Oportunidade de Emprego

Fazenda produtora de soja no Maranhão está selecionando profissionais para trabalhar.
Pré-Requisitos: Operador de Máquinas, com no mínimo 4 anos de experiência, que tenha ótimas referências profissionais e pessoais, que entenda de lavouras de soja, milho, arroz, etc..., que entenda de mecânica de tratores, que saiba trabalhar com aplicação de defensivos agrícolas. Que saiba operar colheitadeiras. Pode ser casado, porém que não tenha filhos em idade escolar, pois não há escola próxima da fazenda. Há também possibilidade de a esposa deste profissional trabalhar na fazenda como cozinheira.
Os interessados podem enviar Curriculum para: sojapires@hotmail.com
Salário Inicial: R$ 1.000,00 (operador de máquinas) e Salário mínimo para a esposa trabalhar como cozinheira da fazenda.
Ambos com Carteira Assinada

A Crise Econômica Mundial

O Mundo está atravessando uma das maiores Crises Econômicas de todos os tempos, Bolsas em forte queda, mercado de Ações em baixa, empresas, Bancos e Agentes Financiadores em falência, em fim, uma loucura total.
O nervosismo econômico chega a ser algo assustador, um dia o dólar fecha em forte queda, no outro ele tem uma reação surpreendente e assim esta tal crise vai se arrastando no mundo da Especulação.
Mas vem a indagação do agricultor: “Em que isto tudo me afeta diretamente?”
Ora, talvez hoje você nem perceba, mas influencia e muito. Para alguns diretamente e para outros indiretamente, pois, os impactos muitas vezes vem em cadeia. A maioria dos insumos agrícolas são precificados em dólar (fertilizantes, agroquímicos, sementes, etc...), e se o dólar sofre alta, automaticamente todos estes produtos são reajustados.
Mas uma coisa temos que ter em mente: “ Com crise ou sem crise, o mundo precisa de alimentos!”
Já está na hora do plantio lá nos EUA, e saiba que muitos dos agricultores de lá estão reduzindo suas áreas de plantio, pois, os agentes financiadores da agricultura Norte Americana estão pulando fora e preferindo não se arriscarem em meio a tantas turbulências, ou seja, se os EUA plantarão menos do que estava previsto isto será muito bom para nós brasileiros, afinal, aqui o Governo está empenhado em liberar recursos para que a Agricultura Brasileira continue forte e competitiva no cenário mundial. Estamos vendo o Lula e o Guido Mantega em todos os seus pronunciamentos dizerem abertamente que não vão faltar recursos para a Agricultura, nem neste ano e nem no próximo.Sendo assim amigo agricultor, o meu conselho é: “Plante que o mundo garante”. Com crise ou sem ela, o mundo precisa de alimentos.
Autor: Claudeir Pires

Colhedor Radical

Já sei oque você deve estar pensando: "Será que essa foto é real ou é montagem!?"
Acredite, é real. Mas eu não estou publicando esta foto aqui para estimularem os operadores de colheitadeiras a tentarem fazer este tipo de coisa não, ao contrário, fico até pensando na pancada que deve ter dado na máquina quando o cara fêz ela voltar as duas rodas de traz ao chão, deve ter sido uma pancada de empenar tudo, não deve ter sobrado um parafuso apertado.
Mas se quer saber se isso é possível realmente, saiba que sim, é que essas colheitadeiras mais antigas tem suas trazeiras bem leves e ficam mais sujeitas a esse tipo de "acidente" quando se coloca uma plataforma pra colher milho, aí é fatal, basta o operador vir a uma velocidade razoável e dar uma freada brusca. A bruta empina a trazeira mais do que burro novo.
Mas olha lá hein crianças, não tentem fazer isso em casa.

Aqui no Brasil não tem Furacão como nos EUA, mas mesmo assim tem trator tombando por aí.

Olha essa foto do Trator CBT do meu amigo Célio:

Eu nunca ouví dizer que CBT tem frêios. kkkkkkkkkkkkkkk.

Mas ainda bem que o tratorista nada sofreu, o cara foi esperto e pulou fora antes mesmo da capotagem.

Olha oque a Ventania fez em uma Fazenda dos EUA


Um amigo nosso chamado Adilson nos mandou essas fotos de uma Fazenda nos EUA, fiquei impressionado com os estragos, colheitadeiras totalmente destruidas e algumas inutilizáveis, pulverizador retorcido, tratores detonados. Parece até cena de filme de guerra.
Imagino que o prejuizo tenha passado dos U$$10.000.000,00. Ainda bem que aqui na Região Nordeste do Brasil não ocorre este tipo de temporal, se não estaríamos lascados.
Mas fica um aviso aos amigos agricultores, é sempre importante contruir galpões para abrigar as máquinas e protejê-las da ação do sol, das chuvas, da maresia, etc...
Lembre-se, essas máquinas custão caro e investimentos como esses não podem ficar jogados por aí não.
Um abração do amigo Pires..

Calcário Agrícola MSM na Agrobalsa 2008

A Mineração Santa Maria tem a honra de convidar a todos os seus clientes e parceiros comerciais para a Maior Feira do Agronegócio do Maranhão - AGROBALSAS 2008.Venha visitar o nosso Stand durante a feira que começa no dia 27 e vai até o dia 31 de maio, serão 5 dias de confraternizações, encontros e muitos bons negócios para todos os particiantes do evento.

Aniversário do Nosso Site!

Hoje este site completa um ano!

São 365 dias de publicações, de visitas, de sugestões, de dicas e de muitas informações e imagens interessantes.

Esperamos que você leitor, esteja gostando e que continuem nos enviando sua sugestões e suas dúvidas.

Parabéns ao nosso Site !

Parabéns à AGRICULTURA NO MARANHÃO!

E a colheita começa

No céu azul, poucas nuvens e um sol radiante, no campo, a soja com tom marrom, com poucas ou nenhuma folha, seca, sinaliza: é hora de sair da lavoura e ganhar o mundo. Colheitadeiras e caminhões partem ao encontro do grão, operadores, motoristas, técnicos, todos em um trabalho ritmado, cada um com sua função fazem acontecer o planejado. Os agricultores, que pouco circulam na cidade, mantêm sorrisos soltos e constantes no rosto, pois a terra responde a expectativa, aos esforços e aos cuidados nela depositado.
Assim caminha mais uma colheita em São Domingos do Azeitão - MA. Desde final do mês de março os produtores colhem soja e arroz, futuramente o milho, o qual ganhou espaço maior neste ano devido sinalização favorável no mercado.
O início da colheita foi caracterizado por excesso de chuva, o que dificulta e atrasa, deixando agricultores apreensivos, entretanto desde dia nove de abril o sol tem predominado, conseqüentemente a tarefa do campo segue a todo vapor.
Seja grande ou pequeno produtor, o momento da colheita é o clímax dos trabalhos no campo. Movimenta o comércio, gera trabalho e renda, leva fartura à mesa das famílias. Definitivamente a alegria do produtor é ver armazéns cheios de grão, é colher, de modo satisfatório, o que se plantou.
Em geral durante este momento de colheita a cidade tende a ficar deserta, e os campos lotados. As pessoas se deslocam para lavoura recolhendo o resultado do plantio, o qual garantirá o sustendo até a próxima colheita.

Autora: Rilda Lucia Costa - Administradora em Agronegócios
Fazenda Cajás (São Domingos do Azeitão – MA)

Vem aí a AgroBalsas 2008

Vem aí a Maior Feira de Agronegócios do Maranhão.
De 27 a 31 de Maio de 2008.


Serão 5 dias de muitos negócios, encontros e confraternizações entre os produtores rurais e as empresas de Insumos Agrícolas, Máquinas e Implementos, Compradores de Grãos, Avicultores, Agentes Financeiros e muitos outros empreendedores.

Ainda mais neste ano, que as lavouras estão mais bonitas do que nunca aqui no Maranhão e as expectativas são de Safra Record.

Nós estaremos presente com o nosso STAND para receber os nossos amigos e parceiros.

Você já é nosso convidado, Prestigie-nos.

Aprenda um Pouco mais sobre "Agricultura de Precisão"

PROJETO - Agricultura de Precisão

O Projeto AP teve início com a implementação de um projeto financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP, em 1998. Na ocasião foram iniciados estudos que visavam dominar as técnicas e recursos disponíveis ou a serem disponibilizados no mercado brasileiro para Agricultura de Precisão na área de grãos, bem como entender a variabilidade espacial da produtividade das lavouras e dos fatores de produção envolvidos.
As metas iniciais foram amplamente superadas e novos parceiros têm sido envolvidos dando uma proporção ainda maior ao Projeto. Os trabalhos recentes envolvem outras culturas como a cana-de-açúcar, café, citros e florestas implantadas.
Nesse meio tempo, com o envolvimento de estagiários da ESALQ e de outras instituições, foi criado o Grupo de Mecanização e Agricultura de Precisão – gMAP que tem como função dar apoio às atividades do Projeto AP. Também, com o incentivo da USP e do CNPq foi implementado o Grupo de Pesquisa em Agricultura de Precisão, que envolve também parceiros e colegas de outras instituições.
As atividades de pesquisa relacionadas à Agricultura de Precisão geraram, dentre outros, a oferta de uma disciplina optativa para alunos de graduação (LER 447 – Agricultura de Precisão) e uma disciplina para a Pós-graduação (LER 5857 – Agricultura de Precisão). Também são oferecidos treinamentos como a Jornada de Atualização em Agricultura de Precisão, dirigida a profissionais da área e a Oficina de Aplicações de GPS de Navegação na Agricultura. Outro produto disponibilizado é o programa para análise de dados de ensaios de distribuição transversal de fertilizantes e corretivos – o Adulanço que pode ser acessado e instalado gratuitamente pelos interessados. O Projeto AP também tem participação ativa na organização do Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão – ConBAP, que é realizado a cada dois anos.
Todas essas atividades são hoje congregadas para divulgação em uma página abrigada na Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz – FEALQ (www.agriculturadeprecisao.org.br).

A soja, o coringa da agricultura brasileira

Nos anos 60, a soja nem aparecia nas estatísticas comerciais externas do Brasil e hoje representa quase 20% das exportações do agronegócio.

