Zé Rinaldi em sua Lavoura de Arroz
Nodulação, a melhor e mais econômica fonte de Nitrogênio
Fazenda Shangrilá - Célio Paludo
Tornêio de Futebol entre as Fazendas
Jaime, Célio Paludo,Dedé, Gilney, Márcio, Rafael, Tancredo,Eugenio Biesek,Francisco, Maurício e Miltob Guzi.

Fazenda Typuana - Uma das nossas referências.
As Fazendas da Região de Chapadinha se preparam para Safra Recorde
Fazenda Santa Rosa (Buriti-MA) - Organização e Tecnologia
Estes são Renato Fogolari gerente geral da Faz. Santa Rosa e Nelson Eng. Agrônomo e Pesquisador da Bayer.
A Fazenda Santa Rosa fica no município de Buriti-MA a 60 Km de Chapadinha, além do Renato Fogolari a Fazenda conta também com o Coordenador operacional Edson Kupski que se dedica em quase tempo integral às atividades da fazenda, talvez esteja aí o segredo do sucesso desta empresa (União e Dedicação).
Sr. Vitor Barbosa - Um Gaúcho Maranhense
Este é o Sr. Vitor da Fazenda Barbosa, uma agricultor de Sucesso e defensor da Integração entre a Agricultura Mecanizada e a Agricultura Familiar.
Sr. Vitor tem dado o exemplo de integração, pois, vêm desenvolvendo parcerias entre os seus visinhos, constantemente cede suas máquinas para prestarem serviços para uma comunidade de “pequenos” agricultores vizinhos de sua Fazenda. Além disso, busca passar seus conhecimentos mais técnicos para estas famílias, o que faz com que suas produtividades melhorem cada vez mais, e como se não bastasse, ele gera empregos diretos e indiretos.
Foto: Leandro Lunelli
Que Bico Utilizar na Hora de Aplicar Defensivos ?
Um bico para cada aplicação.
Há quem imagine que os bicos de pulverização só diferem no formato e na cor. No entanto, inúmeros são os detalhes que caracterizam cada modelo existente, fazendo de cada ponta única e adequada para uma situação específicaExiste uma diversidade razoável de bicos de pulverização capazes de proporcionar diâmetros e velocidades das gotas, adequados à característica da aplicação a ser realizada. O importante é entender que a função deles é produzir gotas. Para se escolher qual o bico adequado para uma determinada situação, deve-se saber qual é a gota adequada para aquela situação. Nisto consiste o principal desafio da tecnologia de aplicação via pulverização, que é determinar qual é a gota adequada, produzi-la e distribuí-la de maneira uniforme, nas mais variadas situações a campo.Pelas dificuldades em proporcionar esta adequação eficiente são utilizados volumes de calda e quantidade de produtos fitossanitários muito maiores do que seria necessário para o controle das pragas.QUAL USAR?Algumas perguntas, se bem compreendidas, quando respondidas podem auxiliar na utilização de volumes adequados.
Há quem imagine que os bicos de pulverização só diferem no formato e na cor. No entanto, inúmeros são os detalhes que caracterizam cada modelo existente, fazendo de cada ponta única e adequada para uma situação específicaExiste uma diversidade razoável de bicos de pulverização capazes de proporcionar diâmetros e velocidades das gotas, adequados à característica da aplicação a ser realizada. O importante é entender que a função deles é produzir gotas. Para se escolher qual o bico adequado para uma determinada situação, deve-se saber qual é a gota adequada para aquela situação. Nisto consiste o principal desafio da tecnologia de aplicação via pulverização, que é determinar qual é a gota adequada, produzi-la e distribuí-la de maneira uniforme, nas mais variadas situações a campo.Pelas dificuldades em proporcionar esta adequação eficiente são utilizados volumes de calda e quantidade de produtos fitossanitários muito maiores do que seria necessário para o controle das pragas.QUAL USAR?Algumas perguntas, se bem compreendidas, quando respondidas podem auxiliar na utilização de volumes adequados.
Artesanato de Pequi

