Investimento em Soja e Milho


A Soja Pires está buscando parceiros investidores para investirem na aquisição de Soja e Milho na época de safra e venda na entressafra.
Trata-se de um investimento sólido, palpável, rentável e seguro, pois, como ocorrem todos os anos a várias décadas a “lei da oferta e da procura” gera uma oscilação gigantesca na cotação da Soja e do Milho durante o ano. O Fato, é que na época da safra (período de colheita entre os meses de março e maio) a oferta de grãos é muito grande e isto faz com que os preços caiam significativamente, pois, todos os agricultores estão colhendo ao mesmo tempo e precisam vender para quitarem suas contas e se capitalizarem, além disso, muitos agricultores não têm silos para estocarem toda a sua produção, oque os obriga a vender boa parte de sua safra no período de colheita por falta de lugar para armazenar sua soja ou milho.
Já nos meses de agosto a janeiro (entressafra) a procura por grãos e a escassez dos mesmos faz com que os preços sofram fortes altas.
Detectado isto ao longo de 11 anos de atuação no mercado de grãos, a Soja Pires adotou um projeto arrojado e muito bem estruturado para aproveitar esta lacuna e oportunidade de negócio que se escancara todos os anos.
A Soja Pires está implantando o seu Projeto de Expansão com a construção de uma Unidade de Recebimento e Armazenagem de Grãos em Balsas – MA, será uma bateria de silos verticais com capacidade estática para 300 mil sacas de grãos (18.000 Ton.). A estratégia é comprar na safra, estocar e vender 8 meses depois agregando valor ao produto. Será um investimento de 5 milhões de reais na construção da Unidade de armazenagem e mais 10 milhões de Reais em capital de Giro para aquisição dos grãos.
Só para ilustrar o potencial lucrativo do projeto por exemplo: O Milho estava sendo comercializado a R$ 19,00 em julho de 2013 e hoje, 8 meses depois está sendo comercializado a R$ 31,00 aqui em Balsas, ou seja, uma variação de R$ 12,00 por saca num intervalo de 8 meses apenas. Se este nosso projeto já estivesse rodando, seria uma margem de lucro de: 300 mil sacas x R$ 12,00 = R$ 3.600.000,00 em apenas 8 meses. Daí teríamos que considerar os custos, investimentos e despesas da Unidade, oque representa uma média de 20% da lucratividade bruta, ainda assim sobraria um lucro líquido de aproximadamente mais de R$ 2.800.000,00 em apenas 8 meses (capital de giro investido R$ 5.700.000,00).
Não estamos reinventando a roda, esta estratégia já é adotada por muitas outras empresas do agronegócio, apenas estamos ampliando as ações da Soja Pires frente a nossa participação no mercado de grãos do Maranhão.
A Soja Pires é hoje a maior corretora de grãos do Maranhão para o Mercado Interno (Nordeste), já fornecemos soja e milho a 10 anos para as principais granjas e indústrias de rações do Nordeste. Nossa meta para 2015 é começarmos a entrar no mercado de exportações de grãos para os países asiáticos, além de implantar este nosso projeto de armazenagem safra e entressafra.
Além de Compra e Venda de Grãos, a Soja Pires tem outra forte ferramenta de acesso ao mercado, pois, também vende insumos agrícolas para os agricultores do Maranhão e isto faz com que eles deixem de ser apenas fornecedores de Grão para a Soja Pires e passam a ser também clientes da Soja Pires. Muitas vezes nós fazemos a chamada VENDA CASADA, fornecendo ao agricultor os insumos e ele nos paga com grãos, desta forma nossa empresa “amarra todas as pontas”.
Seja um parceiro da Soja Pires, invista num projeto sólido, lucrativo e seguro.
Conheça um pouco mais sobre a Soja Pires assistindo o nosso Vídeo Institucional pelo You Tube.
Soja Pires Ltda
99-3541-8051
99-8839-8051 – Claudeir Pires
sojapires@hotmail.com