Ela avançou espetacularmente, alargando a fronteira agrícola, especialmente na década de 70, com a conquista do cerrado.Neste ano de 2008, devemos colher a nossa maior safra de soja: em 21,8 milhões de hectares, chegaremos a 61 milhões de toneladas. Mato Grosso, com 16,5 milhões será o maior produtor superando o Paraná, com 12 milhões. Em seguida vêm Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso do Sul. Mas a soja está em toda parte. Depois de surgir no Rio Grande do Sul, na década de 60, como rotação ideal para o trigo, foi ao Sudeste e hoje está no Tocantins, no Maranhão, no Piauí, na Bahia, em Rondônia, no Pará e crescendo mais. Em São Paulo, é uma das grandes alternativas para a ocupação de áreas de renovação de canaviais, ao lado do amendoim, desde o começo dos anos 70.Há elementos de sobra para justificar a safra recorde: cresce a demanda, especialmente na Ásia, os estoques mundiais tiveram uma pequena queda, e os preços estão elevados, muito acima da média histórica, e com uma boa perspectiva para o ano todo e, quiçá, para o próximo.Por isso, a área plantada de soja este ano no País corresponde a mais de 45% de toda a área plantada com grãos. Claro que ainda falta a contribuição do clima para o recorde ser alcançado. Mas, apesar dos custos terem subido muito, especialmente dos fertilizantes, e do câmbio desarrumado para os sojicultores - especialmente os massacrados pela logística na fronteira agrícola - há otimismo no setor. Os volumes maiores da comercialização antecipada permitiram um bom pacote tecnológico, de modo que o produtor fez a sua parte.O complexo soja representa hoje 19% do total do agronegócio exportado. Em 2008, devemos exportar 30,7 milhões de toneladas de grãos, metade da nossa produção, superando os Estados Unidos que devem ficar em 26 milhões de toneladas e a Argentina, perto dos 11 milhões de toneladas.Mas a outra metade será consumida internamente, e dela, 11 milhões de toneladas serão destinadas à produção de farelo, cuja demanda vem crescendo bastante. Cerca de 50% do farelo que produzimos é consumido pela avicultura e 30% pela suinocultura. O resto também é exportado. Cerca de 90% dos óleos vegetais comestíveis consumidos no Brasil vêm de soja. Aliás, este consumo vai crescer muito nos países em desenvolvimento, cuja renda per capita vem aumentando: nos países ricos, o consumo de óleos comestíveis é de 48 litros/pessoa/ano, mais do que o dobro dos países em desenvolvimento.O biodiesel surge como outra alternativa. A lei que obriga a mistura, já em 2008, de 2% de biodiesel ao diesel, vai exigir a transformação do óleo de soja em biodiesel. Embora haja outras matérias-primas mais indicadas para a produção do biodiesel, como o dendê, ainda não existe volume de produção de matéria-prima para atender a esta demanda, de modo que a soja terá papel determinante no setor, apesar dos preços altos do grão para este ano, que tiram a condição da competitividade com o diesel.Aliás, o que está por trás do espetacular sucesso da soja como cultura no Brasil, é, exatamente, a tecnologia. E a Embrapa é o grande motor deste capítulo. Desenvolve variedades para todo o País, inclusive em parceria com fundações privadas, iniciadas com a do Mato Grosso, e também com universidades, empresas produtoras nacionais e internacionais. A Embrapa é o grande guarda-chuva tecnológico, cuidando até da produção de variedades transgênicas, que hoje já ocupam 60% da área plantada no País, e das doenças, como a ferrugem, para a qual vem buscando variedades resistentes.É claro que existem problemas para a cadeia de soja: a questão tributária é uma delas, porque não há estímulo para agregação de valor. Exportar grão não tem imposto, e trazer soja de outros estados para processar no local da fábrica paga ICMS. Também a logística é um problema, inclusive no escoamento das safras, além do tema da transgenia, ainda em evolução.Mas temos uma condição fantástica de continuar crescendo na cultura, com sustentabilidade, respeitando as questões ambientais e sociais. A soja é um fenômeno.Não é por esta razão que até uma escola de samba, a Tradição, do Grupo Especial de Carnaval carioca levou para a Marquês de Sapucaí o enredo "De sol a sol, de sol a soja, um negócio da China". Olha aí, gente!Roberto Rodrigues - Coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, presidente do Conselho Superior de Agronegócio da Fiesp e professor de Economia Rural da Unesp/Jaboticabal. Ex-ministro da Agricultura.
Gazeta Mercantil 07/03/08

Efeitos da economia internacional sobre o agronegócio

Cautela na hora de negociar o preço dos insumos e o valor dos produtos agrícolas foi apenas uma das recomendações suscitadas na palestra “Cenário Macroeconômico Internacional e Agronegócio Brasileiro”, a segunda palestra do Fórum, que reuniu o professor Guilherme Leite da Silva Dias, da USP, com agricultores que investem no sistema de plantio de precisão e líderes de cooperativas.
A discussão sobre os efeitos do crescimento mundial acelerado foi coordenada pela comentarista da RBS TV, Ana Amélia Lemos, e acompanhada pelo presidente da FecoAgro/RS, Rui Polidoro Pinto, e pelo presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho, Odacir Klein. Na agenda de assuntos, as projeções dos modelos de mercados a partir da busca da desaceleração econômica. Silva Dias define que o processo de “crescimento mundial acelerado demais” é causado pela redução dos estoques de cereais, pela crise de energia e o momento financeiro dos Estados Unidos. “Existe uma crise de energia que segue rumos diferentes em todo o mundo. Isso estimula uma nova oportunidade para os biocombustíveis, mas traz como impacto a elevação do custo da alimentação. A solução é mais complicada do que a simples desaceleração econômica” salienta.De acordo com o professor, nos últimos sete anos o estoque de grãos diminuiu em 250 milhões de toneladas. Metade disso ocorreu na China. “O país passa por uma mudança na composição do consumo humano, tanto da zona urbana quanto rural. É impressionante como os chineses têm demonstrado uma preferência pela dieta baseada em produtos derivados de carne e leite, ao invés dos grãos” enfatiza. A transformação da cadeia produtiva faz com que a China molde os preços. “As projeções dos modelos de mercado apresentam uma tendência de alta”, diz. A previsão é que no ano de 2008 deve ser um período difícil para a economia. “A crise financeira dos Estados Unidos traz um grau de contaminação e confusão que vai ser sentido ao longo desse ano e de 2009. Assim que a desaceleração da economia americana chegar à economia chinesa, o ritmo de crescimento vai cair e mudanças nos preços dos commodities vão acontecer”. A previsão é que os commodities diminuam até 15%.Neste cenário agrícola, os efeitos no mercado brasileiro exige cautela. Os agricultores que investem no plantio de grãos para a substituição de fontes de energia hídricas e fósseis devem ter cautela. Para o pesquisador, a regulação do mercado de biocombustíveis tem falhas. “A política de biodiesel no Brasil é inviável. Essa idéia de que o diesel é muito barato em relação à gasolina torna muito mais difícil a abertura do mercado. E misturas homogêneas dos combustíveis, em todo o Brasil, não me parece uma estratégia interessante”.O presidente da FecoAgro/RS, Rui Polidoro se demonstrou preocupado diante da produção e consumo já existente dos biocombustíveis, em relação ao endividamento da maior economia mundial. Já o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho, Odacir Klein, acredita que o Brasil só vai ter condições de exportar o produto quando houver um aumento na mistura obrigatória. “Nós não temos condições de competir com a Argentina, por exemplo. As empresas que foram incentivadas a se instalar, correm o risco de fechar” opina.
12/03/08 Cotrijal Studio

Aluga-se 2 Colheitadeiras Semi-Novas


Amigo Agricultor;
Estamos colocando Duas Colheitadeiras Semi-Novas à disposição para prestação de serviços. Uma é a Colheitadeira MF 34 com plataforma de 25 Pés e a outra é a New Holland TC 59 com plataforma de 23 Pés.
Ambas as máquinas acompanhadas por operadores capacitados e equipe de apoio técnico durante toda a colheita.
As máquinas estarão disponíveis para colherem no Maranhão a partir do dia 20 de Abril de 2008 totalmente revisadas.
Aproveite, terceirize a colheita de sua Safra contratando as melhores máquinas e a melhor equipe.
Os interessados podem entrar em contato diretamente com o proprietário das máquinas pelos telefones: (63) 9213-9715 ou (63) 3464-4836 - Falar com o Sr. Tiago Facco
e-mail: tsfacco@bol.com.br

Terceirizaçao da Colheita


Aqui na região a maior parte das Fazendas terceiriza a colheita através da contratação de Colheitadeiras. Na minha opinião uma estratégia muito interessante economicamente, tanto para o Agricultor quanto para o dono das máquinas.
Ao terceirizar a colheita o Agricultor se isenta de muitas dores de cabeça durante a safra com revisões de máquinas, manutenção, peças e outros contratempos mas a principal vantagem é a dispensa de Capital imobilizado, pois, ao adquirir uma colheitadeira nova ele estaria investindo cerca de R$ 400.000,00 numa máquina que só ocuparia durante um mês no ano, o resto do ano a máquina (capital imobilizado) estaria parada dentro de um barracão.
Já para os prestadores deste serviço a grande vantagem é que eles passam o Ano todo trabalhando com suas Colheitadeiras, isso graças ao calendário de plantio ser tão variado no Brasil devido ao clima de cada Região. Estes geralmente colhem no Sul, depois vão colher no Mato Grosso, aí alguns dias depois já começa a colheita em Barreiras-BA, depois em Balsas-MA, alguns dias após o final da colheita de Balsas-MA começa em Chapadinha-MA e depois de Chapadinha eles podem até ir pro Pará e pra Roraima.
Assim, os prestadores de serviço se dedicam especificamente a esse fim e o Agricultor consegue ter uma agilidade e eficiencia bem maior com a contratação de máquinas geralmente novas e revisadas já que estas trabalham durante o ano todo.
Os valores cobrados pela colheita por aqui variam entre 2,5 e 3 sacas de soja por hectare (diesel por conta do Agricultor) e aparece máquinas de todos os modelos e muitos prestadores de serviços.
Autor: Claudeir Pires

