Controle de Helicoverpa no Maranhão



Depois dos prejuízos sofridos com as lagartas na última safra, em especial as dos gêneros Helicoverpa e Heliothis, a expectativa para esta nova safra de soja (2013/14) era de novos problemas para controlar a praga. No entanto o que se vê a campo são lavouras muito bem conduzidas no que diz respeito ao manejo de pragas.


Imagens como essa tem sido raras em nossas lavouras este ano
               

Lavoura de soja bem manejada – Ilha de Balsas

O produtor se preparou muito bem este ano para evitar que os prejuízos contabilizados no ano passado se repetissem. O resultado disso é que as lagartas têm incomodado bem menos do que se esperava  até o momento. O segredo do sucesso é simples:

- Monitoramento constante das lavouras, acompanhando os estágios de desenvolvimento e índices populacionais das pragas;

- Utilização de inseticidas específicos para controle de cada tipo de lagarta e uso de inseticidas reguladores de crescimento (fisiológicos), proporcionando melhor controle e ampliando o efeito residual das aplicações;

- Realização de pulverizações em condições ambientais favoráveis, atingindo as pragas dentro dos estágios de controle recomendados.

Aplicação nas horas mais frescas do dia ajuda a aumentar a vida útil do animal

                Pra os que previam uma safra catastrófica o produtor mostrou mais uma vez que tem saco roxo sua habilidade de superar os desafios que a atividade agrícola traz. No fim das contas a Helicoverpa nos deixou mais técnicos e rigorosos quanto à qualidade das aplicações e  novas tecnologias, mais atentos aos cuidados com a lavoura e com a qualidade e o modo de ação dos produtos.
                Lição aprendida, porém não comemoremos antes da hora. Algumas microrregiões, como a ilha de Balsas, por exemplo, tem sofrido com veranicos de mais de 15 dias. Essa condição de baixa umidade relativa prejudica a proliferação dos fungos inimigos naturais de lagartas, além disso, o clima seco e as temperaturas elevadas também reduzem a eficiência das aplicações. Lagartas como a falsa-medideira que atacam inicialmente o terço inferior exigem ainda mais da qualidade da aplicação para que o produtos utilizados para seu controle atinjam o alvo,  ou seja, este cenário pode trazer novos surtos populacionais de lagartas.

Vagens sem sintomas de ataques de lagartas



MARCOS MACHADO FERREIRA

É Engenheiro Agrônomo Formado pela Universidade Federal de Mato Grosso.
Consultor de Vendas na Soja Pires Commodities.
Nas horas vagas escreve para o Blog: Agricultura no Maranhão.

Cooperativa de Crédito em Balsas

O Empresário Claudeir Pires está coordenando um grupo formado por Produtores Rurais e demais empresários para a criação da Cooperativa de Crédito de Balsas filiada ao SICREDI. Uma instituição financeira que chega para incrementar a economia local com expressiva participação tanto no ramo do Agronegócio quanto no Comércio.

Este grupo contará com o apoio da ACIB e do SEBRAE para a sua formação e estará se reunindo nos próximos dias para juntos dar início à sua constituição.

Cooperativa de Crédito é uma associação de pessoas, que buscam através da ajuda mútua, sem fins lucrativos, uma melhor administração de seus recursos financeiros.

O objetivo da cooperativa de crédito é prestar assistência creditícia e a prestação de serviços de natureza bancária a seus associados com condições mais favoráveis.

Os empreendedores interessados no cooperativismo podem e devem fazer parte deste grupo, basta entrar em contato pelo telefone: 99-8839-8051 – falar com Pires ou enviar e-mail para: cooperbalsas@outlook.com e se cadastrar informando: Nome completo, Empresa, e-mail e telefones.

Venha para a Agrobalsas 2013 a maior feira de Agronegócios do Nordeste

Visite o Standa da Soja Pires durante a Feira
Ofereceremos um churrasco de confraternização para os nossos parceiros e amigos no dia 16/05, venha para o Stand da Soja Pires.

Vem aí o Anel da Soja

Um projeto de melhorias nas rodovias e ferrovias que irá otimizar a logística do escoamento da safra.

O Governo Brasileiro prefere pagar mais caro melo Milho Argentino do que Valorizar a Safra Nacional

A suposta decisão do governo brasileiro de importar milho da Argentina, mesmo mais caro, para abastecer o Nordeste afetado pela seca é criticada por João Carlos Kopp, JC.Kopp Consult. “O Ministério da Agricultura negou as informações, mas de qualquer forma consultei alguns colegas argentinos e eles foram unânimes em afirmar que é praticamente impossível que alguém aceite”, disse o consultor.


Ele explica que seria necessário trazer o milho a 4.000 km de distância com preço de U$ 300/ton somente de frete, mais o custo de U$ 180/ton no porto na Argentina. “O milho iria chegar no Ceará em torno de U$ 480/ton. Não digo que seria impossível o governo fazer essa manobra, pois no nosso País esses absurdos acontecem em benefício de alguns poucos, mas não podemos permitir que uma atrocidade como esta venha a acontecer”, enfatiza Kopp.

Ele ainda afirma que a situação seria melhor se o governo brasileiro não penalizasse o produtor com “a falta de infraestrutura e o aumento absurdo dos preços de frete”. “Vou mandar um recado para a Dilma: se vão pagar mais do que estão pagando no mercado local, eu tenho mais de 2 milhões de toneladas para entregar no Nordeste”, ironiza o consultor.
Fonte: Agrolink

Autor: Leonardo Gottems

Ótimo momento para se Investir em Soja

É surpreendente a queda nos preços da soja nos últimos 30 dias, isto se deve ao aumento da oferta do grão devido ao início da colheita no Brasil e a retomada das chuvas nas lavouras da Argentina e USA, principais polos produtores de soja.
Ha cerca de 45 dias atrás a soja atingiu preços recordes em toda a história, pois, após a frustração das safras Norte Americana, Argentina e Sul do Brasil na safra 2011/2012 a oferta praticamente sumiu e a demanda cresceu bruscamente, daí vêio uma espécie de "leilão" no mercado estrangeiro, pois, as Trade tinham contratos de entrega de soja para cumprirem suas entregas e não conseguiam cumprir devido a inesperada frustração das lavouras nas regiões supra citadas.
Outro fator que impulsionou os preços é que os Estoques mundial de grãos nunca estiveram tão baixos (e ainda estão), com isso, empresas visionárias e conhecedoras do mercado tentaram comprar o máximo de produto possível, pois, sabiam que o lucro seria certo. Com isto a soja em Dezembro de 2012 chegou ao histórico preço de R$ 95,00 por saca (preço pago por granjas e indústrias de Pernambuco e Ceará). No entanto vale ressaltar que os contratos a estes preços não foram volumosos, pois, o mercado interno não absorve tanto e também os granjeiros vêm enfrentando uma grave crise devido aos altos custos das suas matérias prima para rações.
O fato é que temos acompanhado a queda dos preços com o início da colheita da soja neste mês de fevereiro e ao que tudo indica, tende a cair um pouco mais no mês de março.
Hoje, o preço pago pela soja no Maranhão é de R$ 51,00 (Trade - Exportação) e R$ 53,00 (mercado interno).
De acordo com as minhas previsões os preços devem cair para R$ 50,00 por saca no mês de março e permanecer nestes patamares até o início de abril, a partir daí acredito na reação dos preços e no aumento da demanda devido ao aquecimento das exportações do grão neste período.
Digo que "a hora é agora", pois, com esta queda dos preços e com a informação de que os estoques mundiais estão cada vez mais baixos o mercado de exportação tende a mais uma vez "explodir" assim como no ano de 2012, onde a soja em março era comercializada a R$ 45,00 e em dezembro chegou a R$ 87,00 FOB. O Agricultor que colheu e guardou lucrou bastante e o agricultor que colheu e vendeu ou até mesmo fez contratos antecipados deixou de ganhar, pois, perdeu dinheiro.
Para investidores o momento é de compra, mesmo que não sejam do ramo, vale a pena comprar e depositar em “Armazéns Gerais”, empresas especializadas em armazenamento de grãos como a Soja Pires por exemplo e deixar para vender a partir de julho onde o gráfico de valorização do grão sobe explosivamente todos os anos e comprova que Investir em Soja é Lucro Certo.
Mais informações: 99-3541-8051 ou 99-8839-8051 - Pires