TEGRAM – A Democratização da exportação de grãos pelo Porto do Maranhão



Está sendo construído em São Luis – MA, no Porto do Itaqui o TEGRAM – Terminal de Grãos do Maranhão, que vai significar a mudança do eixo de exportação de grãos do Brasil, principalmente para as regiões produtoras do Norte, Centro-Oeste e Nordeste.
Um projeto gigantesco com um investimento inicial de 480 milhões de reais totalmente bancados pela iniciativa privada através de um consórcio formado por 8 grandes empresas, destas, algumas são Trades (multinacionais) e outras são nacionais mesmo.
Para esta primeira etapa que já começa a funcionar em julho de 2014 estão sendo construídos 4 grandes armazéns com capacidade para 125 mil Ton. em cada um.
A logística é o grande diferencial do TEGRAM, pois a ferrovia Norte-Sul seré responsável pelo transporte dos grãos e se interconectará com os 4 grandes armazéns do TEGRAM através do sistema de recepção ferroviária no qual 4 vagões serão descarregados ao mesmo tempo em uma moega ágil e eficiente. Além disso, também tem também o sistema de recepção rodoviária onde estão sendo construído 2 Tombadores de Caminhões que poderão ser descarregados simultaneamente.
O TEGRAM terá uma capacidade estática para 500 mil Ton. de grãos, isto permitirá carregar mais de 7 navios panamáx (cerca de 70 mil ton. em cada navio), com uma agilidade de carregamento de navio de 2.500 Ton. por hora, ou seja, cada navio será carregado em apenas 28 horas de trabalho. Isto representará uma agilidade muito grande no escoamento da safra brasileira produzida nestas 3 regiões supra citadas.
Até o momento, toda a operação de carregamento dos navios está concentrada na mão de apenas uma empresa (Vale), num monopólio que custa caríssimo e com uma morosidade e ineficiência drástica, pois, hoje os navios que vem buscar grãos no Porto do Itaqui ficam mais de 20 dias aguardando para atracarem e mesmo atracados a velocidade de carregamento é lenta. Isto encarece o frete náutico, pois, cada diária de navio parado custa mais de 40 mil dólares.
Com o TEGRAM qualquer empresa do Agronegócio brasileiro terá acesso a exportação e não mais apenas “meia dúzia” de Trades num jogo de cartas marcadas através de Cartel com a atual empresa operadora do Porto.
Qualquer empresa poderá fechar contratos com compradores de grãos (soja ou milho) do exterior e contratar uma destas 8 empresas participantes do Consórcio TEGRAM para prestarem este serviço de receberem sua safra e carregar seu navio.
Isto sim é Livre Mercado.
Isto sim é Livre Concorrência.
Autor: Claudeir Pires – 99-8839-8051
OS.: Assista o vídeo do projeto TEGRAM no you tube

Safra 2014 no Maranhão



A Safra de grãos 2014 no Maranhão se aproxima da reta final apresentando resultados de produtividade bem satisfatórios para os Agricultores Maranhenses, embora como já se esperava está ocorrendo uma pequena “quebra de safra” da ordem de 10% a 15% na produtividade devido a fatores climáticos (veranicos) e também devido ao severo ataque das lagartas.
Além da boa produtividade, os preços também estão muito favoráveis pra quem produz no Maranhão, pois, a logística do Maranhão é muito boa por estar próximo ao porto (800 km de estradas boas) e também próximo do Mercado Interno consumidor (Nordeste). Isto favorece muito ao agricultor, pois, acaba recebendo um bom preço pelos seus produtos (milho e soja) em função destas facilidades de escoamento.
No Maranhão já se Cultiva mais de 750 mil hectares de grãos entre Soja e Milho safrinha: são 550 mil hectares de Soja, 50 mil hectares de milho safra verão e mais de 150 mil hectares de milho safrinha.
A Soja hoje no Maranhão está cotada a R$ 61,00 e o Milho a R$ 31,00 e os agricultores que não fizeram contratos de vendas antecipadas e apostaram na alta dos preços estão rindo atoa.
Conheça um pouco mais sobre a agricultura no Maranhão acessando o vídeo institucional da Soja Pires no You Tube.
Autor: Claudeir Pires - 99-8839-8051

Controle de Helicoverpa no Maranhão



Depois dos prejuízos sofridos com as lagartas na última safra, em especial as dos gêneros Helicoverpa e Heliothis, a expectativa para esta nova safra de soja (2013/14) era de novos problemas para controlar a praga. No entanto o que se vê a campo são lavouras muito bem conduzidas no que diz respeito ao manejo de pragas.