O Povoado de São João dos Pilões (Brejo-MA) tem sua principal fonte de renda o artesanato feito com a madeira do Pequiseiro, uma espécie protegida por Lei e daí surge uma polêmica: O Agricultor não pode derrubar o pequiseiro para limpar a área agricultável mas os habitates do povoado podem derrubar quantos pequiseiros quiserem para fazer seus artesanatos.
Complicado hein !
E Agora, oque fazer para minimizar os impactos de ambas as partes e sanar tal polêmica ?
A colheita dos Sonhos
A Importância da Utilização do Calcário na Agricultura
A agricultura moderna exige produtividade, eficiência e qualidade. Por isso, a necessidade da aplicação do calcário agrícola de percebida e superior qualidade, que forneça quantidades adequadas de carbonatos de cálcio e magnésio, para corrigir a acidez dos solos em nossas culturas.
O calcário agrícola evita a absorção de toxinas, fornece macro-nutrientes e potencializa o efeito dos fertilizantes. Assim, o produtor revitaliza a terra, obtendo uma maior produtividade e competitividade, com o devido respeito ao meio ambiente.
Calcário Dolomítico MSM

Mineração Santa Maria - Sinônimo de Qualidade e Produtividade
A Mineração Santa Maria (MSM) é a maior e mais bem estruturada empresa no seguimento do Norte/Nordeste. Sua Capacidade de produção supera 2000 Toneladas por Dia, além disso a MSM tem frota própria e conta com caminhões Bi-Trem Baculhantes que agilizam a entrega do produto e facilitam o descarregamento.
Quanto a Qualidade do Calcário MSM, simplismente EXCELENTE, com o PRNT acima de 95% e ótima granulometria, a relação de Cácio X Magnésio é outra característica que faz do Calcário Dolomítico MSM um dos melhores calcários do Brasil para fins agrícola.

Porque Chapadinha é Considerada: A MELHOR REGIÃO DO BRASIL PARA SE PRODUZIR GRÃOS ?
Alguns fatores fazem com que a Região de Chapadinha-MA se destaque como uma das melhores e mais promissoras regiões de fronteiras agrícola do país:
- Ótima Logística (Estradas Boas);
- Proximidade do Porto (240 Km);
- A região tem relevo extremamente plano;
- As chuvas são fiéis e bem distribuidas (1800 mm p/ ano);
- O Solo é fértil e fácil de ser corrigido (2 Ton de Dolomítico);
- Preços de Terras atrativos (entre R$ 2oo,00 e R$ 2.000,00 p/ ha);
- Porto do Brasil mais próximo da Europa e Ásia (redução do frete de Navio);
- A Bunge e a Cargil pagam melhor pelo soja daqui (redução do custo do frete);
- A Bunge Fertilizantes e a Yara (TREVO) estão aqui (Misturadoras de Adubo);
- O Custo de abertura de área é zero (Siderúrgicas desmatam em troca da lenha);
- Aqui nunca se constatou a doença Ferrugem da Soja (menor custo de produção);
- A média de produtividade de muitas fazendas daqui já chega a 60 Sacas/hectare;
Além destes, há vários outros motivos que fazem desta região um ótimo lugar para se investir e que só se descobre depois que conhece pessoalmente o Maranhão.
Plantio - Uma Operação de Gerra
Mais Investidores Chegam a Região de Chapadinha-MA
Fazenda Sucurujú - Proprietário: Dr. Juliano (Engenheiro Agronomo).
Esta foto mostra a chagada de mais uma família de agricultores que chegam pra investir em agricultura nesta região.
Adquiriram aqui uma ótima área de terras por um preço justo e já começam suas atividades com respeito ao meio-ambiente e ás Leis Ambientais.
Daqui a alguns meses mostraremos aqui uma outra foto desta Fazenda para mostrarmos a transformação de uma área antes inutilizada e posteriormente utilizada para Agricultura Sistentável.
GERDAU está Plantando 42 Mil Hectares de Eucalipto na Região de Chapadinha

Após um longo e completo estudo de Impactos Ambientais, a Empresa Gerdau começou suas atividades no Município de Urbano Santos-MA a 90 Km de Chapadinha.
Segundo o Dr. Luis Antônio Leite (Um dos Gerentes da Empresa) a Gerdau tem compromissos como: consciência de Preservação do Meio ambiente, Respeito as Leis Ambientais e com o Desenvolvimento Social, o projeto de Reflorestamento para esta região são de 42 mil hectares de plantio de Eucalipto, sendo qué a primeira etapa já está sendo concluida com o plantio dos primeiros 4 Mil hectares.
Oportunidade de Negócio em Chapadinha-MA