Silo Bolsa

Está sendo inaugurada em Balsas - MA uma nova loja chamada Casa do Silo Bolsa, com o objetivo de atender as necessidades dos agricultores a loja chega com uma visão de mercado totalmente voltada para o cliente, com bom atendimento, agilidade, preço justo e pós venda técnico para auxiliar o cliente a fazer uma utilização correta do produto. A Casa do Silo Bolsa é representante exclusiva no Maranhão da industria Pacifil Brasil, uma empresa séria, moderna e comprometida com a qualidade e com o meio ambiente.
O Silo Bolsa tem sido a melhor alternativa para a armazenagem de grãos, sua utilização tem se tornado cada vez mais frequente pelos produtores de Soja e Milho.
Uma das grandes vantagens do Silo Bolsa é o baixo investimento, pois, cada bolsa tem um custo de menos de R$ 0,50 por saca de grão armazenado.
O fabricante dá garantia de 24 meses contra sol e chuva, além de não haver "quebra técnica", pois, o grão armazenado com 14% de umidade será retirado com a mesma umidade, afinal, o silo é vedado e não tem como entrar ou sair umidade da bolsa.
Casa do Silo Bolsa - 99-3541-8051 ou 99-8839-8051
Av. Gov. Luis Rocha, 2009, Bairro Setor Industrial, Balsas - MA

Soja/CEPEA: Indicadores não param de subir


Os preços da soja e derivados não param de subir no Brasil, de acordo com levantamentos do Cepea. A forte demanda dá sustentação aos preços desde meados de fevereiro, diante da queda da oferta da América do Sul. Segundo pesquisadores do Cepea, também há incertezas quanto à nova safra americana, fazendo com que as cotações sigam firmes, o que tende a estimular produtores daquele país a expandir a área cultivada com a oleaginosa, podendo melhorar a oferta total.


Mesmo assim, tudo indica que a relação estoque/consumo ainda continuará apertada até pelo menos a chegada da nova safra da América do Sul. Entre 27 de abril e 4 de maio, a média ponderada das regiões paranaenses, refletida no Indicador CEPEA/ESALQ, teve elevação de 1,21%, indo para R$ 61,17/sc de 60 kg. No mesmo período, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (produto transferido para armazéns do porto de Paranaguá) avançou 0,92%, finalizando em R$ 63,88/saca de 60 kg na sexta-feira – recorde histórico em termos nominais. Já ao ser convertido para dólar (moeda prevista nos contratos futuros da BM&FBovespa), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa fechou a sexta a US$ 33,27/sc de 60 kg, recuo de 0,86% no mesmo período.

Fonte : Cepea/Esalq
Data : Seg, 07 de Maio de 2012 10:25
A Soja Pires Convida a todos os amigos, clientes e parceiros e nos visitar durante a Agrobalsas 2012.

Soja Ardida para Biodiesel

A Corretora Soja Pires Ltda, informa às Indústrias de Biodiesel que já dispoe de Lotes de Soja Ardida colhido na safra 2011.

O Lotes estão em diferentes regiões do brasil como: MS, MT, GO, BA, MA, TO e sul do PI.

Além da venda de grãos FOB, a Corretora Soja Pires também trabalha com a modalidade CIF (frete incluso até o destino final).
Os interessados podem fazer contato pelos telefones: 99-3541-8051 99-8839-8051 e-mail: sojapires@hotmail.com

Somos Contra a Moratória Florestal no Maranhão


Estamos prestes a sermos surpreendidos por uma Moratória Florestal por cinco anos sem Desmatamento (desmatamento zero) prevista pra ser estabelecida no relatório do Senador Aldo Rebelo para o Novo Código Florestal Brasileiro, o que para nós seria uma tragédia, já que o desenvolvimento da agricultura no maranhão estaria fadado à uma produção medíocre. Precisamos abrir novas áreas do Cerrado maranhense SIM, claro que respeitando a legislação ambiental, no entanto, tem muitas áreas de Cerrado com alto potencial produtivo que estão ociosas. O Efeito desta Moratória de 5 Anos de desmatamento Zero, seria a condenação da população maranhense a continuar com a probreza e o desemprego como sua marca registrada como já é a décadas, sem perspectivas de melhorias da sua renda percapta.
Não é isso o que nós empreendedores do Maranhão queremos, o que queremos é produzir alimentos para uma população cada vez mais ávida por comida, queremos gerar empregos, queremos gerar renda através de uma agricultura responsável e sustentável.

Autor: Claudeir Pires

Aluga-se Colheitadeiras Novas

Temos 10 colheitadeiras novas e semi-novas para prestação de serviços de colheitas de soja e outros grãos, com disponibilidade imediata para deslocar as máquinas para qualquer região do país, no entanto, já temos 5 máquinas disponíveis no Maranhão. Os preços serão combinados de acordo com a quantidade de serviços de cada fazenda.
Contato: 99-3541-8051 ou 99-8839-8051

A Polêmica mudança no Código Florestal Brasileiro

A bancada do agronegócio quer votar o quanto antes as mudanças do Código Florestal. Este foi o tema do debate desta terça, dia 1º, do programa Mercado, Arte e Cia. O programa contou com a participação do ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli e do ambientalista Mário César Mantovani, da Fundação SOS Mata Atlântica.
Paolinelli é a favor das mudanças no Código Florestal propostas pelo deputado Aldo Rebelo, e disse que o Brasil vem fazendo uma legislação altamente burra em cima do seu sistema produtivo. De acordo com ele, o que se pretendeu foi inibir a melhor agricultura do mundo.
– Ela [a legislação atual] não tem base científica, ela não tem nenhum sentido econômico e social. Ela foi uma forma de acusar um terceiro pelos males que estão ocorrendo no Brasil – afirmou Paolinelli.
O ex-ministro defendeu que o Brasil tem hoje capacidade de desenvolver cientificamente os programas do qual precisa na área ambiental, transmitindo-os aos seus produtores.
– O Brasil que não tinha alimentos na década de 1970, o Brasil que se preparou para formar e ter uma agricultura mundial, uma agricultura tropical. É a melhor do mundo. Depois que o país montou isso, viraram contra o setor produtivo brasileiro como se ele fosse causador de todos os males e, sem nenhum debate, sem nenhuma razão científica, começaram a legiferar – completou Paolinelli.
Já Mantovani afirmou que é a favor de mudanças no Código Florestal , mas não da maneira que está sendo proposta pelo deputado Aldo Rebelo. Ele acusa o parlamentar de servir aos interesses de alguns grupos, assim como da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
– Isto virou uma guerra, que acabou envolvendo todo mundo e foi mau para todos nós, porque no fim não estamos fazendo nenhum avanço que era necessário, urgente para a agricultura brasileira, que é talvez a melhor agricultura do planeta e que está amarrada hoje neste emaranhado de legislações – disse Mário Mantovani.
Ele entende que é impossível separar agricultura de meio ambiente, já que a agricultura depende do ambiente.
– O que é necessário fazer é o Brasil agregar valor na sua agricultura. Não se pode mais fazer aquela agricultura do passado – defendeu.
Fonte: Canal Rural