Imagens como essa tem sido raras em nossas lavouras este ano
               

Lavoura de soja bem manejada – Ilha de Balsas

O produtor se preparou muito bem este ano para evitar que os prejuízos contabilizados no ano passado se repetissem. O resultado disso é que as lagartas têm incomodado bem menos do que se esperava  até o momento. O segredo do sucesso é simples:

- Monitoramento constante das lavouras, acompanhando os estágios de desenvolvimento e índices populacionais das pragas;

- Utilização de inseticidas específicos para controle de cada tipo de lagarta e uso de inseticidas reguladores de crescimento (fisiológicos), proporcionando melhor controle e ampliando o efeito residual das aplicações;

- Realização de pulverizações em condições ambientais favoráveis, atingindo as pragas dentro dos estágios de controle recomendados.

Aplicação nas horas mais frescas do dia ajuda a aumentar a vida útil do animal

                Pra os que previam uma safra catastrófica o produtor mostrou mais uma vez que tem saco roxo sua habilidade de superar os desafios que a atividade agrícola traz. No fim das contas a Helicoverpa nos deixou mais técnicos e rigorosos quanto à qualidade das aplicações e  novas tecnologias, mais atentos aos cuidados com a lavoura e com a qualidade e o modo de ação dos produtos.
                Lição aprendida, porém não comemoremos antes da hora. Algumas microrregiões, como a ilha de Balsas, por exemplo, tem sofrido com veranicos de mais de 15 dias. Essa condição de baixa umidade relativa prejudica a proliferação dos fungos inimigos naturais de lagartas, além disso, o clima seco e as temperaturas elevadas também reduzem a eficiência das aplicações. Lagartas como a falsa-medideira que atacam inicialmente o terço inferior exigem ainda mais da qualidade da aplicação para que o produtos utilizados para seu controle atinjam o alvo,  ou seja, este cenário pode trazer novos surtos populacionais de lagartas.

Vagens sem sintomas de ataques de lagartas



MARCOS MACHADO FERREIRA

É Engenheiro Agrônomo Formado pela Universidade Federal de Mato Grosso.
Consultor de Vendas na Soja Pires Commodities.
Nas horas vagas escreve para o Blog: Agricultura no Maranhão.

Cooperativa de Crédito em Balsas

O Empresário Claudeir Pires está coordenando um grupo formado por Produtores Rurais e demais empresários para a criação da Cooperativa de Crédito de Balsas filiada ao SICREDI. Uma instituição financeira que chega para incrementar a economia local com expressiva participação tanto no ramo do Agronegócio quanto no Comércio.

Este grupo contará com o apoio da ACIB e do SEBRAE para a sua formação e estará se reunindo nos próximos dias para juntos dar início à sua constituição.

Cooperativa de Crédito é uma associação de pessoas, que buscam através da ajuda mútua, sem fins lucrativos, uma melhor administração de seus recursos financeiros.

O objetivo da cooperativa de crédito é prestar assistência creditícia e a prestação de serviços de natureza bancária a seus associados com condições mais favoráveis.

Os empreendedores interessados no cooperativismo podem e devem fazer parte deste grupo, basta entrar em contato pelo telefone: 99-8839-8051 – falar com Pires ou enviar e-mail para: cooperbalsas@outlook.com e se cadastrar informando: Nome completo, Empresa, e-mail e telefones.

Venha para a Agrobalsas 2013 a maior feira de Agronegócios do Nordeste

Visite o Standa da Soja Pires durante a Feira
Ofereceremos um churrasco de confraternização para os nossos parceiros e amigos no dia 16/05, venha para o Stand da Soja Pires.

Vem aí o Anel da Soja

Um projeto de melhorias nas rodovias e ferrovias que irá otimizar a logística do escoamento da safra.

O Governo Brasileiro prefere pagar mais caro melo Milho Argentino do que Valorizar a Safra Nacional

A suposta decisão do governo brasileiro de importar milho da Argentina, mesmo mais caro, para abastecer o Nordeste afetado pela seca é criticada por João Carlos Kopp, JC.Kopp Consult. “O Ministério da Agricultura negou as informações, mas de qualquer forma consultei alguns colegas argentinos e eles foram unânimes em afirmar que é praticamente impossível que alguém aceite”, disse o consultor.


Ele explica que seria necessário trazer o milho a 4.000 km de distância com preço de U$ 300/ton somente de frete, mais o custo de U$ 180/ton no porto na Argentina. “O milho iria chegar no Ceará em torno de U$ 480/ton. Não digo que seria impossível o governo fazer essa manobra, pois no nosso País esses absurdos acontecem em benefício de alguns poucos, mas não podemos permitir que uma atrocidade como esta venha a acontecer”, enfatiza Kopp.