O agricultor em tempos de fartura

A grande maioria dos produtores rurais brasileiros está rindo à toa. Assim também estiveram em 2003 até meados de 2004, quando a alegria acabou e só está retornando agora.
A causa desta euforia está nos altos preços dos produtos agrícolas: a soja está valendo o maior preço de sua história, o mesmo acontecendo com o preço do trigo e do milho. A carne de frango e de porco, que nada mais é do que milho e soja transformados, também está batendo recordes de preços altos. O dinheiro da comercialização da produção do campo está enchendo o bolso do feliz agricultor, após três anos de carestia e de xororô.Os vendedores de insumos, máquinas e implementos agrícolas estão igualmente eufóricos, pois receberão mais pelo crescimento das vendas e, melhor, receberão dívidas atrasadas de vendas realizadas no período da carestia (seria prudente que não fossem oportunistas, aproveitando o momento para elevar abusivamente os preços, como já o fizeram no passado). Na verdade, toda a sociedade está-se beneficiando desse bom momento da agropecuária, pois representa mais dinheiro circulando pela economia, o que gera impostos e empregos.Mas, segundo ensina a sabedoria popular: tudo o que sobe, desce. Não foi assim em 2004? Em abril daquele ano o preço da saca de soja ultrapassava os R$ 50,00 e, alguns meses depois, valia menos da metade. Muitos produtores, excitados pela alta inesperada do grão, apostaram em preços ainda maiores: “juro que vendo quando ela chegar a R$ 60,00”, afirmavam os melhores apostadores. Ela não chegou a tanto, mas se chegasse, possivelmente a próxima aposta seria R$ 70,00 ou mais. A ganância não tem limites, o que redunda em aposta em tetos maiores a cada novo recorde de preço. Isto fez com que muitos produtores, em 2004, guardassem sua soja super valorizada e a vendessem, tempos depois, por muito menos. Estamos vivenciando momento semelhante. Será que o produtor aprendeu a lição?Em março de 2005, participamos do Rally da Safra, percorrendo quase 6.000 km pelos estados de Goiás e Mato Grosso. Estávamos no auge da crise da soja: preços baixos e ferrugem comendo solta. Pelo caminho, encontramos muitas áreas abandonadas, mas que haviam sido cultivadas no ano anterior. Estavam abandonadas, não por causa dos baixos preços da soja - porque isso não abala a garra do nosso produtor – mas, simplesmente, porque ele não teve dinheiro e nem crédito para efetuar o plantio, apesar dos excelentes lucros que tivera nos anos anteriores com a comercialização da soja em alta.E o que havia o produtor feito com os lucros dos bons preços das safras anteriores? Certamente os havia comprometido na compra de mais terra, máquinas e veículos, assumindo compromissos futuros impagáveis, na eventualidade de o mercado desabar. E foi o que aconteceu. Na hora de pagar as estratosféricas prestações dos bens adquiridos, o preço da soja havia despencado e o valor da safra não cobriu os valores comprometidos com as prestações. É uma temeridade comprometer hipotéticos ganhos futuros, baseado nos bons preços do momento, que podem não se repetir. É verdadeiro afirmar que não há mal que sempre dure; mas, tampouco, não há bem que nunca acabe. Não considerar a possibilidade de uma frustração de safra ou de uma situação de mercado desfavorável é, no mínimo, irresponsabilidade. Diz o ditado que depois da tempestade vem a bonança. Mas pode, também, acontecer o contrário.Dizem que não se deve dar conselhos a quem não pediu. Como não somos produtores, somos mais do que suspeitos para dar conselhos cujos resultados não nos afetarão. Mas vamos dar assim mesmo, no entendimento de que o produtor, na euforia dos bons resultados da safra, se esqueceu de pedir. É o seguinte: considerando que o mercado oferece inúmeras opções de comercialização da safra, incluindo a venda antecipada com preços pré-fixados, porque não aproveitar esse novo mecanismo de mercado, fixando agora os preços de venda de uma colheita futura, aproveitando momentos de mercado em alta? Alguns produtores mais antenados já utilizam essa estratégia de comercialização e não mais choram em períodos de crise. É o caso de um grande produtor de algodão de Campos de Julio, MT, que nós visitamos em março de 2005. Nessa data, sua produção de 2006 e metade da de 2007, já estava comercializada. Ele havia aproveitado vários momentos de altas especulativas do mercado para vender parte da sua futura produção. Estava ciente de que, muitas vezes, é mais importante utilizar adequadamente as tecnologias de gestão, do que se valer de modernas técnicas de produção: vender bem pode render mais dividendos do que produzir bem. Outro exemplo de produtor rural moderno nós encontramos em Lucas do Rio Verde, MT. Em plena safra de 2005, enquanto muitos colegas produtores estavam às voltas com pedidos desesperados por crédito nos bancos e nos fornecedores de insumos, para salvar a colheita do mais devastador ataque da ferrugem asiática, ele socorria com sobras de insumos adquiridos antecipadamente - à vista e com substanciais descontos - produtores sem dinheiro e sem crédito, os quais comprometiam boa parte da futura safra para não perder tudo. Ele estava tranqüilo e dono da situação, como resultado das economias guardadas no período das vacas gordas. Era dono da safra que colheria, vendendo-a quando e a quem quisesse. As oportunidades oferecidas pelo mercado foram idênticas; diferente foi o manejo que um e outros deram ao dinheiro ganho nos tempos da fartura. A atitude mais exercida pelos produtores quando lhes sobra dinheiro de uma boa safra, é adquirir mais terra; quase sempre no pico de sua valorização, para, muitas vezes, revendê-la na baixa, pouco tempo depois, entregando os dedos para não perder a mão. A propósito, senhor produtor, porque, ao invés de comprar mais terra, você não investe em mais tecnologia, buscando maior produtividade na terra que já é sua e colhendo, como resultado, o mesmo, mas numa área menor?! Seria uma opção racional e inteligente, desde que não se confunda o uso de alta tecnologia com a aplicação exagerada de fertilizantes e/ou de pesticidas. Alta tecnologia não significa o uso de grandes quantidades de insumos agrícolas, mas, sim, seu uso racional. Uso excessivo pode reduzir e não incrementar a produtividade, pelos potenciais efeitos tóxicos e pelo desequilíbrio nutricional que promove. O desenvolvimento das plantas obedece a uma lei da natureza, conhecida como a Lei do Mínimo, que ensina: a produtividade de um cultivo é determinada, não pela quantidade de nutrientes que disponibilizamos à planta, mas pelo nutriente indispensável e disponibilizado em menor quantidade. Se o nutriente necessário e disponível em menor quantidade no solo da sua propriedade é o enxofre, não resolve adicionar mais N, P ou K. Será a falta de enxofre que determinará o nível da produtividade. Produtor, a história se repete, só não sabemos com que freqüência. Se bem que há uma perspectiva bastante sólida de manutenção dos atuais bons preços por um longo período ainda, de vez que as causas que determinaram os atuais altos preços são muito diferentes dos de 2003/4 (desequilíbrios na oferta/demanda vs frustração de safras), seria bom não confiar demasiadamente na bola de cristal dos analistas de mercado, porque eles nunca erram: se o mercado cair e eles previram a queda, são gênios; se acontecer o contrário, terá sido porque eles advertiram e medidas corretivas foram tomadas com:
Amélio Dall’Agnol - Eng. Agrônomo, pesquisador da Embrapa Soja.
Fernando Adegas - Eng. Agrônomo, pesquisador da Embrapa Soja.

Fonte: Embrapa Soja - 26/02/08

Adubação foliar com nutrientes na cultura da soja

Na cultura da soja a produtividade, a eficiência e a lucratividade são aspectos da maior relevância, além de que se deve sempre procurar a sustentabilidade dos processos produtivos.
Nesse contexto, os fertilizantes, cuja importância é conhecida há décadas, representam um significativo percentual do custo de produção da soja. Segundo dados da Embrapa Agropecuária Oeste, este percentual é da ordem de 20 a 30 % dependendo do nível tecnológico do produtor. Assim como as raízes, as folhas da soja têm a capacidade de absorver os nutrientes depositados na forma de solução em sua superfície.Para a realização da adubação foliar, existem hoje no mercado inúmeros produtos comerciais contendo macro e micronutrientes, e a sua utilização tem aumentado nos últimos anos. Os resultados experimentais realizados pelas instituições de pesquisa têm mostrado grande variabilidade na resposta da soja à sua aplicação. No entanto, na tentativa de conseguir aumentos na produtividade da soja e por conseqüência, diminuição do custo relativo, tem motivado produtores a utilizar estes produtos.A soja é uma cultura exigente em termos nutricionais e bastante eficientes em absorver e utilizar os nutrientes contidos no solo, principalmente nitrogênio (N), potássio (K), cálcio (Ca), fósforo (P), magnésio (Mg) e enxofre (S). Os nutrientes exportados em maior quantidade são: N, K, S e P. O período em que os nutrientes são absorvidos em maior quantidade, corresponde à fase do desenvolvimento da planta em que as exigências nutricionais são maiores. Este período vai de V2 (primeira folha trifoliada completamente desenvolvida) até R5 (início de enchimento de grãos). A velocidade de absorção aumenta durante a floração e início de enchimento dos grãos. Aliado ao aumento da velocidade de absorção, verifica-se também uma alta taxa de translocação na planta ao longo desse período.Assim como a adubação tradicional via solo tem um objetivo definido e especifico, ou seja, complementar a nutrição da planta em quantidade e qualidade em relação ao que o solo pode fornecer, a adubação foliar também precisa ser definida e utilizada com objetivos específicos e baseada em critérios técnicos/econômicos.Com relação aos critérios técnicos, a decisão de usar ou não algum nutriente via foliar, deve estar apoiada na análise foliar. Somente após a interpretação desta, será possível decidir pela correção de deficiências ou ainda, constatar toxicidade de nutrientes. Porém estas correções só se viabilizam na próxima safra, considerando que para as análises, a amostragem de folhas é realizada no período da floração plena (estádio R2), no qual coleta-se o terceiro e/ou quarto trifólio com pecíolo, a partir do ápice da planta, período no qual a correção nutricional via foliar não é mais possível. A Embrapa Agropecuária Oeste testou, na safra 2004/05 e 2005/06 vários adubos aplicados via foliar, tanto na forma de fórmulas completas com vários elementos e/ou aminoácidos, como produtos contendo um único nutriente. Os ensaios foram realizados em Dourados (solo argiloso) e Bataiporã (solo arenoso) e os resultados mostraram equivalência em rendimento de grãos com a testemunha onde não se aplicou os produtos. Entretanto, para o uso de aminoácidos, em alguns casos, o retorno econômico da aplicação dos nutrientes foi positivo, mas evidenciou sua dependência de altas produtividades e preços da soja favoráveis no momento da comercialização. Resultados de pesquisa obtidos pela Embrapa têm demonstrado respostas significativas apenas para manganês (Mn) cobalto (Co) e molibdênio (Mo), razão pela qual não existe a recomendação para adubação foliar com outros nutrientes. Em condição de carência de manganês ocorre clorose entre as nervuras das folhas mais novas, as quais tornam-se verde-pálido e passam para amarelo-pálido. Áreas necróticas marrons desenvolvem-se nas folhas à medida que a deficiência torna-se mais severa. Neste caso indica-se a aplicação de 350 g.ha-1 de Mn diluídos em 200 litros de água com 0,5% de uréia. Para o Co e Mo sugere-se a aplicação via foliar de 12 a 30 g.ha-1 de Mo e 2 a 3 g.ha-1 de Co, entre os estádios V3 e V5. Deve-se dar preferência para o fornecimento via foliar, uma vez que no tratamento de semente a aplicação de Co e Mo poderá reduzir a sobrevivência do Bradyrhizobium e, consequentemente, a nodulação e a fixação biológica do nitrogênio.
Luiz Alberto Staut - pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Dourados-MS.
Fonte: Embrapa Agropecuária Oeste - 06/12/07