Grãos sentem pressão de possível fim da greve na Argentina

O Ministério do Trabaho da Argentina ordenou que os trabalhadores portuários acabem com a greve que bloqueia os terminais de soja e grãos do país. O protesto já dura uma semana.
Nesta quinta-feira, os empregados se reunirão com os exportadores para tratar dos salários após a ordem que foi emitida na noite passada. O comunicado aponta que há um pedido público da presidente Cristina Kirchner pelo fim da paralisação.
A greve contribuiu para uma expressiva alta dos preços do milho e da soja na Bolsa de Chicago, que atingiram os maiores patamares em 30 meses. Isso foi reflexo da paralisação nos portos de Rosário, que respondem por mais de 70% de todos os embarques de soja, óleo de soja e farelo.
Diante desse possível término da greve, o mercado de grãos perde fôlego na CBOT, com ganhos bem mais tímidos do que os registrados na sessão noturna.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

FAPCEN Realiza um Giro Tecnológico

Para participar dos eventos ou obter maiores informações, ligar para a FAPCEN 99-3541-2422 ou 99-3541-4404 ou pelo e-mail: fapcen@fapcen.org.br


Financiamento do agronegócio passa de R$ 50 bi nos primeiros seis meses de safra

Brasília - O financiamento da agricultura empresarial brasileira cresceu 18,6% no primeiro semestre da safra 2010/2011 na comparação com o ciclo 2009/2010, passando de R$ 42,8 bilhões para R$ 50,8 bilhões. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que divulgou no dia 25/01/11 o balanço parcial dos recursos do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) já liberados, informou que apenas em dezembro passado foram emprestados R$ 9 bilhões, o que representa um aumento de 37% em relação ao mesmo mês de 2009.
O ano safra começa em julho de cada ano e vai até o fim de junho do ano seguinte. Para a safra 2010/2011, o PAP disponibilizou R$ 100 bilhões para a agricultura empresarial. Os destaques, segundo o Mapa, continuam sendo os segmentos agroindustrial e de cooperativas. O primeiro contratou R$ 4,6 bilhões em crédito rural, enquanto nas cooperativas foram aplicados R$ 2,3 bilhões em investimentos e capital de giro.
O coordenador-geral de Análises Econômicas do Mapa, Marcelo Guimarães, avaliou, por meio de nota, que o aumento dos financiamentos para o setor “demonstra um aquecimento e confiança dos agentes do agronegócio brasileiro”. Em relação aos R$ 12 bilhões já liberados para investimentos, Guimarães disse que “o agricultor tem aproveitado as condições favoráveis de financiamento para aumentar e desenvolver a capacidade produtiva de sua propriedade”.

Edição: Vinicius Doria
Fonte: Agência Brasil - Danilo Macedo

Milho: Chuvas na Argentina pressionam preços em Chicago nesta quinta-feira .

O sentimento de que as chuvas na Argentina serão suficientes para minimizar as perdas previstas nas lavouras de milho do país fez com que os preços do cereal fechassem em queda o pregão de quinta-feira na bolsa de Chicago. Os contratos para maio foram cotados a US$ 6,61 por bushel, queda de 7 centavos. Segundo a Bloomberg, as chuvas devem persistir no norte da Argentina, melhorando as perspectivas para a safra. Além disso, o USDA relatou que as exportações semanais americanas foram de 547,5 mil toneladas na semana encerrada no dia 20. O volume é 20% inferior ante a semana anterior e sinaliza uma retração na demanda depois dos preços terem alcançado a máxima em 30 meses. No Paraná, a saca foi negociada a R$ 21,56, queda de 0,46%, segundo o Deral.
Fonte: Jornal Valor Econômico em 28/01/2011.

Soja/CEPEA: Agentes aguardam novas safras

A comercialização de soja e derivados nos mercados internacional e doméstico esteve relativamente lenta na semana passada, segundo pesquisas do Cepea. No mercado externo, a preocupação com o clima na Argentina e os baixos estoques mundiais influenciaram os preços. No Brasil, conforme levantamentos do Cepea, produtores estão atentos ao desenvolvimento das lavouras e à colheita em algumas regiões. De modo geral, compradores aguardam o avanço dos trabalhos, na expectativa de possíveis quedas nos preços por conta do aumento da oferta. Já vendedores estão à espera de definição de produtividade desta safra, para analisar a disponibilidade total do produto e, então, negociar. Quanto aos preços, entre 14 e 21 de janeiro, o Indicador CEPEA/ESALQ (média de cinco regiões do Paraná) caiu 0,28%, fechando em R$ 50,08/sc de 60 kg na sexta-feira, 21. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa para o produto transferido no porto de Paranaguá teve baixa de 0,96% em sete dias, finalizando a R$ 51,50/sc de 60 kg.

Soja Pires Corretora de Soja e Milho (99) 3541-8051


O Clima do Maranhão na safra 2010/2011

Agricultores do sul do Maranhão estão contentes com o desenvolvimento das lavouras de soja. Depois de um período de estiagem, que prejudicou algumas plantações, está chovendo com mais regularidade e a expectativa é de uma boa safra.
A chuva deixa a terra úmida e os produtores aliviados com o tempo bom para as lavouras de soja no cerrado maranhense.
Seu Raimundo Costa semeou mil hectares em São Domingos do Azeitão, região centro-sul do estado. “Antes a soja estava aflorando e estava perdendo a flor porque estava faltando chuva. Agora está muito bom”, comentou o agricultor.
Seu Dorival Anziliero também estava preocupado com as lavouras que ocupam 1200 hectares no cerrado. “O tempo deu uma pequena estiagem, suspendemos o plantio, depois voltamos a plantar e correu tudo normal e hoje a lavoura está bem formada”.
Um veranico logo na formação das lavouras obrigou a maioria dos agricultores no sul do Maranhão a refazer o plantio. Ainda assim, o rendimento das lavouras deve crescer 15% este ano e a safra deve passar de um milhão e meio de toneladas.
Os agricultores maranhenses semearam 527 mil hectares, área 5% maior, segundo dados da Conab, a Companhia Nacional de Abastecimento.
Erivaldo Ferreira é gerente em uma fazenda também no município de São Domingos do Azeitão. Ele cuida de uma lavoura com 1150 hectares, 150 hectares a mais que no ano passado, e está animado com a chance de colher uma boa safra de soja. “A expectativa da gente é sempre a melhor. Se colhermos o que colhemos o ano passado está muito bom, em torno de 55 sacas por hectare, o que para a região é um bom rendimento”.