Ele ainda afirma que a situação seria melhor se o governo brasileiro não penalizasse o produtor com “a falta de infraestrutura e o aumento absurdo dos preços de frete”. “Vou mandar um recado para a Dilma: se vão pagar mais do que estão pagando no mercado local, eu tenho mais de 2 milhões de toneladas para entregar no Nordeste”, ironiza o consultor.
Fonte: Agrolink

Autor: Leonardo Gottems

Ótimo momento para se Investir em Soja

É surpreendente a queda nos preços da soja nos últimos 30 dias, isto se deve ao aumento da oferta do grão devido ao início da colheita no Brasil e a retomada das chuvas nas lavouras da Argentina e USA, principais polos produtores de soja.
Ha cerca de 45 dias atrás a soja atingiu preços recordes em toda a história, pois, após a frustração das safras Norte Americana, Argentina e Sul do Brasil na safra 2011/2012 a oferta praticamente sumiu e a demanda cresceu bruscamente, daí vêio uma espécie de "leilão" no mercado estrangeiro, pois, as Trade tinham contratos de entrega de soja para cumprirem suas entregas e não conseguiam cumprir devido a inesperada frustração das lavouras nas regiões supra citadas.
Outro fator que impulsionou os preços é que os Estoques mundial de grãos nunca estiveram tão baixos (e ainda estão), com isso, empresas visionárias e conhecedoras do mercado tentaram comprar o máximo de produto possível, pois, sabiam que o lucro seria certo. Com isto a soja em Dezembro de 2012 chegou ao histórico preço de R$ 95,00 por saca (preço pago por granjas e indústrias de Pernambuco e Ceará). No entanto vale ressaltar que os contratos a estes preços não foram volumosos, pois, o mercado interno não absorve tanto e também os granjeiros vêm enfrentando uma grave crise devido aos altos custos das suas matérias prima para rações.
O fato é que temos acompanhado a queda dos preços com o início da colheita da soja neste mês de fevereiro e ao que tudo indica, tende a cair um pouco mais no mês de março.
Hoje, o preço pago pela soja no Maranhão é de R$ 51,00 (Trade - Exportação) e R$ 53,00 (mercado interno).
De acordo com as minhas previsões os preços devem cair para R$ 50,00 por saca no mês de março e permanecer nestes patamares até o início de abril, a partir daí acredito na reação dos preços e no aumento da demanda devido ao aquecimento das exportações do grão neste período.
Digo que "a hora é agora", pois, com esta queda dos preços e com a informação de que os estoques mundiais estão cada vez mais baixos o mercado de exportação tende a mais uma vez "explodir" assim como no ano de 2012, onde a soja em março era comercializada a R$ 45,00 e em dezembro chegou a R$ 87,00 FOB. O Agricultor que colheu e guardou lucrou bastante e o agricultor que colheu e vendeu ou até mesmo fez contratos antecipados deixou de ganhar, pois, perdeu dinheiro.
Para investidores o momento é de compra, mesmo que não sejam do ramo, vale a pena comprar e depositar em “Armazéns Gerais”, empresas especializadas em armazenamento de grãos como a Soja Pires por exemplo e deixar para vender a partir de julho onde o gráfico de valorização do grão sobe explosivamente todos os anos e comprova que Investir em Soja é Lucro Certo.
Mais informações: 99-3541-8051 ou 99-8839-8051 - Pires

Silo Bolsa

Está sendo inaugurada em Balsas - MA uma nova loja chamada Casa do Silo Bolsa, com o objetivo de atender as necessidades dos agricultores a loja chega com uma visão de mercado totalmente voltada para o cliente, com bom atendimento, agilidade, preço justo e pós venda técnico para auxiliar o cliente a fazer uma utilização correta do produto. A Casa do Silo Bolsa é representante exclusiva no Maranhão da industria Pacifil Brasil, uma empresa séria, moderna e comprometida com a qualidade e com o meio ambiente.
O Silo Bolsa tem sido a melhor alternativa para a armazenagem de grãos, sua utilização tem se tornado cada vez mais frequente pelos produtores de Soja e Milho.
Uma das grandes vantagens do Silo Bolsa é o baixo investimento, pois, cada bolsa tem um custo de menos de R$ 0,50 por saca de grão armazenado.
O fabricante dá garantia de 24 meses contra sol e chuva, além de não haver "quebra técnica", pois, o grão armazenado com 14% de umidade será retirado com a mesma umidade, afinal, o silo é vedado e não tem como entrar ou sair umidade da bolsa.
Casa do Silo Bolsa - 99-3541-8051 ou 99-8839-8051
Av. Gov. Luis Rocha, 2009, Bairro Setor Industrial, Balsas - MA