Soja bate mais um recorde em Chicago

Os preços da soja subiram pelo terceiro pregão consecutivo, ontem, na Bolsa de Chicago (Cbot) e bateram mais uma vez o recorde histórico.
As cotações fechara cotadas a US$ 1.469,25 centavos por libra peso para maio. Os contratos para julho foram os que mais subiram no dia e registraram o preço de US$ 1.475,00 centavos por libra peso. De acordo com analistas, a crescente demanda tem sido o principal fator que determina essa tendência altista. No mês, a oleaginosa acumula alta de 10,8%. Para Renato Sayeg, da Tetras Corretora, a quebra em 40% na safra de cousa granola na china devido à geada é um dos principais fatores que contribui para essa tendência altista. "A China consumiu 40% mais no início desse ano em relação ao ano passado. Além disso, o mercado está nervoso para o próximo relatório de intenção de plantio do Departamento de Agricultura Americano (Usda), previsto para o dia 31 de março. A corrida às oleaginosas fez o preço do óleo de soja atingir também a maior cotação já registrada na Bolsa de Chicago. Ontem, os contratos para dezembro de 2008 foram cotados a US$ 66,00 centavos por bushel. Outros fatores que têm contribuído para as freqüentes altas são o crescente uso da commodity em rações para animais e o uso da oleaginosa para a produção dos biocombustíveis. Estoques O aumento da demanda limitará a expansão dos estoques norte-americanos da oleaginosa. Os estoques dos EUA avançarão 5,6%, para 169 milhões de bushels até 31 de agosto de 2009, à medida que a produção deverá saltar 4%, disse o Usda, em 22 de fevereiro passado. A China, país que é o maior importador mundial de soja, encomendou cerca de 15 carregamentos da commodity esta semana de fornecedoras estrangei-ras, disse a Shanghai JC Intelligence Co.. Os preços da soja e do óleo de soja na Bolsa de Commodities de Dalian, na China, do óleo de canola na Bolsa de Commodities de Zhengzhou e do óleo de palma na Bolsa de Derivativos da Malásia também alcançaram recordes hoje. A soja é a segunda maior safra dos Estados Unidos, tendo movimentado US$ 26,8 bilhões no ano passado, conforme os números do governo norte-americano.
O milho é a maior safra do país, tendo girado US$ 52,1 bilhões.
Fonte: Gazeta Mercantil - 26/02/08

Produção de grãos pode crescer 3,1% em 2008, diz IBGE

A safra de grãos em 2008 pode crescer 3,1%, segundo informações divulgadas hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas).
O órgão realizou em novembro o segundo prognóstico das áreas plantadas ou a plantar, bem como da produção para a safra de 2008 nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste e nos estados de Rondônia, Maranhão, Piauí e Bahia. O prognóstico da safra 2008 mostra crescimento de 2,9% na área a ser colhida. A segunda avaliação da área a ser colhida em 2008, considerando os onze produtos investigados, é de 46,9 milhões de hectares, 2,9% superior à área colhida em 2007 (45,5 milhões de hectares). Em termos absolutos, esse crescimento totaliza cerca de 1,3 milhão de hectares. Dentre os onze produtos analisados, seis apresentaram variação positiva em relação à área colhida em 2007: algodão herbáceo em caroço (3,8%), amendoim em casca 1ª safra (2,4%), arroz em casca (2,0%), cana-de-açúcar (8,3%), milho em grão 1ª safra (4,4%) e soja em grão (1,5%). Soja (em grão) O prognóstico para a soja em 2008 é de 59,3 milhões de toneladas, um crescimento de 2% frente ao volume obtido em 2007.
Autor: Jorge Franco
Fonte: Midiamax News (www.midiamax.com)

Olha o estrago da Desinformação


Informação é tudo.

A desinformação e ou a falta de comunicação podem causar grandes prejuízos numa fazenda. Na semana passada fui a uma fazenda que não tinha como não notar este grande estrago na lavora de milho. Tudo isso por causa da falta de comunicação entre o gerente e aplicador de defensivos.
Na chegada eu logo me assustei e fiquei tentando imaginar o que teria acontecido. Mas durante o bate-papo este meu amigo me disse: “Falei pro meu funcionário aplicar Verdict nas bordaduras de toda a lavoura, aí ele levou ao pé da letra, meteu o Herbicida Graminicida em todas as bordaduras, inclusive nos talhões de milho”.
O fato é que se o Gerente tivesse explicado ao funcionário que Verdict é graminicida e que milho é uma gramínea, certamente ele não teria feito a aplicação deste produto nos talhões de milho.
O resultado foi doloroso, tanto no visual (como podem ver pela foto) quanto no financeiro, afinal, foi perdido cerca de 63 hectares de milho, oque representará um prejuízo à Fazenda de cerca de R$ 100.000,00 (cem mil reais).
O mais fácil seria culpar o funcionário pelo erro, mas teria saído muito mais barato para a Fazenda se este funcionário tivesse passado por um Treinamento Básico sobre defensivos agrícolas, ou mesmo, se esta fazenda tivesse contratado um Técnico Agrícola pra fazer este tipo de serviço ao invés de ter contratado um semi-analfabeto (tratorista) pra operar seu pulverizador.
Pra mim o culpado por este prejuízo não foi o operador da máquina.
Este exemplo é só para mostrar que situações como esta ocorrem muito mais freqüente do que imaginamos, ocorre quando um leigo tenta concertar uma máquina e acaba montando de forma errada, ou quando regula uma plantadeira ou pulverizador para distribuir uma quantidade e no final se descobre que sobrou ou faltou o tal produto.
Enfim, uma fazenda é uma empresa e tem que ser tratada como tal, de forma profissional. Uma fazenda que dá lucros precisa ser gerenciada com organização, por um gerente pró-ativo que se comunique com clareza e paciência aos seus subordinados.
Uma fazenda que não é tratada como empresa, certamente estará fadada ao fracasso e prejuízos.
Por: Claudeir Pires

Rapina Ambiental

Estadão: Terça-Feira, 26 de Fevereiro de 2008
Rapina ambiental
(Xico Graziano)
Todos estão certos, ninguém tem razão. Assim se parece a discussão sobre o desmatamento na Amazônia. Dados desencontrados, governo perdido, acusações múltiplas. A hiléia sucumbe na incompetência coletiva.O assunto começou a embaralhar a opinião pública quando, há dois anos, numa jogada política, o Ministério do Meio Ambiente declarou que a queda no desmatamento, então apontado, era obra do seu governo. Não era crível. Analistas da matéria, incluindo boas organizações ambientalistas, sabedoras da inépcia governamental, creditavam o arrefecimento da devastação à crise da agropecuária.Na época, a arroba do boi amargava o pior preço em 30 anos. Os parlamentares ruralistas defendiam, na Câmara dos Deputados, a criação da CPI da carne, para averiguar a formação de cartel entre os frigoríficos. Na soja, a quebradeira era geral, motivada pela sucessiva queda do dólar. Por duas vezes seguidas, os agricultores semearam a safra com câmbio melhor, colhendo a produção em pior situação, estraçalhando sua renda. Em Mato Grosso, o custo do frete e os buracos nas rodovias recomendavam nem plantar.Segundo afirmava Marina Silva, porém, o ciclo da agropecuária era irrelevante. "Fomos nós", assegurava a Ministra, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) à frente, Polícia Federal atrás, posando de heroína. O desmatamento estava sendo controlado "como nunca na história deste país"... Uma chatice.Agora que aumentou o fogaréu, virou no avesso o argumento. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), antes impoluto, se vê desacreditado pelo governo. E a culpa da desgraceira recai, vejam só, sobre o boi e a soja. Quando a notícia é positiva, sorte, a responsabilidade cabe ao governo federal. Piora o quadro, azar, lavam-se as mãos, culpa da agropecuária. Política da lorota.A virtude, sempre, mora no meio. É certo que medidas positivas de fiscalização se implementaram, a começar das malfadadas guias florestais, substituídas por sistema eletrônico no comércio de madeiras. Sabe-se que muita sem-vergonhice ainda se esconde por detrás desse famigerado mercado de toras. Mas melhorou, sem dúvida, o controle público.É igualmente inegável que a expansão das pastagens e da sojicultura pode acelerar o desmatamento. A "moratória da soja", porém, pacto assinado entre grandes traders (que comercializam 92% da leguminosa do País) e entidades ambientalistas, Greenpeace à frente, amainou o estrago. Quem plantou soja em terrenos desmatados, após julho de 2006, dificilmente encontrará bom comprador.Quem é do ramo sabe que, normalmente, após a derrubada da mata virgem surge a pastagem. O solo recém-desbravado impede a mecanização. Muita gente planta arroz ou milho, espécies gramíneas como o pasto, para "abrir" o terreno, ainda cheio de tocos e raizame. Somente no cerrado amazônico a lavoura de soja se instala de imediato.Processo distinto ocorre na floresta úmida e densa. Como se sabe, a Amazônia legal, uma invenção dos militares, define um território maior que o "bioma Amazônia". A região de Rondonópolis (MT), por exemplo, conta na Amazônia, mas é dominada pelo cerrado. Cuidado com os conceitos.Na floresta densa, ao contrário do cerrado, a rapina ambiental chega muito antes da agropecuária. Entender esse ponto é fundamental. Quando vem a derrubada, em corte raso, as serrarias já extraíram a melhor madeira de lei. Primeiro, caem as cobiçadas árvores de mogno, ipê e cedro. Depois, deitam o jatobá e a maçaranduba. Tudo escondido.O crime ecológico, quando detectado pelo satélite do Inpe, estoura na mídia e bate na cara do agricultor, mas apenas resvala nos verdadeiros ladrões da floresta. Aqui, no comércio da valiosa madeira, reside a origem do problema. Ou se enfrenta a lógica dessa economia perversa ou nada restará da floresta amazônica.Esse processo histórico, um conluio entre o poder público e o privado, madeireiros e proprietários rurais, posseiros e assentados de reforma agrária, exige duas formas de controle: primeira, a fiscalização do transporte, vistoriando os caminhões nas rodovias que partem da Região Norte. As cargas são volumosas, notórias. A polícia, armada nas barreiras, não pega ladroagem se não quiser.Segunda, urge reduzir o uso da madeira de lei na construção civil, substituindo-a por floresta plantada (pinus e eucalipto) na confecção de telhados e que tais. São Paulo consome 15% do rico lenho extraído da Amazônia. Nos tempos de aquecimento global, esse costume, quase uma adoração, pelo uso da madeira de lei, inclusive na movelaria, precisa ser repensado. Gosto antigo, oligárquico.Calma. Para liquidar o assunto falta ainda burilar num dogma: a legislação agrária do País continua confundindo floresta com terra improdutiva. Resultado: para escapar da reforma agrária, ao adquirir uma mata virgem, o proprietário manda derrubar, rápido, tudo o que puder. Vem sendo assim desde os anos 60, com o Estatuto da Terra.Ora, os tempos mudaram. Terra de onça não pode ser sinônimo de latifúndio. É verdade que, averbando a Reserva Legal à margem da escritura, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) fica impedido de considerá-la improdutiva. Nesse caso, a área preservada fica exposta, sem perdão, aos invasores de terra. Triste sina.
A corrente da devastação somente se inverterá quando um pedaço de floresta, mantido em pé, valer mais que tombado. A equação é complexa, dispensa raciocínio fácil.
Um dia a sociedade vai premiar, e não castigar, a conservação ambiental.
Xico Graziano, agrônomo, é secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.
Site: www.xicograziano.com.br

O Maranhão na Mídia Nacional.