Esta matéria foi feita pela Rede Globo e apresentada no Globo Rural no dia 19/01/11. (acesse o site do globo rural e assista ao vídeo)

A Logística começa a ser um Gargalo no avanço da Agricultura do Maranhão


Arlindo Fucina, Gaúcho de Palmeira das Missões é hoje um preocupado produtor no Maranhão.
Vai colher 18 mil toneladas de soja, um recorde preocupante. Quanto vai custar o transporte de tudo isso para o porto? Fucina avalia que gastará US$ 2 por saca. A precária logística maranhense lhe custará US$ 600 mil. É um custo alto, quase 10% do valor atual da saca. É o custo real da ineficiência logística do país.
"Com US$ 2 a mais por saco de soja, reduziria a dependência financeira que tenho das tradings, poderia fazer investimento na fazenda, abrir mais áreas de produção. É só me devolver esses US$ 2 para ver o que eu poderia fazer", diz.

Idone Luiz Grolli, produtor de uma área de 2.600 hectares também em Balsas, estima em US$ 200 mil o corte de renda da safra 2009/2010 em decorrência do custo de transporte para os portos. A produção é negociada com as tradings (Bunge, Cargill), que descontam do produtor o custo logístico. "Quanto mais renda na mão do produtor, menor a dependência financeira, menor o custo financeiro, menor a pressa de vender quando o preço está ruim", diz.
O custo de US$ 75 por tonelada, tanto para o transporte ferroviário como para o rodoviário, é pesado demais para uma região a cerca de 800 km do que todos afirmam ser a melhor saída para o agronegócio.

Com a colheitadeira no campo, Deone Sandri abriu a safra do Nordeste brasileiro. A boa produção exige bom transporte. E aí... "Tivemos problemas em 2009. Perdemos 5% da produção devido aos congestionamentos nos portos", diz.

Como Fucina, a agricultura arremessa terra ao alto para que o país perceba como está o setor que responde por 42% das exportações nacionais.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo, Aprosoja e Site: noticiasagricolas.com.br

Vendo uma Fazenda na Região de Chapadinha - MA




Vendo uma Fazenda de 4.775 hectares.
Destes, 1.000 hectares já é área velha de cultivo de soja e já está corrigido e calcareado. Outros 800 hectares já estão desmatados e no ponto de enleirar.
A Fazenda já é toda Geo-referenciada e sua documentação está toda em dia.
Tem Casa Boa e nova, Galpão de 2.644 m2, Dois Silos Verticais, Secador, Elevador, Moega, Balança Rodoviária, Pré-Limpesa, Energia Elétrica Tri-fásica, Poço Artesiano e ainda tem linha telefônica.
Trata-se de uma ótima oportunidade de investimento numa região em franco crescimento agrícola.
Preço: R$ 2.750,00 por hectare
Contato: 99-3541-8051 ou 99-8839-8051 - Falar com Pires

Vende-se uma Fazenda de 9.627 hectares

Trata-se de uma área de 9.627 hectares de Cerrado com vocação para Compensação de Reserva Legal ou instalação de projeto de Sequestro e Crédito de Carbono.
Fica localizada ao lado do parque Estadual do Mirador, à 21 km da BR-230 pertencente ao município de Mirador - MA.
Já foi feito um levantamento para CREDITO DE REPOSIÇÃO FLORESTAL onde se constatou o seu potencial de 385.080m³ de acordo com tabela da Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Maranhão.
A área já é toda Georeferenciada e sua documentação está em dia.
Não há benfeitorias na propriedade já que como mensionado trata-se de uma área com vocação para preservação (Reserva Ecológica) e não para implantação de projeto agropecuário.
Preço por hectare: R$300,00
Contato: 99-3541-8051 ou 99-8839-8051 falar com Pires

Produção de grãos deve ultrapassar as 149 milhões de toneladas

A safra nacional de grãos do ciclo 2010/2011 deve chegar a 149,4 milhões de toneladas, com um aumento recorde de 0,1% ou cerca de 212 mil t sobre a safra passada (149,2 milhões de t). Com relação ao último levantamento, realizado em dezembro, a produção cresceu 0,22% ou o equivalente a 329,6 toneladas.
Uma das razões da evolução foi o ajuste de área do arroz e da melhoria de produtividade do milho 1ª safra e do trigo no Rio Grande do Sul. A previsão, no entanto, está condicionada à ocorrência de clima favorável para essas culturas e outras, como o algodão, a soja, o milho 2ª safra e o feijão.
Os números são do quarto levantamento realizado pela Conab no mês passado e divulgado nesta quinta-feira (6). A área destinada ao cultivo deve atingir 48 milhões de hectares, com 1,3% a mais que a cultivada no período anterior.
O algodão tem, em termos percentuais, o maior crescimento no volume de área, com 55,2% a mais que a safra passada, podendo atingir 1,8 milhão de toneladas de pluma ou seja, 640 mil t a mais que última safra, que foi de 1,2 milhão de t. O arroz deve crescer 8,3% (967,3 mil t) sobre o último ciclo, podendo alcançar 12,63 milhões de t, mesmo com uma retração na área de 0,7%. Já para o milho 1ª safra, prevê-se uma situação diferente, com uma queda de produção de 7,5%, podendo atingir 31,5 milhões de t, contra as 34 milhões de t da safra passada.
A área semeada com soja atingiu 24 milhões de hectares, com uma previsão de colheita de 68,6 milhões de toneladas e um crescimento de 0,2% sobre o último ciclo. O produto começou a ser colhido agora no Mato Grosso, com uma estimativa de boa produtividade. Nos demais estados, predomina o desenvolvimento vegetativo.
A pesquisa foi realizada por 51 técnicos, no período de 13 a 16 de dezembro, quando foram ouvidos representantes de cooperativas e sindicatos rurais, de órgãos públicos e privados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além de parte das regiões Norte e Nordeste.
(Raimundo Estevam)

LEILÃO DE VENDA: Conab realiza leilão de venda de milho

A Conab vai realizar nesta quarta-feira (05) leilão de venda de milho. Os três avisos de venda foram publicados ainda no mês de dezembro. No total serão comercializadas 267.672 toneladas para os estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rondônia, São Paulo e Rio Grande do Sul. O leilão será realizado a partir das 9h e o preço inicial de venda para o RS é de R$ 25,50 a saca de 60 quilos.
No Rio Grande do Sul estão sendo vendidas 13.468 toneladas. O milho gaúcho está estocado nos municípios de Cruz Alta, Doutor Maurício Cardoso, Erechim, Passo Fundo, Estrela e Pinhal da Serra. Podem participar do leilão todos os interessados em adquirir o produto.

