A Crise Econômica Mundial

O Mundo está atravessando uma das maiores Crises Econômicas de todos os tempos, Bolsas em forte queda, mercado de Ações em baixa, empresas, Bancos e Agentes Financiadores em falência, em fim, uma loucura total.
O nervosismo econômico chega a ser algo assustador, um dia o dólar fecha em forte queda, no outro ele tem uma reação surpreendente e assim esta tal crise vai se arrastando no mundo da Especulação.
Mas vem a indagação do agricultor: “Em que isto tudo me afeta diretamente?”
Ora, talvez hoje você nem perceba, mas influencia e muito. Para alguns diretamente e para outros indiretamente, pois, os impactos muitas vezes vem em cadeia. A maioria dos insumos agrícolas são precificados em dólar (fertilizantes, agroquímicos, sementes, etc...), e se o dólar sofre alta, automaticamente todos estes produtos são reajustados.
Mas uma coisa temos que ter em mente: “ Com crise ou sem crise, o mundo precisa de alimentos!”
Já está na hora do plantio lá nos EUA, e saiba que muitos dos agricultores de lá estão reduzindo suas áreas de plantio, pois, os agentes financiadores da agricultura Norte Americana estão pulando fora e preferindo não se arriscarem em meio a tantas turbulências, ou seja, se os EUA plantarão menos do que estava previsto isto será muito bom para nós brasileiros, afinal, aqui o Governo está empenhado em liberar recursos para que a Agricultura Brasileira continue forte e competitiva no cenário mundial. Estamos vendo o Lula e o Guido Mantega em todos os seus pronunciamentos dizerem abertamente que não vão faltar recursos para a Agricultura, nem neste ano e nem no próximo.Sendo assim amigo agricultor, o meu conselho é: “Plante que o mundo garante”. Com crise ou sem ela, o mundo precisa de alimentos.
Autor: Claudeir Pires

Um comentário:

Paulo Reis disse...