Produção de Leite - Esta sem dúvidas é uma das muitas oportunidades de negócios que se constata em Chapadinha.
Uma cidade com uma população de mais de 50 Mil Habitantes (IBGE), e por aqui não existe nenhuma fazenda que produza acima de 100 litros de Leite diário, aliás, são pouquissimas as fazendas do municipio que tem esta atividade (Produção de leite).
Segundo o IBGE, no último senso rural ficou constatado que o rebanho bovino do município é de apenas 22.500 animais.
O leite por aqui é raridade, só se encontra leite em pó ou mesmo em caixinhas (Longa-Vida) encontrado nos Super-Mercados que importam o produto de outros estados.
De acordo com um breve levantamento, só o consumo de leite das padarias de Chapadinha ultrapassam uma demanda de mais de 1000 Litros por Dia.
Algumas Padarias até vendem leite "in-natura", mas acreditem, 1 Litro de Leite custa aqui entre R$ 1,50 e R$ 2,00.
Demais Informações sobre o Assunto: (98) 8144-0614
Oque os seus funcionários fazem quando você não está presente ?
Muitos funcionários de fazendas são muito competentes e dedicados, mas as vezes agente flagra algumas cenas e percebe que bons funcionários são difíceis de se encontrar e quando agente encontra tem mais é que valorizar, pois, lealdade e profissionalismo não é pra qualquer um.
Esta foto foi enviada pelo Amigo Renato Locatelli de Alvorada do Sul-PR.
500 Mil Hectares Agricultáveis (Aproximadamente)

A Região de Chapadinha-MA (Baixo Parnaíba) tem um potêncial para aproximadamente 500 mil hectares agricultáveis, isso, já descontado as áreas de Reserva Legal, Reservas de Preservação Permanente (RPP), sendo que esta Região compreende uma área total de mais de 2 milhões de hectares.
Hoje já se cultiva nesta região: Cana-de-açucar, Bambu (para celulose), Eucalipto, Soja, Milho, Sorgo, Milheto, Mandioca, Arroz e outras culturas mais.
Os municípios que mais se destacam neste Região são: Chapadinha, Anapurus, Mata Roma, Brejo, Buriti, Urbano Santos, São Benedito do Rio Preto, Santa Quitéria, Afonso Cunha e Coelho Neto.
Você sabe oque é Etanol ?

É o mais comum dos álcoois e caracteriza-se por ser um composto orgânico, obtido através da fermentação de substâncias amiláceas ou açucaradas, como o amido do milho e a sacarose existente no caldo-de-cana respectivamente, e também mediante a processos sintéticos.
É um líquido incolor, volátil, inflamável, solúvel em água, com cheiro e sabor característicos. Segundo algumas pesquisas, pode ser produzido através de biomassa (resíduos agrícolas e florestais).
BASA & BNB - Nossos Perceiros comprometidos com o nosso Desenvolvimento.
Estes são Sr. Ademar e Sr. Rogério, gerentes do Banco da Amazônia e do Banco do Nordeste respectivamente. Ambos comprometidos com o Desenvolvimento da Agricultura aqui na Região de Chapadinha.
Vale lembrar as duas instituições dispõem de Linhas de Crédito com juros e carências bem interessantes e acessíveis.
Demais Informações:
O que é Biodiesel ?
Biodiesel: conceito e funções
Biodiesel é um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis, que pode ser obtido por diferentes processos tais como o craqueamento, a esterificação ou pela transesterificação. Esta última, mais utilizada, consiste numa reação química de óleos vegetais ou de gorduras animais com o álcool comum (etanol) ou o metanol, estimulada por um catalisador. Desse processo também se extrai a glicerina, empregada para fabricação de sabonetes e diversos outros cosméticos. Há dezenas de espécies vegetais no Brasil das quais se pode produzir o biodiesel, tais como mamona, dendê (palma), girassol, babaçu, amendoim, pinhão manso e soja, dentre outras. O biodiesel substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores ciclodiesel automotivos (de caminhões, tratores, camionetas, automóveis, etc) ou estacionários (geradores de eletricidade, calor, etc). Pode ser usado puro ou misturado ao diesel em diversas proporções. A mistura de 2% de biodiesel ao diesel de petróleo é chamada de B2 e assim sucessivamente, até o biodiesel puro, denominado B100.
Fonte: http://www.biodiesel.gov.br/faq.html#1
Biodiesel é um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis, que pode ser obtido por diferentes processos tais como o craqueamento, a esterificação ou pela transesterificação. Esta última, mais utilizada, consiste numa reação química de óleos vegetais ou de gorduras animais com o álcool comum (etanol) ou o metanol, estimulada por um catalisador. Desse processo também se extrai a glicerina, empregada para fabricação de sabonetes e diversos outros cosméticos. Há dezenas de espécies vegetais no Brasil das quais se pode produzir o biodiesel, tais como mamona, dendê (palma), girassol, babaçu, amendoim, pinhão manso e soja, dentre outras. O biodiesel substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores ciclodiesel automotivos (de caminhões, tratores, camionetas, automóveis, etc) ou estacionários (geradores de eletricidade, calor, etc). Pode ser usado puro ou misturado ao diesel em diversas proporções. A mistura de 2% de biodiesel ao diesel de petróleo é chamada de B2 e assim sucessivamente, até o biodiesel puro, denominado B100.
Fonte: http://www.biodiesel.gov.br/faq.html#1