Os interessados em participar do leilão de venda de milho podem entrar em contato com a Soja Pires Corretora pelo telefone (99) 3541-8051 ou (99) 8839-8051, ou pelo e-mail sojapires@hotmail.com

Engenheiro Agrônomo Disponível para o Mercado de Trabalho

O Eng. Agronomo Carlos Eduardo Pires está em busca de oportunidade de trabalho em Fazenda de produção de grãos ou em Empresa de Insumos Agrícolas. O mesmo tem vasta experiência em tratos culturais de lavouras de soja, milho, sorgo, arroz, etc...
Carlos Eduardo tem 27 anos, é natural de Londrina-PR e se formou na Universidade Federal de Viçosa - MG. Ele já trabalhou em empresas como: Aprosoja, Cooperativa Integrada, Fazenda e além disso já fez alguns trabalhos para a Embrapa Soja relacionados à Fitopatologia.
Apesar de jovem, Carlos Eduardo tem um ótimo senso de liderança e também espírito de trabalho em equipe e é por isso que o nós do Site "Agricultura no Maranhão" indicamos este profissional que tem um ótimo perfil e disponibilidade imediata para aprender e assumir novos desafios.
Contato: (43) 3337-0578 ou (43) 9994-0321

Perspectivas de Mercado da Soja

Desde que a safra de grãos 2010 começou em Balsas - MA, em meados de fevereiro, temos assistido uma sucessiva queda nos preços das principais comodites, oque é natural, afinal, quando a oferta passa a ser maior que a procura, a tendência é a queda natural dos preços.
Vale lembrar que me refiro tanto aos preços de exportações de grãos, quanto aos preços praticados no mercado interno. Pois bem, oque observei ao longo dos cinco últimos anos em que tenho participado ativamente deste mercado de grãos no Sul do Maranhão é que de Fevereiro a Junho os preços das comodites, soja e milho caem vertiginosamente e o motivo já mencionei acima (a lei da oferta x procura), no entanto, percebemos que dos meses de julho a janeiro a alta dos preços de grãos ocorre quase que diariamente.
Um exemplo disso é a Soja, que em janeiro deste ano atingiu em seu pico máximo o preço de R$ 53,00 por saca em Balsas – MA, já em fevereiro quando a safra começava, vimos o preço cair na primeira semana para R$ 50,00, no dia 15 de fevereiro compramos soja a R$ 49,00, no dia 01 de março os preço médio praticado já era de R$ 40,00 e pra encurtar a conversa, afirmo que em 25 de março de 2010, no augi da colheita, o preço da Soja já estava em R$ 30,00 por saca.
Pois bem, é impressionante o dinamismo do mercado de grãos que embora quem dita as “regras” seja a Bolsa de Chicago nos EUA (CBOT), o mercado interno também influencia nos preços praticados pela soja aqui do Nordeste, afinal, o consumo de grãos no Nordeste é muito grande se comparado à sua capacidade de produção, que diga-se de passagem que é bem limitada em função da falta de clima e de solo apropriado.
Todos nós que trabalhamos no mercado de grãos sabemos que os preços das comodites se dão por: CBOT + Premio, ou seja, nada mais é do que a lei da oferta e da procura, pois, tudo influencia para a formação do preço: a qualidade do produto, a quantidade do lote, as expectativas da safra nacional, as expectativas da safra internacional (não só dos EUA, mas mundial), a logística, a distancia de onde está o produto em relação ao seu destino final, em fim, tem toda uma cadeia complexa que estabelece o preço final do produto praticado dia a dia e talvez seja por este motivo que os preços variam tanto a cada semana e é aí que agente enxerga claramente os resultados de uma coisa fantástica chamada GLOBALISAÇÃO (todas as informações disponíveis a todas as pessoas do mundo inteiro ao mesmo tempo).
Para concluir, exemplifico mais uma vez com a soja, que já estamos assistindo a sua alta no mercado mostrando os preços praticados hoje (31 de agosto) é de média de R$ 42,00 por saca e na minha visão eu não tenho dúvidas de que pela escassez de soja disponível deste ano os preços chegarão a R$ 50,00 por saca antes do final do mês de dezembro.
Já para o ano de 2011, prefiro esperar mais um pouco antes de arriscar as minhas previsões.
Autor: Claudeir Pires – (sojapires@hotmail.com)

A Corretora SOJA PIRES se consolida no Nordeste Brasileiro

A Soja Pires Ltda se destaca na comercialização de Milho, Soja, Milheto e Sorgo, fornecendo estas matérias-prima para fábricas de rações, aviários, granjas, indústrias de bio-diesel e revendedores de milho ensacado.

Sediada na cidade de Balsas - MA (polo de produção de grãos) a empresa fornece grãos para os estados: Ceará, Pernambuco, Piauí, Maranhão, Tocantins, Rio Grande do Norte e Paraíba.

Além de vender grãos, a corretora Soja Pires se responsabiliza pelo transporte e entrega dos seus produtos em seu destino final, assegurando assim a qualidade dos seus produtos e a satisfação dos seus clientes.

Portanto, precisou de Soja, Milho ou qualquer outro cereal em grão, ligue para a Soja Pires Corretora de Grãos e consulte os preços CIF ou FOB.

Contato: (99) 3541-8051 ou (99) 8839-8051
e-mail: sojapires@hotmail.com

Transgênicos são bons para o agricultor e o ambiente, diz estudo nos EUA

Relatório científico alerta, porém, para o crescimento da resistência de pragas a herbicidas
Culturas geneticamente modificadas são lucrativas para os fazendeiros e podem ajudar a proteger o meio ambiente e as pessoas de uma overdose de pesticidas, disse um comitê de especialistas nessa terça-feira, 13.Mas existe o risco de que as pragas estejam desenvolvendo resistência ao Roundup, o herbicida usado para tratar campos cultivados com um certo tipo de planta transgênica, acrescentaram os pesquisadores.E a tecnologia da modificação genética não está sendo explorada o suficiente, em vista dos benefícios potenciais que possui, acrescenta o comitê do Conselho nacional de Pesquisa dos EUA."Estamos vendo evidências sólidas de que a resistência das pragas ao glifosfato está aumentando. Isso requer atenção séria", disse David Ervin, da Universidade Estadual do Oregon em Portland, que presidiu o comitê.Glifosfato é o principal ingrediente do herbicida Roundup, da Monsanto.A empresa criou várias culturas geneticamente modificadas para resistir ao efeito do produto que, segundo Ervin, substituiu agrotóxicos mais perigosos para a saúde humana.Nove pragas nos EUA desenvolveram resistência ao glifosfato em áreas onde culturas transgênicas são plantadas, em comparação com sete em áreas onde a modificação genética não é usada."Fazendeiros que adotaram culturas geneticamente modificadas têm experimentado custos de produção mais baixos e obtido produção maior, em muitos casos graças a um controle de pragas mais eficiente e perdas menores para insetos", diz o relatório do Conselho, que faz parte das Academias Nacionais de Ciência que aconselham o governo federal."Fazendeiros e seus empregados não apenas enfrentam uma exposição reduzida aos produtos químicos nocivos presentes em alguns herbicidas e inseticidas que eram usados antes da introdução das lavouras geneticamente modificadas, como passam menos tempo nos campos aplicando pesticidas".Ervin disse que o comitê não avaliou as questões de saúde ou segurança, que foram cobertas em relatórios anteriores. "Tentamos navegar pelo meio. Não quisemos ser pró ou contra", disse ele.O uso de culturas geneticamente modificadas para resistir a pesticidas também permite que os agricultores dependam menos de práticas que empobrecem o solo e causam erosão, afirma o relatório.Até agora, os genes que produzem resistência a pesticidas ainda não foram assimilados por plantas silvestres nos Estados Unidos, o que poderia criar superpragas, afirma o relatório, lembrando, porém, que o risco permanece.BRASILNo Brasil, o plantio e comercialização de variedades transgênicas depende da aprovação de órgãos do governo federal - a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e o Conselho Nacional de Biossegurança.O uso desse tipo de planta é duramente criticado por ambientalistas, que temem o impacto ecológico das variedades modificadas e alertam para as incertezas quanto ao impacto das plantas transgênicas na saúde humana, muito embora não exista confirmação de efeitos nocivos.No Brasil, produtos que contêm uma proporção de transgênicos superior a 1% devem apresentar um selo especial, para informação do consumidor.