Fiquei surpreso ao assistir ao "Bom Dia Brasil" hoje e ver uma reportagem sobre a agricultura aqui do maranhão.
A reportagem foi sobre: A falta de Mão-de-Obra qualificada no Campo.
Mostrou o agricultor Nicodemos (São Domingos do Azeitão-MA), que falou sobre a dificuldade de encontrar funcionários qualificados para operar suas máquinas novas.
Outro entrevistado foi o meu amigo Fernando Vontobel, que falou que está tendo que trocar seus tratores de última geração por tratores mais antigos e simples. Ele diz: "Estamos regredindo. A tecnologia está a nossa disposição aqui e a gente não pode usá-la".
Mostrou também o nosso amigo Arno Costa Beber que falou sobre a Mapeamento de sua lavoura via satélite (agricultura de precisão). Ahh, entrevistou também o meu amigo Jason (gaúcho), que é operador de Uniport e vêio do Sul e tem todas as mordomias por ser um profissional qualificado.
Mas algo que me chamou muito a atenção foi a entrevista do Sérgio Galvão (Zico) que disse: "Com um ano ou dois anos nós não vamos saber trabalhar sem o satélite. Não vai ter como trabalhar. Quem pensar em não trabalhar, não usar isso, vai parar no tempo"
É o Maranhão na vitrine.
Eu tenho todo o orgulho de estar aqui no Nordeste contribuindo para o avaço da agricultura nesta região.
Aos amigos agricultores e profissionais que aqui estão nós damos os Parabéns ! e aos que ainda não conhecem esta região do Brasil, fica aqui um convite: Venham cohecer, tenha certeza de que aqui você será muito bem recebido.
Para assistir essa matéria na íntegra clique no ícone:

Biodiesel - Monte uma fábrica em sua fazenda.

Muita gente ainda acha que Biodiesel é uma coisa distante, complicada, difícil, desconhecida.Pois bem, vou dar uma dica para as pessoas que assim pensam:

O Biodiesel já é uma realidade e é mais fácil de se produzir do que muitos ainda pensam, talves estes ainda pensam assim por falta de informação.
Existe um Blog muito interessante que explica passo a passo sobre o precesso de fabriçaçao do Biodiesel, lá você encontrará os equipamentos necessários para montar uma indústria de Biodiesel dentro da sua fazenda.

Acesse e veja:

Receita: leite de Soja

EXTRATO DE SOJA "LEITE DE SOJA"

Ingredientes:

- 3 xícaras (chá) de grãos de soja escolhidos e sem lavar
- 4,5 litros de água
- 1 colher (chá) de sal
- 6 colheres (sopa) de açúcar

Modo de preparo:

- Ferver um litro e meio de água.
- Colocar os grãos e contar cinco minutos a partir da nova fervura.
- Escorrer a água e lavar os grãos em água corrente.
- Colocar o restante da água (3 litros) para ferver, cozinhar os grãos por cinco minutos. Não descartar a água.
- Quando estiver morno, bater os grãos e a água no liquidificador por três minutos.
- Cozinhar a massa obtida em uma panela aberta por 10 minutos, reduzindo a chama após a fervura, mexendo sempre.
- Quando estiver morno, coar em pano de algodão limpo e espremer bem, com o auxílio das mãos, através do pano.
- O líquido filtrado é o extrato de soja (leite) e a massa restante, o resíduo ou "okara".
- Levar o extrato novamente ao fogo e ferver por dois minutos.
- Adicionar o açúcar e o sal ao extrato.

Para obter sabores diferentes basta acrescentar chocolate em pó, canela, baunilha, etc.

Agricultor apaixonado por Fusca

Olha que interessante oque este agricultor fez, adaptou a carroceria de um Fusca em cima do Chassi de um Trator e devenvolveu um puxador de pulverizador. O Incrível é que ele diz que ficou melhor e mais bonito do que um Uniport e do que qualquer Parruda.
Agricultor criativo !
Carroceria de Fusca: R$ 500,00
Chassi de Trator: R$ 5.000,00

Ter um FuscaTrator: NÃO TEM PREÇO !

Lombada na Estrada do Mato Grosso

Achei interessante esta foto tirada pelo meu amigo Rafael Salerno, parece um Quebra-molas, mas não é.
Será que esta aí é a Anaconda ? kkkk

Censo Agropecuário de 2006 mostram que a área de lavouras no país aumentou 83,5% em relação ao Censo de 1996.

Resultados preliminares do Censo Agropecuário confirmam expansão da fronteira agrícola na região Norte.
Os resultados preliminares1 do Censo Agropecuário de 2006 mostram que a área de lavouras no país aumentou 83,5% em relação ao Censo de 1996, enquanto a de pastagens reduziu-se em aproximadamente 3,0%, confirmando um modelo de desenvolvimento do setor com expansão das fronteiras agrícolas . Na Região Norte, foi verificado o maior aumento relativo na área de lavoura 2, 275,6%. Os menores incrementos foram observados no Sudeste (50,0%) e no Sul (48,8%), Regiões de ocupação mais consolidada. Num patamar intermediário, estão as Regiões Centro-Oeste (95,6%) e Nordeste (114,7%). Especialmente no Nordeste, o crescimento de 114,7% verificado na área de lavoura pode ter decorrido de mudanças metodológicas entre os dois Censos. O Censo aponta, também, substituição das áreas de pastagem por lavouras, na década 1996-2006, em razão da progressiva inserção do país no mercado mundial de produção de grãos (especialmente a soja) e da intensificação da pecuária. Os outros grandes números indicam, na década 1996-2006, aumento de 7,1% no número de estabelecimentos agropecuários, redução de 8,5% do pessoal ocupado e aumento dos principais rebanhos: bovinos (11,0%), suínos (14,9%) e aves (73,2%). A divulgação dos resultados definitivos está prevista para outubro de 2008.O Censo verificou crescimento da participação relativa da área de lavoura em relação às áreas de pastagem e florestas que, em 1970, era de 4,5; em 1995, 4,2; e passou para 2,2 em 2006. Vale destacar que, embora os resultados sejam preliminares, a alteração de patamar na relação entre área de lavouras e área de pastagens é muito significativa e representa uma grande mudança na utilização das terras do país.Nota do Blog: Cresceram também as áreas de floresta e Mata Nativa!

Feliz 2008 !

Nós do Site Agricultura no Maranhão desejamos a todos os nossos amigos agricultores e profissionais da área um Feliz Ano Novo !

Que em 2008 as nossas lavouras sejam ainda mais produtivas e que Deus nos dê muita Saúde e Força para continuarmos trabalhando e produzindo alimentos para suprir as nessecidas do Mundo.
Fome se combate com Agricultura Forte !

Feliz 2008 !

Mega Operação Logística da MSM (Calcário Agrícola)



A Mineração Santa Maria, maior mineradora de Calcário Dolomítico do Norte-Nordeste está realizando uma mega operação logística para garantir a entrega de mais de 20 Mil toneladas de Calcário nas fazendas da Região de Chapadinha.
O Calcário Dolomítico é produzido na Cidade de Independência - CE e de lá está sendo transportado de TREM até Teresina-PI e logo em seguida o Calcário é transportado em Caminhões Bi Trem e Rodo Trem de Teresina -PI até as Fazendas da Região de Chapadinha e também para a região da cidade de Balsas no Sul do Maranhão e Uruçuí (sul do Piauí).

Desta forma a MSM tem garantido uma maior eficiência em suas entregas e ainda reduzido os custos do produto, fazendo com que os agricultores paguem um preço cada vez mais justo por um Calcário de Maior Qualidade. E por falar em Qualidade, hoje a MSM produz o melhor calcário da região, com uma ótima granulometria, seu PRNT é de 95% e vale ressaltar também que quem compra calcário dolomítico da MSM recebe uma ótima relação Cálcio X Magnésio e o produto não contém sílica.

Sob a Direção do Sr. Wilson Holanda, a MSM vem buscando otimizar todos os recursos logísticos para atender cada vez melhor aos seus Clientes.

Vem aí a Festa de Confraternização da Paradise

FESTA PARADISE COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES

Todos os anos a PARADISE COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES organiza uma festa de confraternização entre os produtores da região, funcionários das fazendas, técnicos e amigos.
Neste ano de 2007 o evento será realizado na ASSOCIAÇÃO KANGAIA, no próximo dia 17 de novembro.
O evento que já está sendo organizado pela equipe PARADISE terá entre outras atrações o tradicional torneio de futebol que reúne os times de várias fazendas e empresas.
Jorge Volnei Riedel, proprietário da empresa aproveita este espaço para convidar todos os produtores e seus funcionários, técnicos e amigos para esta festa que neste ano promete!!!! Também, pede para que as fazendas e empresas organizem seus times para confraternizar no tradicional torneio de futebol!!!

Aguardamos todos na ASSOCIAÇÃO KANGAIA, dia 17 de novembro de 2007!!!


Os Agricultores da Região de Chapadinha-MA em visita aos Parreiras de uva da variedade Itália Melhorada/ Fazenda Santa Clara, na região de Petrolina




VALE DO SÃO FRANCISCO

Aproveitando o feriado de 12 de outubro, produtores, técnicos e agrônomos dos municípios de Chapadinha, Anapurus e Santa Quitéria estiveram realizando uma viagem para a região do Vale do São Francisco nos estados de PE e BA.
A intenção dos produtores foi de conhecer fazendas produtoras de frutas na cidade de Petrolina/PE buscando informações e tecnologia para um possível investimento futuro em nossa região.
A empresa que os recebeu – Fazenda Santa Clara – tem uma área de 25 ha irrigados onde produz uva de diferentes variedades entre elas a variedade Thompson, esta SEM SEMENTE – atração para os visitantes.
Pode-se conferir a área de produção da fazenda, bem como todas as instalações da empresa que realiza um rígido controle de qualidade para que a fruta chegue em excelente estado no consumidor final.
A produção da empresa é totalmente exportada para países da Europa que pagam de forma diferenciada a vantagem de degustar uva sem semente.