Não vou nem comentar esta foto.
Universidade Federal em Chapadinha - Agronomia, Zootecnia e Ciências Biológicas
A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) está presente em Chapadinha através do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais (CCAA), da qual fazem parte os cursos de Agronomia, Zootecnia e Ciências Biológicas.
As aulas reiniciam na metade do mês, com o semestre 2007/1. Parte das aulas será ministrada já no prédio reformado do Campus no bairro Boa Vista. A nova estrutura ganhou laboratórios, salas de aula e de professores, biblioteca, cantina, além de salas para a administração.
Algumas turmas terão aulas no centro da cidade, num prédio pertencente aos Católicos, próximo do Banco do Brasil. Além do prédio reformado no Campus, a UFMA está construindo o prédio principal que deverá ficar pronto no próximo ano.
Estudam atualmente em torno de 120 alunos nos três cursos, 40 em cada um. O vestibular teve 231 inscritos e deverá acrescentar mais três turmas ao CCAA.
Fonte: Jeferson Selbach (jfselbach@hotmail.com)
Sociólogo, Mestre em Planejamento Urbano e Regional, Doutor em História. Professor da UFMA, Campus Chapadinha.
Visita Técnica
Não se faz Salame e Mursilha sem antes carnear o Suino.
Délio Attem, um produtor de olho no futuro!
Trabalho da Embrapa com mandioca será apresentado à FAO

A Embrapa e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento realizam, em Brasília/DF, uma reunião de definição das responsabilidades do Brasil quanto à implementação do Tratado Internacional de Recursos Genéticos para Alimentação e Agricultura, coordenado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO).Participa do evento a pesquisadora Wania Fukuda, da Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical (Cruz das Almas – BA), melhorista da cultura da mandioca e responsável, entre outras atividades, pelo Projeto de Melhoramento de Mandioca para Biofortificação, Farinha e Fécula e pela coordenação de outros cinco bancos ativos de germoplasma de mandioca em todo o país: Embrapa Amazônia Oriental (Belém – PA), Amazônia Ocidental (Manaus – AM), Cerrados (Planaltina – DF), Semi-Árido (Petrolina – PE), Agropecuária Oeste (Dourados – MS) e Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). A Unidade localizada em Cruz das Almas mantém a maior coleção nacional de germoplasma de mandioca dos trópicos, com 2.012 variedades mantidas no campo.A mandioca foi o produto escolhido como modelo para o processo brasileiro e que também será usado para demonstração, em novembro, para os demais países que ratificaram o Tratado. “Wania Fukuda foi convidada a participar da reunião por ser a responsável pela curadoria de mandioca e pela gerência dos acessos depositados nos diferentes bancos de germoplasma da Embrapa”, explica Maria José Sampaio, assessora do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa.
Sobre a FAO:
Atualmente a FAO está integrada por 190 países membros, mais a Comunidade Européia. Trabalha no combate à fome e à pobreza, promove o desenvolvimento agrícola, a melhoria da nutrição e a busca da segurança alimentar.
Informações adicionais: Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical - (75) 3621-8076 / Fax: (75) 3621-8092 / wwwcnpmf.embrapa.br
Momento de Confraternização
Aí está um grupo que sempre se reune pra falar de coisas interessantes e é claro, tomar um refresco. rs...
Délio Attem (Faz. São João), Cesar Andreguetto (Faz. Corrente), Jandir Motter (Plantt Projetos), Teodomiro Garcia (SLC Faz. Palmeira), Murilo (Bunge), Clodoaldo (Bunge), Roberto Dequech (Faz. Dequech), Paulo Librelotto e seu filho João Paulo (Faz. São João)
Sr. Ademar Lopes
Lavoura dos Irmãos Andreguetto na Fazenda Corrente
Qualificação Profissional

