


Mas o Guto é Brasileiro e não desiste nunca.


Veja na foto a seguir que lavoura linda ele te na Fazenda dele, mesmo com dificuldades de acesso.


A palavra de ordem é: Diversificação

Esta Foto mostra uma Lavoura de Milho consorciada com plantio de Brachiária.
Fonte da Foto: Rafael Salerno - www.plantadiretobrasil.blogspot.com

Produtor de PI e MA aprova integração lavoura-pecuária

O sistema integrado lavoura-pecuária está sendo aprovado pelos produtores dos cerrados do Piauí e Maranhão. Os resultados do segundo ano do projeto de transferência de tecnologias desenvolvido pela Embrapa Meio-Norte, são considerados expressivos.Uma unidade demonstrativa implantada na fazenda Nova Zelândia, no município de Uruçuí, a 490 quilômetros ao sul de Teresina, por exemplo, teve um desempenho considerado excelente. A produtividade de forrageira – 43 toneladas de massa verde por hectare – possibilitou uma carga de lotação de 2,15 animais. Cada animal entrou no sistema pesando 10 arrobas de carcaça, em média, e saiu, após 170 dias, com um peso de 14,4 arrobas. O ganho de peso por animal foi de 44 por cento, e 9,4 arrobas por hectare. Já na fazenda Santa Luzia, no município de São Raimundo das Mangabeiras, a 750 quilômetros ao sul de São Luis, o sucesso se repetiu. Com a mesma taxa de lotação animal usada em Uruçuí, o ganho de peso foi de 3,8 arrobas por animal, e de 8,5 arrobas por hectare. Neste caso o período de experimento foi menor: apenas 93 dias.A média geral de lotação animal no cerrado brasileiro, segundo um estudo da Embrapa, é de apenas 0,4 animal por hectare-ano. Essa baixa lotação, de acordo com o mesmo estudo, impede o País de faturar, em média, todo ano, nada menos do que U$ 1 bilhão. O Brasil tem potencial para uma lotação de 1,8 animal por hectare-ano, segundo o estudo.EstabilidadeO primeiro ano de desenvolvimento do sistema integrado lavoura-pecuária nos cerrados do Piauí e Maranhão apresentou também boas médias de produtividade. Vejamos: na fazenda Nova Zelândia, os 80 hectares plantados com milho em consórcio com capim Braquiária resultou em 5,4 toneladas de milho por hectare, mesmo com um veranico de 26 dias. Já na fazenda Santa Luzia o resultado foi ainda melhor: em 146 hectares de milho consorciado com capim Braquiária, a produtividade atingiu a média de 8,5 toneladas por hectare, cujo rendimento foi similar ao milho em cultivo solteiro.Na mesma fazenda Santa Luzia, em 43 hectares de palhada de Braquiária, foi plantado soja em semeadura direta sobre a palhada do ano anterior. O resultado foi positivo: 3,4 toneladas por hectare, enquanto que a média geral da produtividade de soja na fazenda foi de 3,12 toneladas por hectare na mesma safra. Isso comprova o sucesso da rotação soja, milho e pasto.Mas para compreender melhor esses resultados é preciso conhecer o sistema. Vamos lá: a integração lavoura-pecuária consiste na diversificação da produção, buscando o aumento e a eficiência na utilização dos recursos naturais e a preservação do meio-ambiente. O resultado é o incremento da produtividade e a conseqüente melhoria da renda do agricultor, além da estabilidade dele no campo.O consórcio de culturas ou cultivos múltiplos permite durante o ano e em uma mesma área, a produção de grãos no período das chuvas, que no Piauí e Maranhão é de novembro a abril, e de forrageira para o gado bovino na entressafra – de maio a outubro -, além de palhada em quantidade e qualidade para a viabilidade de um sistema de plantio direto.Com recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia – R$ 54 mil -, através da Financiadora de Estudos e Projetos, FINEP, esse projeto de transferência de tecnologia entra em 2007 no seu terceiro e último ano, conduzido pelo engenheiro agrônomo Marcos Lopes Teixeira e os pesquisadores Hoston Tomás Nascimento, Raimundo Bezerra Neto e Diógenes Manuel. Em parceria com os produtores e entidades públicas e privadas do agronegócio da região, a Embrapa Meio-Norte vem desenvolvendo cursos de capacitação em assistência técnica. Um novo projeto para levar à frente o trabalho já foi apresentado ao Banco do Nordeste.