Analistas acreditam em queda nos preços dos fertilizantes No primeiro trimestre de 2010, os produtos a base de nitrogênio subiram cerca de 30%


O preço do fertilizante, que subiu no início desse ano, deve voltar a cair e se manter abaixo dos valores praticados no ano passado. É o que esperam consultores de mercado. Na revenda onde o produtor faz as compras, o adubo subiu 24% de dezembro de 2009 a março desse ano. Os gastos com fertilizantes costumam ser maiores no caso da laranja, comparados com os grãos. Segundo os citricultores, além do adubo no solo, também precisam ser feitas várias aplicações de adubos foliares ao longo do ano. E quem vende laranja de mesa acaba gastando ainda mais, já que o fruto tem que chegar ao mercado quase perfeito.
De acordo com a Associação dos Misturadores de Adubos do Brasil (AMA Brasil), no primeiro trimestre de 2010, os produtos a base de nitrogênio subiram cerca de 30%. Nos que levam fósforo, a alta no preço chegou a 50%. Apenas os fertilizantes a base de potássio ficaram estáveis. O diretor da AMA Brasil, Eduardo Florence, afirma que a explicação está no mercado internacional. Com as safras maiores, a demanda por adubo aumentou principalmente no hemisfério norte.
– Houve no mundo todo uma retomada, um certo aquecimento da economia na Ásia, nos EUA, no mundo todo.
Mas essa alta de preços não deve durar muito tempo, avalia o consultor de mercado da Agroconsult, Cleber Vieira. Ele sugere que o produtor brasileiro espere pelo menos até junho para fazer as compras.
– A tendência é de queda a partir do momento que o plantio de encerra no hemisfério norte. A nossa expectativa é que em 2010 a média dos preços fique inferior ao que foi observado em 2009.

Políticas Públicas Promovem o uso Sustentável do Solo

“O Dia Nacional da Conservação do Solo representa mais uma oportunidade de reflexão da sociedade e governo sobre a importância de aperfeiçoar instrumentos de políticas públicas para aumentar a produtividade do solo e a competitividade do agronegócio”. A afirmação é do chefe de divisão de Agricultura Conservacionista do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Maurício Carvalho, que participou de simpósio sobre o tema, nesta quinta-feira (15), em Brasília.O planejamento de uso da terra e a adoção de tecnologias sustentáveis, adaptadas à realidade local, são indispensáveis para prevenir e reverter impactos negativos da atividade agropecuária inadequada. “Com o objetivo de viabilizar melhor uso, manejo e conservação do solo, o Mapa vem apoiando iniciativas, por meio de parcerias institucionais e financiamentos para a adoção de práticas conservacionistas, recuperação de pastagens, calagem e fertilização do solo”, explica.Segundo Maurício Carvalho, uma das técnicas agrícolas mais eficientes na conservação do solo é o Plantio Direto na Palha, que aumenta a produtividade, reduz gastos com combustível e protege o meio ambiente. “Esse sistema, revolucionário na agricultura, dispensa revolvimento do solo com o uso de grades e arados, trabalha com rotações de culturas e aumenta a matéria orgânica”, ressalta. O Programa de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta também foi citado, durante o evento, como estratégia para recuperação de solos e diversificação de renda do produtor rural.O Dia Nacional da Conservação do Solo é comemorado há 20 anos. O Mapa instituiu a data, por meio de Lei Federal, com o objetivo de promover debates, palestras e dias de campo para discutir o tema e conscientizar a sociedade quanto ao uso sustentável do solo.
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Plantio Direto e Rotação de Cultura com a Cara do Brasil

Em 1985, dez anos depois de criada a Embrapa Soja, o engenheiro agrônomo Celso de Almeida Gaudêncio colocou em prática uma pesquisa desenvolvida em Londrina que deixava os agricultores receosos: plantar sobre a palhada da lavoura anterior que, por sua vez, havia sido cultivada dentro de um sistema de rotatividade de lavouras. O medo de que o resto da colheita poderia infestar o plantio seguinte com insetos e ervas daninhas caiu por terra com o passar das safras e mostrou que os benefícios são muitos, a começar com o aumento médio comprovado de dez por cento na produtividade.
Passados 25 anos, pesquisadores da Embrapa, juntamente com o já aposentado Gaudêncio, seguem divulgando as técnicas, amparados em novos argumentos: as práticas ajudam na preservação ambiental, no controle natural de pragas, na prevenção à compactação e à erosão do solo, na redução de custos e principalmente na continuidade produtiva da propriedade. ''O plantio direto foi o primeiro passo e a rotação de cultura deu sequência a um trabalho desenvolvido ao longo dos anos e que hoje se tornou hábito nas lavouras brasileiras'', diz o pesquisador Júlio Cezar Franchini. Junto com o engenheiro agrônomo Henrique Debiasi, ele dá continuidade ao trabalho que Gaudêncio desenvolveu na Embrapa em parceria pioneira com a Cooperativa Coamo, na área de manejo de solo e fertilidade.
Segundo Franchini, a principal dificuldade atual é manter a qualidade e a eficiência do sistema de manejo. A pressão do mercado faz com que os agricultores façam a rotação de cultura apenas com soja e milho safrinha, deixando de lado opções de cobertura verde como aveia e azevém. O pesquisador também reclama do ''abandono'' do milho de verão, considerado ótima opção e que, segundo pesquisas, ampliam a produção da soja quando esta volta ao circuito. ''As escolhas atuais do agricultor rendem pouca palhada após a colheita, prejudicando a retenção de água e aumentando o ataque de pragas. Nós tentamos convencê-lo de que variações de cultivares em ambas as estações, podem render até dez sacas a mais de soja por hectare'', explica.
Outro problema identificado por Franchini e Debiasi é a compactação do solo, decorrente da concentração de operações em períodos chuvosos. Nos últimos anos, as colheitas estão cada vez mais concentradas entre janeiro e fevereiro. Além de colher a lavoura e deixar o campo exposto, o uso intensivo de caminhões e tratores sobre o solo úmido piora a situação.
Além de trabalhar na conscientização dos agricultores sobre estes problemas, a Embrapa também vem ampliando ao longo dos anos a estrutura do sistema com experimentos positivos na integração lavoura e pecuária, principalmente nas regiões norte e noroeste do Paraná. A idéia é simples: ao usar cobertura verde garante a proteção e recomposição do solo e ainda oferece alimentação para o gado. ''Levantamentos mostram que o risco de investimento na agricultura chega a 60%, enquanto que na pecuária, é de 40%. Ao juntar as atividades na propriedade, o risco cai para 25%. Os números são tão positivos que iniciamos, em 2006, experimentos com forrageiras tropicais'', diz Franchini, referindo-se ao consórcio entre braquiárias e milho safrinha. Na região entre Maringá e Cianorte, mais de 40 mil hectares já adotaram o consórcio.
Para o futuro, o sistema ideal será o consórcio lavoura-pecuária-floresta, já que o valor da madeira tem aumentado a cada ano no mercado. ''O Paraná sempre foi destaque nacional no desenvolvimento de sistemas de manejo. Um trabalho que começou lá atrás, com o Celso Gaudêncio, e que agora segue com parcerias entre Embrapa, Iapar, universidades, cooperativas e técnicos da Emater'', informa Franchini.
Fonte: www.agropecuarianoms.blogspot.com