Curso de Executores em Aviação Agrícola em MT
2/4/2007 14:06:38
2/4/2007 14:06:38
Será realizado em Primavera do Leste/MT o XVIII Curso de Executores em Aviação Agrícola, destinado a técnicos em agropecuária. O evento acontece de 23 a 27 de abril no Auditório da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Primavera.A carga horária total é de 46 horas, sendo 31 teóricas e 15 horas práticas. A coordenação está a cargo do engenheiro agrônomo e piloto agrícola Marcos Villela Monteiro.
Informações adicionais e inscrições: CB Treinamento - 15 3228.6757 ou http://www.bioaeronautica.com.br/
Sede da Fazenda São João
"Heita Maranhão Bão de Chuva !"

"Heita Maranhão Bão de Chuva!"
Esta é uma expressão que agente usa muito aqui na Região, quando agente quer se referir a alguma das muitas coisas boas que agente encontra aqui.
Mas esta expressão (de autor desconhecido) não foi criada em vão.
O Índice Pluviométrico daqui da Região de Chapadinha é de 1.800 Melímetros por ano e isso é ótimo.
Implantação de uma Indústria de Ração Animal na Região de Chapadinha-MA

Cerrado quer agregar valor à soja com uma indústria de ração
Por Franci Monteles, da Gazeta Mercantil/Gazeta do Brasil
Diferente do sul do estado, o cerrado leste maranhense (Região de Chapadinha), conhecido como a nova fronteira agrícola, quer agregar valor à soja produzida na região. Produtores e poder público estão tentando colocar em prática um projeto piloto idealizado há mais de um ano. É a instalação de uma fábrica de ração animal a partir de soja e milho para atender ao setor avícola.
Orçada em R$ 4 milhões, a implantação da fábrica deverá ser custeada pelos grandes produtores de soja do cerrado leste visando fornecer aos pequenos produtores a ração animal para a criação de frangos. A capacidade instalada inicial seriam quatro mil toneladas de grãos beneficiados.
Aos pequenos produtores caberia montar as estruturas para a produção de frangos, além de abatedouro e sistemas de refrigeração - o que deve ser concretizado por meio de financiamento. "A idéia é fazer com que os produtores que não conseguem entrar no processo de produção de grãos em larga escala comecem a aproveitar as matérias-primas produzidas na região", ressalta o presidente da Associação dos Produtores Agrícolas do Cerrado Leste Maranhense, Wilson Ambrozi.
O projeto está sendo articulado pelas secretarias estaduais de Indústria e Comércio e da Agricultura do Maranhão, em parceria com o Instituto do Agronegócio do Maranhão (Inagro) e a associação dos produtores. "A intenção é fazer com que a soja produzida na região tenha valor agregado", diz o superintendente de Promoção do Agronegócio da Secretaria de Indústria e Comércio (Sinc), Marco Moura. No momento, os articuladores do projeto piloto finalizam detalhes como cronograma e outras questões como tecnologia da fábrica e capacitação. A versão final, segundo Moura, deve ser concluída até início de abril.
O cerrado leste do Maranhão compreende o município de Chapadinha, a 252 quilômetros de São Luís, e cidades adjacentes que passaram a plantar soja a partir do ano 2000. A produção ainda é pequena, comparada à da região Sul - responde por menos de 10% da soja produzida no estado.
A produção prevista para este ano é de cerca de 100 mil toneladas de soja. Foram plantados 33 mil hectares, três mil a mais do que na safra passada. A produção é exportada, mas se houver demanda local os produtores vão atender.
O milho está em fase inicial como opção de rotação de cultura. No momento são dois mil hectares plantados de milho. A expectativa é que na próxima safra a área plantada alcance 10 mil hectares, de acordo com a associação.
Wilson Ambrozi afirma que a região já tem produção de soja e de milho suficiente para atender a criação de aves. "Só falta o engajamento dos empresários do setor avícola." Caso não surjam grupos interessados em apostar na produção de aves, os sojicultores não descartam a possibilidade de dar o pontapé inicial para, em seguida, fornecer pintinhos aos pequenos produtores visando mostrar que o negócio é viável para a região. O presidente da entidade aposta ainda na atração de pequenas usinas de biodiesel, anexas a fábricas de óleo de soja.