Outra atividade da região que pode ser conhecida é a criação de caprinos que movimenta a economia e o turismo dos municípios do semi-árido. O BODÓDROMO é um ponto de encontro de turistas e apreciadores da carne de “bode” que é servida de diferentes formas.

No sábado a noite, a atividade foi a participação no município de Lagoa Grande/PE do FESTIVAL UVA E DO VINHO, onde os produtores foram recebidos pelas vinícolas e puderam além de trocar idéias sobre a atividade, degustar diferentes vinhos.
Por tradição, já sabe-se que o Rio Grande do Sul é produtor de uva e vinhos de excelente qualidade, e como haviam muitos gaúchos nesta viagem a surpresa foi encontrar em pelo Pernambuco uma bandeira do RS divulgando os produtos do Estado. Claro... que o momento teve que ser registrado.... (foto)

Em Juazeiro na Bahia, atravessando o Rio São Francisco a visita na SEASA oportunizou a compra de frutas de excelente qualidade e muito diversificadas.

Parabéns aos organizadores e que a viagem traga bons frutos a nossa região!!!




OBS>: Esta Matéria foi escrita e enviada pela nossa amiga e colaboradora do Site: Eng. Agronoma Dra. Fernanda Weber.

BODÓDROMO – atração turística que difunde a caprinocultra da região do semi-árido. Visitantes puderam degustar a carne de “bode”

César Andreguetto, um dos participantes do passeio. Parreiras com uva tipo exportação

Sr. Vitor Barbosa e Da. Fátima, passeando no Bodódromo

Vinícolas recepcionaram nossa equipe oferecendo vinhos de excelente qualidade

Gaúchos não deixaram de registrar a presença da bandeira do RS no Festival da Uva e do Vinho em Lagoa Grande/PE

Arrendo 1.190 Hectares já calcareado


Arrendo uma área de Terras para plantio de Soja na Região de Chapadinha pronta pra plantar. São 1190 Hectares pertinho do asfalto e de vários secadores da região. A área não é nova, já foi cultivada várias vezes e não tem nenhum toco, recentemente foi toda calcareada. A área é toda plana e muito bonita, o índice pluviométrico médio da Região de Chapadinha é de cerca de 1.800mm por ano e chove de janeiro a junho.
Faço contrato de até 5 anos de arrendamento.
Os Interessados podem me telefonar o mais rápido possível: (89) 9973-7028- Falar com Pires. ou mandar e-mail para: sojapires@hotmail.com

O Retorno do Pires...

Bem amigos leitores do site Agricultura no Maranhão!
Muitos dos meus amigos tem me telefonado perguntando o que aconteceu que já faz exatamente um mês que o nosso site não está sendo atualizado. Pois bem, a verdade é que eu tirei 10 dias de férias e fui pra práia e depois disso tenho trabalhado tanto e viajado tanto que não está me sobrando muito tempo pra manter as atualizações diárias no site, mas apartir de agora informo que estou voltando, se segurem aí que vem muitas novidades no nosso site e muita informação interessante inclusive, além de informações sobre a agricultura de Chapadinha, vou começar a colocar também informações sobre a agricultura do Sul do Maranhão (Balsas-MA) e Sul do Piauí (Uruçuí-PI), afinal, nesta época do ano estou trabalhando aqui no Sul do estado.
Um Forte abraço a todos e até amanhã "Se Deus quiser"!

Qualidade de Vida !


Esta foto registra a visita do nosso amigo Francisco Barros e sua exposa Valéria à Horta do Junior. O Francisco está realizando seu grande sonho, aliás, sonho de muita gente, que é de morar numa chácara pertinho da cidade com qualidade de vida, sossego e tranquilidade. Lá ele está implantando uma bela Horta onde já está produzindo vários tipos de Hortaliças como alface, tomate, pimentão, cheiro-verde, rúcula, etc... o Francisco também está fazendo um belo tanque para criação de peixes. Mesmo sem ser do ramo, ele tem buscado ajuda para realizar seu projeto de Horticultura e Piscicultura, fez pesquisas na Internet, conversou com professores da UFMA, visitou a Horta do Júnior (a maior da região) e está todo empolgado pois está vendo seu sonho se tornar realidade. E diz: "A busca de qualidade de vida para minha família é o que me motiva a perseverar".

Professores em Campo

Esta sem dúvidas é uma notícia que deixa qualquer leitor deste nosso Site feliz.
Os professores do Curso de Agrônomia da UFMA (Chapadinha) tem desenvolvido trabalhos e pesquisas de grande importância para a agricultura de nossa região através de parcerias com os agricultores e também com a Embrapa. A chegada da Universidade Federal aqui em Chapadinha já tem trazido benefícios expressivos para o desenvolvimento de nossa região, com a UFMA vieram professoras do mais alto nível intelectual, pessoas capacitadas com Mestrado e a maioria já com Doutorado e melhor ainda, estes professores tem provado que suas capacidades vão além das aulas teóricas, pois, quase todos os professores do Campus de Chapadinha já tem Projetos de Pesquisas de Extenção e tem ido a campo a fim de adquirir mais conhecimento, além de transmitirem estes conhecimentos aos alunos e à comunidade.
Alguns dias atrás eu conversava com um grupo de agricultores e tocamos no assunto referente a UFMA, era impressionante como estes expressavam a satisfação pela implantação da Universidade aqui e também pela qualidade dos professores, notei que a expectativa deles é alta em relação ao trabalho da Universidade na Região mas também notei o respeito e a admiração que já tem pela equipe de professores e pesquisadores da mesma.
Ainda não tive a oportunidade de conhecer todos, mas tenho observado o trabalho brilhante de alguns deles:
O Professor Ricardo Gonçalves por exemplo tem desenvolido pesquisas sobre o melhoramento do cultivo de milho e também sobre o uso de fungicidas na cultura da soja;
Outro trabalho plausível tem sido o dos professores Regis Catarino e André L. Silva ao desenvolverem pesquisas relacionadas ao meio Ambiente e Mananciais Hídricos na Reserva do Itamacaoca;
Já o Professor Biólogo Fredgardson Martins tem pesquisado sobre a Flora Maranhense e até criou um Blog na Internet sobre o tema entitulado "Plantas do Maranhão" (www.plantasdomaranhao.blogspot.com);
Outro que além de pesquisar criou também um Blog muito interessante foi o Biólogo professor Jorge Nunes que deu o nome de "Peixes do Maranhão" ao seu Site (www.peixesdomaranhao.blogspot.com);
Não poderia deixar de citar o trabalho e a contribuição que o Professor Zé Maria tem nos dado sempre que compartilha seus conhecimentos agronômicos conosco;
Outra pessoa que me surpreendo e aprendo cada vez que converso com ele é o professor Jeferson Selbach, o homem é uma lição de cidadania em pessoa e através do seu Site "Chapada das Mulatas" já tem contribuido para a quebra de vários paradigmas que antes eram tidos como tabú em nossa sociedade local.
Eu que sou um simples Administrador em Agronegócio, graduado pela UFMG e que tenho a honra de fazer parte do Avanço da Agricultura na Região de Chapadinha, registro aqui o nosso Muito obrigado a UFMA por ser esta instituição tão respeitada e tão importante para a formação de melhores profissionais.
Era disso que Chapadinha precisava!

Na foto abaixo os professores Jussara e Ednaldo acompanham um campo experimental de cobertura de solo na Fazenda do Evaldo Grobner.

Na Foto: Pires, Jussara, Ednaldo e Evaldo Grobner.

Colheita do Milho

Nos últimos dias tenho acompanhado a colheita de milho aqui na região que por sinal tem nos deixado bastante satisfeitos com a produtividade, vejam nas fotos abaixo uma lavoura muito bonita e bem feita na Fazenda Typuana.

Projeto agrícola europeu em Chapadinha

Por Jornal Pequeno, resumido
A empresa portuguesa PRIO estuda investimentos no Maranhão na ordem de R$ 180 milhões, alocados na instalação de usina de extração de óleo em São Luis e projeto agrícola na região de Chapadinha.
O empreendimento vai gerar cerca de 1.500 empregos, entre diretos e indiretos, no projeto agrícola e industrial.
Confiram o texto na íntegra acessando: www.chapadadasmulatas.blogspot.com

Exportações do agronegócio batem novo recorde em maio

Mesmo com o real fortalecido frente ao dólar, cotado em R$ 1,968, as exportações do agronegócio seguem alcançando números inéditos. No mês passado, os embarques somaram US$ 5,199 bilhões, um recorde para os meses de maio e o segundo maior valor mensal da série histórica, iniciada em 1989 - o primeiro foi o de julho de 2006, de US$ 5,236 bilhões. As importações cresceram 40,9%, atingindo US$ 698 milhões. Com isso, o saldo da balança comercial ficou em US$ 4,497. O destaque foi o complexo carnes, que pela primeira vez tem resultado mensal de US$ 1 bilhão, contribuindo com quase 20% para o total exportado.
Fonte: Revista Cultivar.

Nem tudo são flores.

De vez em quando falta armazém e secador pra tanta soja, mas dos males este é o menor, a gente improvisa no bom geitinho brasileiro e se arranja.
Com soja a U$$17,00 (dolar de hoje) ninguém se extressa.
A estimativa é de que a Região de Chapadinha colha neste ano mais de 100 milhões de kilos de soja.

A colheita segue em frente.

Arroz - 60 sacas por hectare em área de primeiro ano e que ainda nem foi calcareada. Aqui o agricultor vende o arroz a R$ 30,00 por saca.
Mas aqui na região também tem lavouras rins viu, nós não divulgamos aqui no nosso site pra "evitar a fadiga". rs... rs...

E vamos colher !


Aniversário do Agricultor Guto Bilibio

Parabéns ao nosso Amigo Guto Bilibio da Fazenda Quarta Estância, afinal, não é todo dia que se completa 90 anos de idade (brincadeira), a Beta falou que são apenas 26 anos.
Augusto, seus amigos deixam aqui um grande abraço pra você e te desejam muitas felicidades e muitos anos de vida. Obrigado por ser esse amigo parceiro nas lutas diárias, você é um guerreiro e os seus esforços tem inspirado muita gente.

Valeu Cara! Feliz Aniversário!

64 Sacas por Hectare

Tem gente que brinca de ser agricultor, mas o agricultor de verdade sabe que pra se ter uma boa colheita precisa de investimentos e tratos culturais.
Nesta foto dá pra se ter a idéia de que vale a pena investir e cuidar, afinal, uma boa calagem, adubação com base em análise de solo, sementes certificadas, tratamento de sementes, boa inoculação, aplicações de herbicidas, inseticidas e fungicidas na época certa e na dosagem correta aliados a um clima fiel e um bom plantio direto fazem com que o agricultor obtenha de volta os seus investimentos e ainda colha os lucros.
Acompanhei a colheita nesta fazenda óntem e fiquei de "queicho caído".