Soja/CEPEA: Indicadores não param de subir


Os preços da soja e derivados não param de subir no Brasil, de acordo com levantamentos do Cepea. A forte demanda dá sustentação aos preços desde meados de fevereiro, diante da queda da oferta da América do Sul. Segundo pesquisadores do Cepea, também há incertezas quanto à nova safra americana, fazendo com que as cotações sigam firmes, o que tende a estimular produtores daquele país a expandir a área cultivada com a oleaginosa, podendo melhorar a oferta total.


Mesmo assim, tudo indica que a relação estoque/consumo ainda continuará apertada até pelo menos a chegada da nova safra da América do Sul. Entre 27 de abril e 4 de maio, a média ponderada das regiões paranaenses, refletida no Indicador CEPEA/ESALQ, teve elevação de 1,21%, indo para R$ 61,17/sc de 60 kg. No mesmo período, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (produto transferido para armazéns do porto de Paranaguá) avançou 0,92%, finalizando em R$ 63,88/saca de 60 kg na sexta-feira – recorde histórico em termos nominais. Já ao ser convertido para dólar (moeda prevista nos contratos futuros da BM&FBovespa), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa fechou a sexta a US$ 33,27/sc de 60 kg, recuo de 0,86% no mesmo período.

Fonte : Cepea/Esalq
Data : Seg, 07 de Maio de 2012 10:25
A Soja Pires Convida a todos os amigos, clientes e parceiros e nos visitar durante a Agrobalsas 2012.

Soja Ardida para Biodiesel

A Corretora Soja Pires Ltda, informa às Indústrias de Biodiesel que já dispoe de Lotes de Soja Ardida colhido na safra 2011.

O Lotes estão em diferentes regiões do brasil como: MS, MT, GO, BA, MA, TO e sul do PI.

Além da venda de grãos FOB, a Corretora Soja Pires também trabalha com a modalidade CIF (frete incluso até o destino final).
Os interessados podem fazer contato pelos telefones: 99-3541-8051 99-8839-8051 e-mail: sojapires@hotmail.com

Somos Contra a Moratória Florestal no Maranhão


Estamos prestes a sermos surpreendidos por uma Moratória Florestal por cinco anos sem Desmatamento (desmatamento zero) prevista pra ser estabelecida no relatório do Senador Aldo Rebelo para o Novo Código Florestal Brasileiro, o que para nós seria uma tragédia, já que o desenvolvimento da agricultura no maranhão estaria fadado à uma produção medíocre. Precisamos abrir novas áreas do Cerrado maranhense SIM, claro que respeitando a legislação ambiental, no entanto, tem muitas áreas de Cerrado com alto potencial produtivo que estão ociosas. O Efeito desta Moratória de 5 Anos de desmatamento Zero, seria a condenação da população maranhense a continuar com a probreza e o desemprego como sua marca registrada como já é a décadas, sem perspectivas de melhorias da sua renda percapta.
Não é isso o que nós empreendedores do Maranhão queremos, o que queremos é produzir alimentos para uma população cada vez mais ávida por comida, queremos gerar empregos, queremos gerar renda através de uma agricultura responsável e sustentável.

Autor: Claudeir Pires

Aluga-se Colheitadeiras Novas

Temos 10 colheitadeiras novas e semi-novas para prestação de serviços de colheitas de soja e outros grãos, com disponibilidade imediata para deslocar as máquinas para qualquer região do país, no entanto, já temos 5 máquinas disponíveis no Maranhão. Os preços serão combinados de acordo com a quantidade de serviços de cada fazenda.
Contato: 99-3541-8051 ou 99-8839-8051