Além de agregar valor à soja em especial, Moura destaca que a fábrica de ração animal também preencheria uma lacuna no estado, atendendo o setor avícola, que andou retraído nos últimos anos e levou o Maranhão a comprar boa parte de frango de outros estados. Dos 600 mil frangos consumidos por mês no estado, apenas 30% correspondem à produção local (dados do governo).
Fonte: http://www.investnews.com.br/integraNoticia.aspx?Param=11%2C0%2C1%2C498865%2CUIOU
Por Franci Monteles, da Gazeta Mercantil/Gazeta do Brasil
Diferente do sul do estado, o cerrado leste maranhense (Região de Chapadinha), conhecido como a nova fronteira agrícola, quer agregar valor à soja produzida na região. Produtores e poder público estão tentando colocar em prática um projeto piloto idealizado há mais de um ano. É a instalação de uma fábrica de ração animal a partir de soja e milho para atender ao setor avícola.
Orçada em R$ 4 milhões, a implantação da fábrica deverá ser custeada pelos grandes produtores de soja do cerrado leste visando fornecer aos pequenos produtores a ração animal para a criação de frangos. A capacidade instalada inicial seriam quatro mil toneladas de grãos beneficiados.
Aos pequenos produtores caberia montar as estruturas para a produção de frangos, além de abatedouro e sistemas de refrigeração - o que deve ser concretizado por meio de financiamento. "A idéia é fazer com que os produtores que não conseguem entrar no processo de produção de grãos em larga escala comecem a aproveitar as matérias-primas produzidas na região", ressalta o presidente da Associação dos Produtores Agrícolas do Cerrado Leste Maranhense, Wilson Ambrozi.
O projeto está sendo articulado pelas secretarias estaduais de Indústria e Comércio e da Agricultura do Maranhão, em parceria com o Instituto do Agronegócio do Maranhão (Inagro) e a associação dos produtores. "A intenção é fazer com que a soja produzida na região tenha valor agregado", diz o superintendente de Promoção do Agronegócio da Secretaria de Indústria e Comércio (Sinc), Marco Moura. No momento, os articuladores do projeto piloto finalizam detalhes como cronograma e outras questões como tecnologia da fábrica e capacitação. A versão final, segundo Moura, deve ser concluída até início de abril.
O cerrado leste do Maranhão compreende o município de Chapadinha, a 252 quilômetros de São Luís, e cidades adjacentes que passaram a plantar soja a partir do ano 2000. A produção ainda é pequena, comparada à da região Sul - responde por menos de 10% da soja produzida no estado.
A produção prevista para este ano é de cerca de 100 mil toneladas de soja. Foram plantados 33 mil hectares, três mil a mais do que na safra passada. A produção é exportada, mas se houver demanda local os produtores vão atender.
O milho está em fase inicial como opção de rotação de cultura. No momento são dois mil hectares plantados de milho. A expectativa é que na próxima safra a área plantada alcance 10 mil hectares, de acordo com a associação.
Wilson Ambrozi afirma que a região já tem produção de soja e de milho suficiente para atender a criação de aves. "Só falta o engajamento dos empresários do setor avícola." Caso não surjam grupos interessados em apostar na produção de aves, os sojicultores não descartam a possibilidade de dar o pontapé inicial para, em seguida, fornecer pintinhos aos pequenos produtores visando mostrar que o negócio é viável para a região. O presidente da entidade aposta ainda na atração de pequenas usinas de biodiesel, anexas a fábricas de óleo de soja.
Além de agregar valor à soja em especial, Moura destaca que a fábrica de ração animal também preencheria uma lacuna no estado, atendendo o setor avícola, que andou retraído nos últimos anos e levou o Maranhão a comprar boa parte de frango de outros estados. Dos 600 mil frangos consumidos por mês no estado, apenas 30% correspondem à produção local (dados do governo).
Fonte: http://www.investnews.com.br/integraNoticia.aspx?Param=11%2C0%2C1%2C498865%2CUIOU
OBS.: A imagem acima é meramente ilustrativa.
Embrapa Lança Cultivar de Arroz