Feliz Aniversário ao Agricultor Zico Galvão

Parabéns a esse Grande Homem, lutador, perseverante, obstinado, comprometido com o sucesso e um exemplo de humildade.
Fica aqui um forte abraço dos seus colegas de profissão, Amigos, Exposa, filhas, Neta e todos aqueles que tem um grande carinho e respeito por você.
Será que vai ter churrasco hoje!?


Feliz Aniversário Zico !

Dia Mundial do Meio Ambiente

Recomendo aos nossos amigos que lêiam o texto "Dia Mundial do Meio Ambiente" de autoria do professor Jeferson Selbach. No seu texto ele expõe que enquanto aqui em Chapadinha acusa-se os sojicultores de todo caos do planeta, as comunidades extrangeiras não fazem sua parte nem nas coisas mais simples de se preservar a natureza e que o grande vilão da degradação do meio ambiente não é o impacto gerado pela dita invasão do agronegócio, mas o consumo desvairado. Consumimos mais do que precisamos em termos de comida, água, energia, etc.
Confiram o texto na íntegra acessando: www.chapadadasmulatas.blogspot.com

Colhendo soja e Plantando milheto

Esta é a Fazenda do Grupo Costa Beber aqui no Maranhão.
Colhendo soja e plantando milheto logo em seguida, assim se evita deixar o solo exposto durante a entresafra e ainda se consegue fazer uma boa plalhada para o próximo plantio direto.

Quem planta com tecnologia colhe resultados.

Fazenda Santa Rosa






Visitantes e Anfitriões

O agricultor Martiniano Costa Beber recebe a visita de um grupo de agricultores que vieram da cidade de Nova Chavantina-MT conhecer as lavouras da Região de Chapadinha.


Na foto: Rudiney Martins, Endrigo Dalcin, Ageniro Danieli, Martiniano Costa Beber e Claudeir Pires (eu)

Dois Agricultores de Sucesso

Estes são Vítor Barbosa (Fazenda Barbosa) e Evaldo Grobner (Fazenda Typuana)
Agricultores que já estão aqui no Maranhão a vários anos e tem se destacado por seus empenhos e dedicação em suas lavouras. Além de visinhos são amigos e compartilham suas experiências agronômicas.

O Dólar caido e a colheita seguindo. Heita Nóis!

Soja a U$$ 16,50 (hoje) só aqui em Chapadinha-MA.

E segue a colheita de grãos na Região de Chapadinha-MA

A colheita já segue a "todo vapor"!
Uma correria geral, colheitadeiras nos campos, caminhões nas estradas, lenhas nos secadores, moegas chêias, mas a alegria estampada nos rostos dos agricultores não escondem a satisfação de colher os frutos de mais um ano de trabalho e investimentos.


Gestor Público! ele não sabe oque é isso.

Onde está o prefeito? onde está aquele prefeito que na sua campanha política saía pelas comunidades rurais fazendo sua campanha cumprimentando as pessoas, dando tapinhas nas costas, tomando cafezinhos de casa em casa?
Prometia estradas para as comunidades rurais, prometia uma Secretaria de Agricultura atuante, prometia incentivos para os "pequenos" agricultores.
Onde está aquele prefeito? oque aconteceu com os seus ideais? Cadê o seu projeto de governo?
Ipócrita, corrupto, ladrão e enganador.
As estradas vicinais continuam ruins, os incetivos aos agricultres das comunidades rurais nunca apareceram, a secretaria de agricultura até tem funcionários bem intencionados mas não desenvolve nenhuma ação efetiva pois o Sr. prefeito não libera as verbas necessárias.
Ano que vem tem novas eleições e esses "caras-de-pau" certamente virão com as mesmas estratégias eleitoreiras para ludibriar o homem do campo com suas promessas enganadoras.
Aproveitadores da simplicidade das famílias que vivem na zona rural.
O Homem do Campo mecere mais consideração, merece mais respeito e atenção, afinal, é do suor e dos esforços desses homens e mulheres que são produzidos os alimentos de quem vive na cidade.
Essas famílias de agricultores são esquecidos pelos governantes durante os primeiros 3 anos de sua gestão, mas no quarto ano, quando as eleições começam a se aproximar parece que eles acordam de um sono profundo e começam a "fazer média" já em rítmo de campanha para as próximas eleições.
Precisamos de estradas para escoar nossa produção rural.
Precisamos de cursos de capacitação para os agricultores.
Precisamos de acesso ao crédito rural, de orientação técnica (projetistas).
Precisamos de tratores para prestarem serviço para as comunidades rurais mais carentes.
Precisamos de uma equipe de técnicos agrícola visitando estas comunidades e ajudando (orientando) os "pequenos" agricultores.
Cadê o prefeito? Oque houve com suas promessas de campanha?
E aqueles vereadores que se diziam defensores do povo, onde estão? Será que se venderam?

Correspondente dos EUA


Esta foto foi enviada por Marilene Velayas, ela mora nos USA mas tem uma lavoura aqui na Região. Marilene disse que esta lavoura de milho é bem próxima de sua casa no estado de Illinois. Hoje os EUA são os maiores produtores de milho do mundo e também são os maiores consumidores, pois, o utilizam tanto para alimentação humana, alimentação animal e também para fabricação de Alcool combustível (etanol).

Aqui no Brasil a média de produtividade nacional de milho é de cerca de 50 sc/ha enquanto que a média de produtividade dos EUA é de 130 sc/ha e muitas fazendas de lá chegam a produzir até 240 sc/ha devido às ótimas condições de solo, relevo, clima e altitude aliados a alta tecnologia dos híbridos de lá.

Festa de Abertura Oficial da Colheita

A festa de abertura oficial da colheita de grãos na região de Chapadinha foi um sucesso!
Apoiada e patrocinada por empresas do segmento agrícola, Banco do Brasil e Banco do Nordeste, foi servido um churrasco e um buffet bem variado. Teve até um bailão de Vanerão conduzido pelos cantores gaúchos Thiago Neys e Gilcemar Coraça que animou os participantes da festa a dançarem bastante. Vale lembrar que a festa foi organizada por mim, portanto, sou até suspeito ao dizer que foi um "Festão". Mas confiram as fotos e vejam como foi.









Visita do Superintendente do Banco da Amazônia à Região de Chapadinha



Na foto: Ademar, Luis C. B. Fêio, Jandir Motter, Paulo Librelotto e Josenildo.

Nos dias 22, 23 e 24 de Maio, o Dr. Luis Euclides Barros Fêio, Superintendente do Banco da Amazônia no Maranhão esteve visitando as fazendas produtoras de Grãos de nossa região. Este afirmou que ficou muito satisfeito com os investimentos feitos pelos agricultores financiados pelo Banco e reafirmou seu total apoio ao crescimento da Agricultura nesta Região. Um dos Objetivos de sua visita foi apresentar o Dr. Josenildo Sousa, novo Gerente da Agência do Banco na cidade de Coroatá, agência esta que atende à Região de Chapadinha. Com eles vêio também o Dr. Ademar Gomes Lopes, que apartir de então deixa de gerênciar e Agência de Coroatá e passa a ser o novo gerente do Banco em São Luis (Agência Guajajaras).Desejamos que o Dr. Josenildo tenha muito sucesso na condução desta Agência e que dê continuidade ao brilhante trabalho feito aqui pelo Dr. Ademar Gomes Lopes e sua equipe, afinal, o Dr. Ademar se mostrou um profissional competente à frente desta agência e sem dúvidas deixará saudades aos clientes e amigos que aqui fez.
No Encerramento da visita dos representantes de Banco da Amazônia à Região, a empresa Plant (J.J Motter e Cia Ltda) organizou uma reunião no auditório da Camara Municipal com um grupo de produtores rurais.


Lançameto do DVD "A Agricultura na Região de Chapadinha-MA"

Estamos desenvolvendo um projeto que visa registrar e divulgar um pouco da história do crescimento da agricultura na Região de Chapadinha, para isso, estamos gravando um DVD com depoimentos de vários agricultores onde estes contam suas histórias sobre a sua vinda para o Maranhão fazendo breve retrospecto. Aguarde, vai ser um material visual muito interessante, além dos vídeos, no DVD irá conter também dezenas de fotos das lavouras e das famílias de agricultores de nossa região.

Convite







AGED - Informa

Gostaria de apresentar algumas atividades realizadas pelo Posto Avançado de Sanidade Agropecuária – PASA Chapadinha neste mês.

Neste momento temos Quatro Ações sendo realizadas:

1º Ação - Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa de 01 a 31 de maio, atualmente o Maranhão classifica-se como médio risco e está pleiteando baixo risco;
2º Ação - Levantamento de área Livre de Sigatoka Negra no cultivo da Banana e estamos visitando e cadastrando todas as propriedades da regional que vai de Chapadinha a até a cidade de Paulino Neves;
3° Ação - Cadastramento das Unidades produtivas de Soja concomitantemente com a Criação do Grupo Regional de Combate a Ferrugem Asiática da Soja no Baixo Parnaíba, lembro ainda que este grupo foi criado no dia 4 de maio no qual a APACEL faz parte e que já executamos nossa primeira ação aprovada pelo governo do Estado que é a colocação de uma Barreira Fitossanitária no Município de Itapecurú Mirim para inspeção e desinfecção das maquinas agrícolas que irão realizar a colheita da soja;
4º ação - Fiscalização do comércio de agrotóxicos e acondicionamento das embalagens vazias nas propriedades com um trabalho educativo.

Além destas ações prioritárias a AGED tem outras atividades que no futuro estarei informando a vocês aqui mesmo através do Site Agricultura no Maranhão.

Autor: José Ivo S. Cruz Júnior – AGED (Chapadinha-MA)

Jovem Empeendedor

Este é o Empresário Renato Dalcin, da empresa POLO AGRÍCOLA que atua no seguimento de Implementos Agrícola e é representante da Stara Sfill aqui na Região.

Parceria que dá Certo.


Estes são Botelho (projetista) e Rogério (BNB)

Amigos e Parceiros da Empresa "Ghedini e Ghedini"


Estes são Fernando Vontobel, Cláudio Dalpupo e Zico (Sérgio Galvão). Amigos batendo um papo durante o "Dia de Campo".

Terceirização da Colheita

Aqui na região a maior parte das Fazendas terceiriza a colheita através da contratação de Colheitadeiras. Na minha opinião uma estratégia muito interessante economicamente, tanto para o Agricultor quanto para o dono das máquinas. Ao terceirizar a colheita o Agricultor se isenta de muitas dores de cabeça durante a safra com revisões de máquinas, manutenção, peças e outros contratempos mas a principal vantagem é a dispensa de Capital imobilizado, pois, ao adquirir uma colheitadeira nova ele estaria investindo cerca de R$ 400.000,00 numa máquina que só ocuparia durante um mês no ano, o resto do ano a máquina (capital imobilizado) estaria parada dentro de um barracão. Já para os prestadores deste serviço a grande vantagem é que eles passam o Ano todo trabalhando com suas Colheitadeiras, isso graças ao calendário de plantio ser tão variado no Brasil devido ao clima de cada Região. Estes geralmente colhem no Sul, depois vão colher no Mato Grosso, aí alguns dias depois já começa a colheita em Barreiras-BA, depois em Balsas-MA, alguns dias após o final da colheita de Balsas-MA começa em Chapadinha-MA e depois de Chapadinha eles podem até ir pro Pará e pra Roraima.