Preço agrícola acumula alta de 0,94% em 12 meses,diz FGV


De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), os preços dos produtos agrícolas no atacado acumulam aumentos de 3,50% no ano e de 0,94% em 12 meses. Já os preços dos produtos industriais registraram taxas positivas de 2,69% no ano e de 0,74% em 12 meses.
O IPA-DI acumula altas de 2,88% no ano e de 0,79% em 12 meses até março, informou a FGV. Nesta quinta, dia 8, a instituição anunciou o IGP-DI do mês passado - sendo que o IPA-DI representa 60% do total do IGP-DI.
Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais apresentaram aumentos de 3,76% no ano e de 3,99% em 12 meses. Por sua vez, os preços dos bens intermediários tiveram elevações de 3,25% no ano e de 0,43% em 12 meses. Já os preços das matérias-primas brutas acumulam alta de 0,99% no ano, mas ainda registram queda de 3,05% em 12 meses.
Ao comentar o cenário da inflação no mês de março, a FGV também revelou a análise de preços por produtos. As mais expressivas altas de preço foram registradas em tomate (71,71%); leite in natura (8,39%); e feijão em grão (26,04%). Já as mais significativas quedas de preço, no atacado em março, foram registradas nos preços de soja em grão (-5,93%); álcool etílico anidro (-13,73%); e farelo de soja (-16,87%).
Fonte; fundacao Gertulio Vargas (FGV)

EUA começa a cumprir acordo firmado com o Brasil


O governo Barack Obama ignorou as reclamações do Congresso dos Estados Unidos e começou a cumprir o acordo com o Brasil. A partir desta quinta, dia 8, estão suspensos os pagamentos do programa de garantia de crédito à exportação agrícola previstos para este ano. Nesta quarta, 7, senadores americanos afirmaram que mudanças nos subsídios só poderiam ocorrer em 2012.
O Departamento de Agricultura dos EUA informou que os produtores teriam até o meio-dia desta quinta para garantir empréstimos nas condições atuais. Segundo comunicado do órgão, os recursos voltarão a ser oferecidos, mas com novos juros. Dos US$ 5,5 bilhões previstos para 2010, os EUA liberaram US$ 2,8 bilhões até o início da semana.
É a primeira medida concreta dos americanos para modificar os subsídios após o acordo selado com o Brasil na segunda, dia 5. Os EUA se comprometeram a suspender o programa enquanto negociam com os brasileiros juros menores e prazos mais curtos para o financiamento da exportação agrícola.
Se realmente mudarem o programa, os americanos vão desestimular a exportação, o pode elevar as vendas brasileiras de algodão, soja, carne de frango e carne suína - produtos em que o Brasil concorre com os EUA no mercado. O programa de garantia à exportação vale para todas as commodities agrícolas.
— O Congresso estava ameaçando, mas os americanos fizeram o que haviam prometido — disse Pedro de Camargo Neto, ex-secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e mentor do painel do algodão.
O governo brasileiro adiou para 22 de abril a retaliação contra produtos americanos. Se tudo caminhar bem, mais 60 dias serão concedidos para chegar a um acordo definitivo. A Organização Mundial do Comércio (OMC) autorizou o Brasil a retaliar, depois que os EUA se recusaram a tirar os subsídios considerados ilegais pelo órgão em um processo vencido pelo país. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Oportunidade de Negócio

Surge aqui uma ótima oportunidade de investimento em um negócio Rentável e Lucrativo.
Trata-se da Comercialização de Soja e Milho.
A empresa SOJAPIRES - Corretora de Grãos está buscando um parceiro para o seu fortalecimento de capital e aumentar a sua participação no mercado da comercialização soja e milho. Hoje a Empresa atua comprando grãos dos agricultores da região sul do Piaui e do Maranhão e comercializa com Avicultores de todo o Nordeste, traduzindo isto em volumes, a empresa embarca semanalmente cerca de 10 mil sacas de grãos geralmente para os estados do Pernambuco, Ceará e Paraíba.
Estes estados consomem juntos cerca de 1 milhão de sacas de grãos (soja e milho) por semana e há um déficit muito grande de comercializadores destes dois produtos, deixando assim uma lacuna, ou seja, surge ai uma grande oportunidade de negócio.
O forte da empresa SOJAPIRES é o seu conhecimento do negócio, pois já atua a 7 anos comprando soja e milho dos produtores rurais do Piaui e Maranhão e além de sua extensa Carteira de Clientes e fornecedores, a empresa tem um cadastro com quase todos os produtores rurais destes dois estados e também tem em seu banco de dados todos os avicultores do Nordeste.
Assim, fica aqui o convite e a dica desta ótima oportunidade de se associar a uma empresa séria, sólida e lucrativa.
Ass.: Claudeir Pires
Sojapires - Corretora de grãos
Rua Santo Amaro, 53A - Bairro Santo Amaro
Balsas - MA

Contato: 99-3541-8051 ou 99-8839-8051

e-mail: sojapires@hotmail.com

Será que voce não é um "Sr. Oliveira" ?


Imagine-se um hipotético indivíduo que doravante chamaremos de Sr. Oliveira.

O Sr. Oliveira é um homem comum. É um pai de família. Habita uma região metropolitana que poderia ser São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte ou Recife ou alguma outra grande cidade. Tem um emprego em uma instituição financeira, ou em uma revendedora de peças por exemplo. Pertence àquela classe média ligeira, que além de trabalhar 4 meses por ano de graça para o governo esforça-se para pagar as contas de aluguel, escola, natação e inglês dos filhos, plano de saúde, o guarda da rua e outros pormenores no fim do mês.O Sr. Oliveira levanta-se de manhã e veste-se com roupas de algodão, algodão esse crescido nos campos de Chapadão do Sul, MS e processado em Blumenau, SC. Talvez esteja um pouco frio, e ele use um pulôver de lã de carneiros criados em Pelotas, RS e fabricado em Americana, SP. Calça seus sapatos de couro vindo de bois do Mato Grosso, e fabricados em Novo Hamburgo, RS.

Ele toma café da manhã, com ovos vindos de Bastos, SP, leite de uma cooperativa do Rio de Janeiro, broa de milho colhido em Londrina, PR, um mamão vindo do Espírito Santo, suco de laranja de Araraquara, SP e um cafezinho vindo direto de São Lourenço, MG.Ele lê um jornal, impresso em papel feito de eucalipto crescido em Três Lagoas, MS.

O Sr. Oliveira entra em seu carro, abastecido com álcool de cana de açúcar produzida em Piracicaba, SP, com pneus de borracha saída dos seringais de São José do Rio Preto, SP.