Agricultores de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Roraima, Pará, Tocantins, Maranhão e Piauí podem contar a partir da safra 2007/08 com a BRS Sertaneja, a nova cultivar de arroz de terras altas (sequeiro) da Embrapa Arroz e Feijão (Santo Antônio de Goiás/GO). Devido à qualidade de grãos, o lançamento rivaliza com a variedade BRS Primavera, considerada pelo mercado como padrão de excelência.De acordo com o melhorista Emílio da Maia Castro, ambas cultivares foram comparadas em uma série de experimentos. Em 115 ensaios a campo, ao longo dos últimos quatro anos, as duas tiveram produtividades bastante próximas, médias de 3,6 mil quilos por hectare. No entanto, foram nos testes de colheita e pós-colheita que a BRS Sertaneja se sobressaiu, demonstrando superioridade quanto à qualidade de grãos.Semelhante à BRS Primavera, Emílio afirma que os grãos da nova cultivar são classificados confortavelmente como arroz longo-fino. Da mesma forma, o comportamento de cocção é bem similar. Isto é, após 60 dias de colhido, o produto pode ser beneficiado, comercializado e levado à panela que os grãos apresentam cozimento plenamente soltos. O diferencial destacado pelo pesquisador consiste exatamente no seguinte aspecto: o rendimento industrial de grãos inteiros.“A BRS Sertaneja alcançou entre 60% e 70% de grãos inteiros, enquanto que a BRS Primavera obteve apenas 50%. Isso significa mais arroz agulhinha tipo 1 e menos quirera (arroz quebrado) para as empacotadoras”, diz Emílio. Essa característica atrativa para as indústrias é importante também para o agricultor, que tem a oportunidade de negociar um produto de melhor qualidade na hora de vendê-lo às beneficiadoras.Um outro aspecto ligado a essa propriedade e ressaltado por Emílio é que o rendimento de grãos inteiros da BRS Sertaneja é estável, ao contrário do que acontece com a BRS Primavera. O pesquisador mostra um estudo que correlacionou diferentes épocas de colheita após a floração do arroz e o rendimento de grãos inteiros para reforçar seu argumento.Quando a colheita da nova cultivar é realizada entre 30 e 45 dias após a floração, não há perdas expressivas no rendimento de grãos inteiros. Porém, o rendimento de grãos inteiros da BRS Primavera cai para 40%, quando a colheita é feita depois dos 40 dias do período de floração. Conforme Emílio, isso quer dizer que o ponto de colheita da BRS Sertaneja é mais flexível que o da BRS Primavera, o que dá ao produtor maior margem de segurança, caso haja algum previsto no campo.Quanto às características agronômicas, Emílio informa que a BRS Sertaneja é moderadamente resistente às doenças mais comuns, a não ser a brusone, que exige medidas de controle mais rigorosas. Ele afirma também que a cultivar se adapta a diversas condições de cultivo, inclusive em rotação de culturas, renovação de pastagens, abertura de áreas e integração lavoura-pecuária. “Até nos sistemas menos mecanizados, a BRS Sertaneja se saiu bem, pois suas plantas altas, com colmos grossos e panículas grandes facilitam o corte e a trilha manuais”, complementa Emílio.
O contato para os interessados em adquirir sementes da BRS Sertaneja é: (62) 3202-6000.
Informações adicionais: Embrapa Arroz e Feijão - (62) 533-2108
Fonte da Foto: Pires...
Fazenda Stéfano (Italiano)
De olho na Lavoura

Aqui está o Produtor Rural Sérgio Strobel monitorando sua lavoura acompanhado pela equipe da Noragro (Engenheiro Agrônomo Délio Attem e Rogério Loro).
Foto tirada na Fazenda Europa, uma das fazendas mais bonitas da Região de Chapadinha que por ser tão bem organizada e estruturada, esta já se destaca como a única fazenda produtora de semetes de soja no Norte do Maranhão.
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