Governo do Maranhão faz revolução na produção rural
O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, faz uma revolução na produção rural do Estado. Os números gigantes desses investimentos ecoam em todas as regiões. Há dois anos construindo dignidade com investimentos no setor primário, o Governo do Maranhão beneficia milhares de agricultores e promove o desenvolvimento da nossa pecuária.
Para o Secretário de Estado da Agricultura, Domingos Paz, "a avaliação dos resultados nos dois primeiros anos do Governo Jackson Lago é muito positiva". Domingos Paz construiu uma pactuação inédita entre o Governo do Maranhão e os movimentos rurais, entre eles o Movimento dos Sem-Terra, Aconeruq, Fetaema, Centru, MSLT, Vila Campesina, Associação dos Criadores do Estado do Maranhão.
Com parcerias e forte representatividade no campo, o Governo do Maranhão produz uma safra de resultados gigantes. O Governador Jackson Lago criou a Agência de Pesquisa Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp), assinou o Programa Garantia Safra e Lançou o Mais Alimento. As ações de regularização fundiária e assistência técnica alcançaram resultados inéditos.
Mais de 76 mil agricultores beneficiados
Os programas de Regularização Fundiária e Crédito Fundiário, por meio do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), expediu 1.293 títulos individuais e 3 mil coletivos, beneficiando 2.569 famílias de agricultores, totalizando 180. 263 hectares arrecadados. Os incentivos a habitações rurais e crédito de fomento nas áreas de assentamentos do Estado beneficiaram 7.600 famílias de agricultores.
Na linha de investimentos comunitários foram aplicados R$ 28,6 milhões em projetos de infra-estrutura, produtivos e ambientais. A Seagro ainda tem R$ 13,4 milhões disponíveis. A linha de aquisição de terras, que se encontrava suspensa desde 2007, devido a não prestação de contas de 2002 a 2006, agora foi reativada. Com a prestação de contas atualizada, a previsão de retomada começa neste ano.
Entre as ações de fomento destacam-se ainda a distribuição de 2.270 toneladas de sementes de arroz, milho e feijão para a safra 2007/2008, beneficiando 76.334 famílias com área cultivada de 73,384 hectares em investimentos de R$ 8.285 mil reais. Para a safra 2008/2009, 700.613 toneladas de sementes de milho e hortaliças vão beneficiar 40 mil famílias em área cultivada de 35,540 mil hectares.
Agricultura Mecanizada agora é realidade
O investimento é de R$ 1 milhão e 893 mil. Além de dar a semente, o Governo Estadual garante a assistência técnica e modernos equipamentos. Foram distribuídos 90 pulverizadores, 30 roçadeiras profissionais, 100 plantadeiras e adubadeiras do tipo tico-tico, 60 kits de inseminação artificial, 50 forrageiras monofásica, 02 micro-tratores com implementos, 70 kits de irrigação e mais o conserto de oito bombas.
2 quilômetros de dreno também foram realizados e o Governo do Maranhão construiu um galpão de 664 metros quadrados para armazenagem. Foram instaladas ainda duas máquinas de beneficiamento de arroz, garantido o crédito para 44 famílias, via Banco da Amazônia, e também o plantio de 450 hectares de Arroz Irrigado, com safra prevista para 2.700 toneladas no Projeto do Perímetro Irrigado de Salangô.
Foram distribuídas ainda 9 toneladas de fertilizantes e 23 kits de irrigação. O Governo do Maranhão realizou a recuperação de 16 hectares e plantação de 44 hectares de bananas Pacovan, com previsão de safra de 1.400 toneladas no Projeto Perímetro Irrigado do Tabuleiro São Bernardo. Os projetos do Prodim beneficiaram ainda 28.934 famílias de agricultores com R$ 23 milhões e 188 mil reais.
O Fundo Maranhense de Combate a Pobreza (Fumacop) trabalha com 80 projetos em fase final de assinatura de convênios, 152 remanescente do Prodim.
Os investimentos de R$ 3 milhões e 320 mil reais beneficiarão 2.080 agricultores familiares em 23 municípios. Os trabalhadores rurais maranhenses agora podem plantar com a segurança do Programa Garantia Safra. O Governo do Estado garante o acesso total ou parcial a R$ 550 reais, aos agricultores, em caso de perda completa da produção por seca ou enchente, e com risco potencial de alimentação.
O Maranhão colhe os frutos dos investimentos. O Plano Safra e o Programa Maranhão Produtivo também fazem parte da nova realidade no campo. O intercâmbio comercial com o Governo da Venezuela também é outra importante porta que se abre no setor rural maranhense e a vinda de novos empreendimentos, como as indústrias de papel e produção de ração e aves mostram o desenvolvimento do setor no Estado.
Defesa Animal e Vegetal em Ação
O atual Governo do Maranhão já realizou quatro grandes campanhas de vacinação contra a febre aftosa. Classificado hoje como risco médio, a meta é chegar a baixo risco com vacinação. O percentual de vacinação está acima dos 90%. Hoje, o rebanho maranhense já chega a 7 milhões de cabeças de gado. No Programa de Defesa Agropecuária, foi feito ainda o georeferenciamento de 47.600 propriedades.
O Governo do Maranhão vacinou 832.732 cabeças de bovídeos contra a raiva. Foram emitidas 101.982 guias de transporte de animais intraestaduais e 8.232 GTAS interestaduais. 92 eventos agropecuários foram fiscalizados e o Maranhão alcançou destaque nacional com o recolhimento de 315.267 kg de embalagens de agrotóxicos. O Maranhão também conquistou a condição de área livre da Sigatoka Negra.
A Seagro também efetivou o combate a ferrugem asiática e evitou a entrada de novas pragas. O Programa Fazendo Educação, entre palestras e reuniões, informou mais de 11 mil pessoas. Foram feitos ainda 15.197 atendimentos nas unidades da Agência de Defesa Agropecuária e 9 mil alunos de 24 escolas aprenderam a evitar problemas ambientais e de saúde com as orientações dos técnicos da AGED.
COMBATE AO BERIBÉRI
A Secretaria de Agricultura do Governo do Maranhão, em parceria com a Secretaria da Saúde e Fapema e o Governo Federal, tiveram uma importante participação no combate ao beribéri no Estado. Desde 2007, o Maranhão não registra nenhum óbito causado pela síndrome neurológica por hipovitaminose B1. O armazenamento de forma inadequada do arroz era o principal vetor da doença.
Domingos Paz informa que a Seagro "adquiriu medidores de umidade e temperatura para serem utilizados como instrumentos de controle nos depósitos de arroz. A principal arma do combate ao beribéri foi a adoção de silos". O Governo do Maranhão também implantou um novo modelo para o desenvolvimento da cadeia produtiva do Babaçu e promove o desenvolvimento de forma pactuada do setor rural.