Enquanto ele vai ao trabalho, a Sra. Oliveira vai às compras nos supermercados do bairro, sempre pesquisando os melhores preços das frutas, das verduras e da carne para não apertar o orçamento familiar.No almoço, o Sr. Oliveira come um filé de frango criado no Paraná, alimentado com soja de Goiás e milho do Mato Grosso, com molho de tomate de Goiás. Tem arroz do Rio Grande do Sul, feijão dos pivôs do oeste baiano. Tem salada das hortas de Mogi das Cruzes, SP. Suco de uvas do Vale do São Francisco e de sobremesa goiabada feita com goiabas de Valinhos, SP e açúcar de Ribeirão Preto, SP, e queijo de Uberlândia, MG. Outro cafezinho dessa vez da Bahia.Hoje a noite é de comemoração. Sua empresa fez um corte de pessoal mas felizmente o Sr. Oliveira manteve o emprego. Ele leva a esposa jantar fora. Vinho do Vale dos Vinhedos gaúcho. Presuntos e frios de porco criado em Santa Catarina, alimentado com soja paranaense, filet mignon de bois criados no Sul do Pará. Chocolate produzido com cacau do sul da Bahia. E outro café de Minas, adoçado com açúcar pernambucano.O Sr. Oliveira é um homem razoavelmente informado e inteligente. No dia seguinte ele lerá os jornais novamente. Pelos jornais ele ficará sabendo que há conflitos em terras indígenas recentemente demarcadas e fazendeiros cujas famílias foram incentivadas a ocupar aquelas terras há décadas atrás. Pelos jornais ele ficará sabendo que a pecuária é a maior poluidora do país (embora ele mesmo tenha o sonho de um dia abandonar a cidade poluída e viver no campo por uma qualidade de vida melhor). Pelos jornais ele tem notícias de invasões de terras, de conflitos agrários, de saques e estradas bloqueadas (o Sr. Oliveira é a favor da reforma agrária, embora repudie a violência). Pelos jornais ele toma conhecimento de ações do Ministério Público contra empresas do agronegócio (ele não entende que mal há em empresas que ganham dinheiro). Pelos jornais ele acha que a Amazônia está sendo desmatada por plantadores de soja e criadores de boi.Mas o Sr. Oliveira pensa que isso não tem nada a ver com ele.Pois eu gostaria de agarrá-lo pela orelha, e gritar bem alto, de megafone talvez, não um, nem dez, mas mil megafones que TUDO ISSO É PROBLEMA DELE SIM!Gostaria de lhe dizer que a agropecuária está presente em todos os dias da vida dele.Gostaria de lhe dizer que o agronegócio gera um terço do PIB e dos empregos do país. Gostaria de lhe dizer que quem diz que a pecuária polui mente descaradamente.Gostaria de lhe dizer que o maior desmatador da Amazônia é o INCRA, que com o dinheiro dos impostos dele sustenta assentamentos que não produzem absolutamente nada, condenando uma multidão de miseráveis manipulados por canalhas balizados por uma ideologia assassina à eterna assistência do Estado.Gostaria de lhe dizer que estes mesmos canalhas estão tentando, sob a palatável desculpa dos direitos humanos, acabar com o direito de propriedade, arruinando qualquer futuro para o agronegócio brasileiro.Gostaria de lhe dizer, que os mesmos canalhas querem fechar índios que há 5 séculos estão em contato com brancos em gigantescos zoológicos onde eles estarão condenados à miséria e ao suicídio.Gostaria de lhe dizer que índios são 0,5% da população brasileira e não obstante são donos de 13% do país.Gostaria de lhe dizer que querem transformar 2/3 do país em reservas e parque que estão sendo demarcados sobre importantes reservas minerais e aqüíferos subterrâneos essenciais para o futuro do país.Gostaria de lhe dizer que a agricultura ocupa apenas 7,5% da superfície do país, e que mesmo assim somos os maiores exportadores do mundo de carne, soja, café, açúcar, suco de laranja e inúmeros outros produtos.Gostaria de lhe dizer que podemos dobrar ou triplicar a produção pecuária do país sem derrubar uma árvore sequer.Gostaria de lhe dizer que produtores rurais não são a espécie arrogante e retrógrada que os canalhas dizem que são. São gente que está vivendo em lugares onde você não se animaria a viver, transitando por estradas intransitáveis e mortais, acordando nas madrugadas para ver nascer um animal, rezando para chover na hora de plantar e para parar de chover na hora de colher, com um contato e um conhecimento da natureza muito maior do que o seu. São gente cujos antepassados foram enviados às fronteiras desse país para garantir que esse território fosse nosso, foi gente incentivada a abrir a mata, abrir estradas, plantar e colher, às vezes por causa do governo, às vezes apesar dele.Gostaria enfim de gritar a plenos pulmões, que qualquer problema que afete um produtor rural, uma empresa rural, uma agroindústria É UM PROBLEMA DELE, DO PAÍS E DO MUNDO.Sim, porque no mesmo jornal que o Sr. Oliveira leu, há uma nota de rodapé que diz que há 1 bilhão de pessoas no mundo passando fome.E grito finalmente para o Sr. Oliveira e tantos outros iguais a ele: ABRA OS OLHOS! e desconfie daqueles que querem transformar o agronegócio em uma atividade criminosa.

Oportunidade de Emprego

Fazenda produtora de soja no Maranhão está selecionando profissionais para trabalhar.
Pré-Requisitos: Operador de Máquinas, com no mínimo 4 anos de experiência, que tenha ótimas referências profissionais e pessoais, que entenda de lavouras de soja, milho, arroz, etc..., que entenda de mecânica de tratores, que saiba trabalhar com aplicação de defensivos agrícolas. Que saiba operar colheitadeiras. Pode ser casado, porém que não tenha filhos em idade escolar, pois não há escola próxima da fazenda. Há também possibilidade de a esposa deste profissional trabalhar na fazenda como cozinheira.
Os interessados podem enviar Curriculum para: sojapires@hotmail.com
Salário Inicial: R$ 1.000,00 (operador de máquinas) e Salário mínimo para a esposa trabalhar como cozinheira da fazenda.
Ambos com Carteira Assinada

A Crise Econômica Mundial

O Mundo está atravessando uma das maiores Crises Econômicas de todos os tempos, Bolsas em forte queda, mercado de Ações em baixa, empresas, Bancos e Agentes Financiadores em falência, em fim, uma loucura total.
O nervosismo econômico chega a ser algo assustador, um dia o dólar fecha em forte queda, no outro ele tem uma reação surpreendente e assim esta tal crise vai se arrastando no mundo da Especulação.
Mas vem a indagação do agricultor: “Em que isto tudo me afeta diretamente?”
Ora, talvez hoje você nem perceba, mas influencia e muito. Para alguns diretamente e para outros indiretamente, pois, os impactos muitas vezes vem em cadeia. A maioria dos insumos agrícolas são precificados em dólar (fertilizantes, agroquímicos, sementes, etc...), e se o dólar sofre alta, automaticamente todos estes produtos são reajustados.
Mas uma coisa temos que ter em mente: “ Com crise ou sem crise, o mundo precisa de alimentos!”
Já está na hora do plantio lá nos EUA, e saiba que muitos dos agricultores de lá estão reduzindo suas áreas de plantio, pois, os agentes financiadores da agricultura Norte Americana estão pulando fora e preferindo não se arriscarem em meio a tantas turbulências, ou seja, se os EUA plantarão menos do que estava previsto isto será muito bom para nós brasileiros, afinal, aqui o Governo está empenhado em liberar recursos para que a Agricultura Brasileira continue forte e competitiva no cenário mundial. Estamos vendo o Lula e o Guido Mantega em todos os seus pronunciamentos dizerem abertamente que não vão faltar recursos para a Agricultura, nem neste ano e nem no próximo.Sendo assim amigo agricultor, o meu conselho é: “Plante que o mundo garante”. Com crise ou sem ela, o mundo precisa de alimentos.
Autor: Claudeir Pires