Assim, os prestadores de serviço se dedicam especificamente a esse fim e o Agricultor consegue ter uma agilidade e eficiencia bem maior com a contratação de máquinas geralmente novas e revisadas já que estas trabalham durante o ano todo.

Os valores cobrados pela colheita por aqui variam entre 2,5 e 3 sacas de soja por hectare (diesel por conta do Agricultor) e aparece máquinas de todos os modelos e muitos prestadores de serviço.

Nosso Blog já tem até Correspondente Internacional


Apartir do dia 21/05 estaremos publicando aqui algumas fotos e comentários enviados por Marilene Velayas, uma brasileira que mora nos Estados Unidos. Ela tem uma propriedade aqui na Região de Chapadinha e sua lavoura de Soja aqui está sendo muito bem conduzida por seu pai (Sr. Pedro Oscar de Souza) e por seu Irmão (Márcio Sousa). Numa parceria, ela nos enviará fotos das fazendas dos EUA para que nós possamos ver as lavouras de lá e comparar com a Agricultura que praticamos aqui no Brasil, contudo, levaremos em consideração que o solo e o clima são bem diferentes dos nossos.

Atencipadamente agradecemos a nossa Amiga Marilene Velayas por colaborar conosco, já que informação e conhecimento é o principal objetivo do nosso Blog.

Grande Expectativa para a "Festa da Colheita"

É grande a Expectativa para a "Festa da Colheita", que acontecerá no dia 26/05 (Sábado) no Balneário Recanto dos Buritis (Anapurus-MA). O objetivo da Festa é promover a confraternização entre os Agricultores da Região e as suas Famílias, Empresas de Aviação Agrícola, Escritórios de Planejamento, Bancos Parceiros e demais profissionais que atuam com a Agricultura Regional.
Será servido um Almoço (churrasco) para os participantes que também serão contemplados com Boa Música Ao Vivo, e muita tranquilidade às margens do Balneário de aguas frias.
O Evento conta com o Apoio da APACEL e a colaboração das Revendas de Insumos e demais empresas de Serviços no seguimento e Bancos.

OBS.: Abaixo estão fotos do Local da Festa

"Dia de Campo"

Foi um Sucesso o "Dia de Campo" promovido pela SEMENTES PAMPEANA em sua Sede (Fazenda Europa).
Parabenizo aqui o Família Strobel por este grande passo no Avanço da Agricultura aqui na Região. A multiplicação de Sementes de soja já é uma realidade na Região de Chapadinha, graças a muitas pesquisas e muitos investimentos feitos pelo Grupo Strobel ao instalar aqui sua UBS. Isso consolida ainda mais a agricultura regional e traz mais seguranças aos produtores, pois, passam a ter mais uma opção para adquirir suas sementes de boa qualidade e Certificadas.
Das cultivares mostradas em seus campos experimentais as variedades Convêncionais: Candêia, Seridó, Pirarara, Raimunda e Tracajá mostraram que ainda são ótimas opções sendo que cada uma com suas características e particularidades.
Das Cultivares RR (Transgênicos) se destacaram as variedades: BRS 271 e M-9144, ambas com ótima carga produtiva que já mostram que vieram pra ficar.
Além destas, vários ensaios com diversas cultivares diferentes foram apresentados aos participantes do "Dia de Campo", onde cada agricultor pode conhecer sobre novos materias e ainda tirar as suas próprias conclusões.
Os palestrantes também fizeram um brilhante trabalho, a Fapcen esteve presente com a palestra do pesquisador Éverson Zeny, o LASCER também se fez presente com a palestra da Dra. Pricila, a NORAGRO foi muito bem representada tecnicamente com as esplanações do competente Rogério Loro, da EMBRAPA vêio o Dr. Gerson L. Krelling e ainda tivemos uma palestra do fiscal do Ministério da Agricultura. Enfim, um evento completo, com informações técnicas sobre sementes, divulgação das pesquisas e um ambiente muito agradável com a Reunião de quase todos os agricultores da região.

Irmãos Biesek


Armindo e Eugênio

Irmãos Librelotto


Valtair e Paulo

Cezar Andreguetto, Eugenio BieseK e Sidneo Andreguetto

Um Trio de Agricultores


















Campo Expesimental da Sementes Pampeana













Soja Transgenico (Semente Legalizada)


Esta é uma das variedades de Soja RR Multiplicada aqui pela Sementes Pampeana

Soja Transgenico (Semente Legalizada)

Esta é uma das cultivares da Monsoy multiplicada pela Sementes Pampeana.

Eduardo, Vítor, Sidneo e Cezar







Os Anfitriões Sérgio e Raul


Churrascada após o "Dia de Campo"


Os Churrasqueiros Oficiais

Neka e Kiko (Gaúchos que moram a mais de 15 anos no Maranhão)

Capacidade instalada das unidades de biodiesel supera meta do B2

O Brasil já possui capacidade instalada para a produção do volume de biodiesel que será necessário para atender a adição obrigatória de 2% desse biocombustível ao diesel (B2) a partir de janeiro de 2008, conforme estabelece o Programa Nacional da Produção e Uso de Biodiesel (PNPB). Com a autorização de funcionamento da unidade da Brasil Ecodiesel em São Luís (MA), publicada no Diário Oficial em 30 de abril, que tem capacidade de produção de 108 milhões de litros anuais, o País apresenta uma capacidade total de 962 milhões de litros por ano. Segundo informações da assessoria de comunicação do Ministério de Minas e Energia, descontadas as paradas para manutenção de usinas, o Brasil tem uma capacidade efetiva de produção de 870 milhões de litros de biodiesel por ano, o que supera os 840 milhões de litros necessários para o B2. As informações são da assessoria de imprensa Procana Online.

Parceria que dá certo



Estes são Dênis Trovo (Agricultor), Drª Angela (Contadora) e Marcelo Braun (Agricultor).

"Dia de Campo - SEMENTES PAMPEANA"

Data: 16/05/07
Horário: 15:00hs
Local: Fazenda Europa

Programação:

1 – Visita a parcelas de cultivares de soja;
2 – Visita a parcelas de adubação, tratamento de sementes e espaçamento de soja;
3 – Visita a campos de multiplicação de sementes de cultivares de soja “RR” pertencentes a Monsoy e Fapcen.
4 - Informações técnicas: Fapcen – Monsoy e debates (experiências) com os agricultores da região.

Pronta para Estrear


O que há de mais moderno e eficiente está nesta Máquina, a Colheitadeira 9650 STS foi adquirida recentemente só para estrear colhendo SEMENTES aqui na Região.
Das várias características da máquina se destaca a eliminação de danos mecânicos nos grãos, o Computador de Bordo (Agric. de Pecisão) e uma ótima velocidade de trabalho, mas além disso, ela é uma máquina com muito mais recursos que tornam o Operador num verdadeiro Piloto com painéis chêios de instrumentos e recursos eletrônicos.

Uma Boa Prosa


Na Foto: Tiago Neis e Pires (Eu)


Nada como um Bate-Papo com os amigos pra falar sobre a "Produtividade, o dolar e dos problemas da humanidade". kkkkkk !

Tecnologia de Ponta

Na Fazenda Santa Rosa a expectativa é grande para o início da Colheita, a lavoura neste ano promete uma média de produtividade bem maior doque nos anos anteriores. As MF 34 já estão prontas. Uma característica interessante nestes máquinas é o Computador de Bordo que calcula a média de produtividade de cada talhão e imprime os relatórios (Agricultura de Precisão).

Colheitadeiras Quase Prontas


Na Fazenda São João as Máquinas já estão recebendo os últimos ajustes pra começar a colheita de Soja da Safra 2007. Agora é só regular e esperar a hora de meter a plataforma pra engolir os grãos de "ouro vegetal".

Viemos nos Tornar Maranhenses

Algumas pessoas se referem aos que trabalham com Soja aqui no Maranhão como "Gaúchos", deve ser pela fama que o gaúcho tem de desbravador. Na verdade nem todos vieram do Rio Grande do Sul, muitos vieram do Paraná, outros de Santa Catarina, do estado de São Paulo, de Minas Gerais (eu por exemplo), do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, do Ceará, de Goiás, Tocantins, enfim, aqui tem gente de todas as regiões do Brasil.
Contudo, há por parte de algumas pessoas menos informadas e de mente fechada um certo Preconceito em relação a essas pessoas que vieram com o objetivo de praticar a Agricultura nesta Região do País. Tenho certeza de que todos levam essa história na esportiva.
Todos somos BRASILEIROS, na carteira de Identidade e de Motorista de cada um está escrito: "VÁLIDO EM TODO O TERRITÓRIO NACIONAL", assim, deixo bem claro que nós viemos pra cá porque achamos aqui um ótimo lugar pra vivermos, foi por isso que nos mudamos para o Maranhão com nossas famílias, hoje eu tenho muito orgulho de ter duas filhas que nasceram aqui. Foi aqui que eu escolhi para construir uma vida melhor e sinceramente, o Maranhão é um estado muito promissor e nenhum destes Agricultores vêio pra cá com visão extrativista. Todos vieram construir e contribuir para o desenvolvimento desta região, nós crescemos e a região também cresce. Cada safra que produzimos aqui são recolhidos impostos, geramos empregos, uns efetivos e outros temporários mas muitos dos que trabalham pra nós hoje não tinham antes nenhuma garantia de emprego e renda. Ahhh ! agente também consome no comércio local, compramos combustíveis nos Postos, peças para carros e máquinas, compramos móveis pra nossas casas, compramos cereais nos Supermercados, carnes nos açougues, enfim, geramos emprego e renda de forma direta e indireta.
A visão que temos é: INTEGRAÇÃO, estamos buscando formas de integrar o AGRONEGÓCIO com a AGRICULTURA FAMILIAR, vários projetos estão sendo estudados para contribuir com a transferência de tecnologia para as comunidades rurais vizinhas às propriedades dos ditos "gaúchos". O conflito e a intriga de nada contribui para com o DESENVOLVIMENTO.
Ainda bem que a maioria da população daqui é composta por pessoas abertas, bem informadas e que nos recebem muito bem.
Nosso Muito Obrigado à Sociedade Chapadinhense que tem acolhido tão bem esta nova fase de crescimento avanço tecnológico para a Agricultura Regional.