A Polêmica mudança no Código Florestal Brasileiro

A bancada do agronegócio quer votar o quanto antes as mudanças do Código Florestal. Este foi o tema do debate desta terça, dia 1º, do programa Mercado, Arte e Cia. O programa contou com a participação do ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli e do ambientalista Mário César Mantovani, da Fundação SOS Mata Atlântica.
Paolinelli é a favor das mudanças no Código Florestal propostas pelo deputado Aldo Rebelo, e disse que o Brasil vem fazendo uma legislação altamente burra em cima do seu sistema produtivo. De acordo com ele, o que se pretendeu foi inibir a melhor agricultura do mundo.
– Ela [a legislação atual] não tem base científica, ela não tem nenhum sentido econômico e social. Ela foi uma forma de acusar um terceiro pelos males que estão ocorrendo no Brasil – afirmou Paolinelli.
O ex-ministro defendeu que o Brasil tem hoje capacidade de desenvolver cientificamente os programas do qual precisa na área ambiental, transmitindo-os aos seus produtores.
– O Brasil que não tinha alimentos na década de 1970, o Brasil que se preparou para formar e ter uma agricultura mundial, uma agricultura tropical. É a melhor do mundo. Depois que o país montou isso, viraram contra o setor produtivo brasileiro como se ele fosse causador de todos os males e, sem nenhum debate, sem nenhuma razão científica, começaram a legiferar – completou Paolinelli.
Já Mantovani afirmou que é a favor de mudanças no Código Florestal , mas não da maneira que está sendo proposta pelo deputado Aldo Rebelo. Ele acusa o parlamentar de servir aos interesses de alguns grupos, assim como da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
– Isto virou uma guerra, que acabou envolvendo todo mundo e foi mau para todos nós, porque no fim não estamos fazendo nenhum avanço que era necessário, urgente para a agricultura brasileira, que é talvez a melhor agricultura do planeta e que está amarrada hoje neste emaranhado de legislações – disse Mário Mantovani.
Ele entende que é impossível separar agricultura de meio ambiente, já que a agricultura depende do ambiente.
– O que é necessário fazer é o Brasil agregar valor na sua agricultura. Não se pode mais fazer aquela agricultura do passado – defendeu.
Fonte: Canal Rural

Grãos sentem pressão de possível fim da greve na Argentina

O Ministério do Trabaho da Argentina ordenou que os trabalhadores portuários acabem com a greve que bloqueia os terminais de soja e grãos do país. O protesto já dura uma semana.
Nesta quinta-feira, os empregados se reunirão com os exportadores para tratar dos salários após a ordem que foi emitida na noite passada. O comunicado aponta que há um pedido público da presidente Cristina Kirchner pelo fim da paralisação.
A greve contribuiu para uma expressiva alta dos preços do milho e da soja na Bolsa de Chicago, que atingiram os maiores patamares em 30 meses. Isso foi reflexo da paralisação nos portos de Rosário, que respondem por mais de 70% de todos os embarques de soja, óleo de soja e farelo.
Diante desse possível término da greve, o mercado de grãos perde fôlego na CBOT, com ganhos bem mais tímidos do que os registrados na sessão noturna.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

FAPCEN Realiza um Giro Tecnológico

Para participar dos eventos ou obter maiores informações, ligar para a FAPCEN 99-3541-2422 ou 99-3541-4404 ou pelo e-mail: fapcen@fapcen.org.br


Financiamento do agronegócio passa de R$ 50 bi nos primeiros seis meses de safra

Brasília - O financiamento da agricultura empresarial brasileira cresceu 18,6% no primeiro semestre da safra 2010/2011 na comparação com o ciclo 2009/2010, passando de R$ 42,8 bilhões para R$ 50,8 bilhões. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que divulgou no dia 25/01/11 o balanço parcial dos recursos do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) já liberados, informou que apenas em dezembro passado foram emprestados R$ 9 bilhões, o que representa um aumento de 37% em relação ao mesmo mês de 2009.
O ano safra começa em julho de cada ano e vai até o fim de junho do ano seguinte. Para a safra 2010/2011, o PAP disponibilizou R$ 100 bilhões para a agricultura empresarial. Os destaques, segundo o Mapa, continuam sendo os segmentos agroindustrial e de cooperativas. O primeiro contratou R$ 4,6 bilhões em crédito rural, enquanto nas cooperativas foram aplicados R$ 2,3 bilhões em investimentos e capital de giro.
O coordenador-geral de Análises Econômicas do Mapa, Marcelo Guimarães, avaliou, por meio de nota, que o aumento dos financiamentos para o setor “demonstra um aquecimento e confiança dos agentes do agronegócio brasileiro”. Em relação aos R$ 12 bilhões já liberados para investimentos, Guimarães disse que “o agricultor tem aproveitado as condições favoráveis de financiamento para aumentar e desenvolver a capacidade produtiva de sua propriedade”.

Edição: Vinicius Doria
Fonte: Agência Brasil - Danilo Macedo