Plantar para Alimentar o Mundo


O Avanço da Agricultura no Baixo Parnaíba

O avanço da Agricultura no Baixo Parnaíba tem sido surpreendente, principalmente com a cultura da Soja, Milho e Arroz.
A Tecnologia responsável pelo avanço da Agricultura na Região de Chapadinha tem resultado em recordes de produtividade safra após safra, onde os agricultores lançam mão de recursos como adubação com fertilizantes minerais, manejo de pragas e ervas daninhas com produtos fitossanitários e uma série de tratos culturais acompanhados de assistência técnica de Engenheiros Agrônomos e Técnicos Agrícola.

Além disso, é notório o avanço de novas áreas de cultivo de grãos na Região, hoje já se cultiva cerca de 40 mil hectares no Baixo Parnaíba sendo que destes são aproximadamente 27 mil hectares de Soja, 3 mil hectares de Milho, 6 mil hectares de Arroz e mais 4 mil hectares de outros produtos variados incluindo as culturas de Mandioca, feijão e outras mais.

As lavouras de soja, principal cultura da Região, foram plantadas a partir de 01 de fevereiro de 2007 e seguem com boas perspectivas para sua colheita a partir do mês de maio. De acordo com alguns agricultores, de um modo geral, as lavouras neste ano estão muito mais bonitas do que as lavouras da safra anterior e oque é melhor, apesar do cambio baixo, a cotação do grão em dólar está bem favorável a gerar bons lucros nesta safra.
Vale lembrar que devido ao emprego de Tecnologia o crescimento em produtividade tem sido evidente a cada ano nas lavouras de soja. Na safra 2004/05 a média geral de produtividade da região foi de cerca de 44 Sacas por hectare, já na safra 2005/06 a média de produtividade geral foi de cerca de 47 sc/ha e a expectativa para a safra 2006/07 é de superar as 50 sc/ha.

Quanto ao milho, apesar da região não ser tão favorável a esta cultura devido à baixa altitude, nota-se que o crescimento em produtividade tem deixado os agricultores bem satisfeitos com esta cultura, este aumento de produtividade tem ocorrido principalmente pelo plantio de cultivares de alta carga genética (Sementes de milhos Híbridos Simples). Além disso, os preços da saca de milho nunca estiveram tão favoráveis aos agricultores como agora, já que além de ração animal e alimentação humana se utiliza cada vez mais o milho para produção de Etanol (Álcool Combustível).

O arroz plantado nesta região do Maranhão tinha apenas um destino, uma usina de beneficiamento da Cidade de Miguel Alves-PI, mas agora uma boa notícia, acaba de ser instalada na cidade de Itapecuru-Mirim-MA uma nova e moderna usina de beneficiamento de arroz, com isso os agricultores daqui tem mais uma opção para comercialização de suas safras. Quanto aos preços, estes também estão favoráveis para os agricultores, pois, hoje a saca de 60 quilos está sendo comercializada a R$ 30,00, ou seja, 35% a mais do que no ano passado.

Assim, além de novos investidores que chegam todos os anos ao Baixo Parnaíba atraídos pela ótima logística desta região, já é notório que também os agricultores nativos estão adotando o emprego de novas tecnologias e percebendo que a agricultura mecanizada traz ótimos resultados de produtividade e faz com que o pequeno agricultor produza sempre no mesmo lugar, evitando assim que ele faça “roça no toco” a cada ano num lugar diferente, o que representa mais trabalho para desmatar manualmente uma nova área de terra todos os anos.


É a Tecnologia a serviço da produção de alimentos para uma população mundial que cresce aceleradamente.

Autor: Claudeir Pires
Formação: Administrador em Agronegócios (UFMG)

Aqui está a Cultivar DOW 8480

Campo Experimental de Milhos de Alta Tecnologia




Aqui estão alguns ensaios de milho de alta tecnologia, são Híbridos Simples da Dow AgroSciences e da Syngenta, por enquanto todos estão respondendo muito bem aos testes iniciais, agora é só esperar a colheita e comparar a produtividade entre as cultivares testadas.